Lamento pela Morte de um Ente Querido
Ter medo é algo normal: pode ser um companheiro providente. Quando se torna um senhor, é preocupante.
Se mandássemos nos sentimentos, me certificaria para que não restasse um, mas como isso não é possível, eu apenas vivo.
"Se damos um prato de comida a uma pessoa, o alimentamos uma única vez. Se o ensinamos a cultivar e cozinhar, ele se alimentará pelo resto de sua existência. Pense nisso ao educar seu filho."
Acho que somos a mecha/ de um lampião sempre aceso/ pássaros que ficaram presos/ num cárcere de reminiscências.
"A auto rejeição é o verdadeiro prolema"
Sempre que eu escondo um aspecto do meu comportamento porque os outros não gostam e não aceitam, no fundo, também penso e ajo como eles. Se assim não o fosse, certamente, que não faria questão de esconder tal aspecto. Não é verdade?
Sendo assim, vale a pena rever os meus próprios conceitos; pois são eles que me fazem mal e não o que os outros pensam a meu respeito.
O parecer dos outros não me afeta em nada a não ser que eu lhe dê importância. Então, na verdade, o problema não está propriamente no que os outros pensam, mas no que eu mesmo penso de mim.
Embora, até justifique a dor da rejeição como um problema fora de mim; se eu for sincero comigo reconhecerei que o verdadeiro problema é a minha auto rejeição.
E nem adianta eu jogar a culpa nos outros para amenizar meu sofrimento, isso não resolve nada.
Evidente que o preconceito existe e ainda existirá por tempo indeterminado. Afinal, vivemos numa sociedade onde a estupidez humana também se faz presente.
Portanto, em questão de rejeição e de conflitos de relacionamentos o bom senso sempre nos mostra, claramente, que ao invés de perdermos tempo e energia tentando mudar os outros (tarefa que é impossível) nos atentemos em mudar a nós mesmos buscando estabelecer o bem independente da opinião de terceiros.
E já que não podemos fazer nada em relação a rejeição alheia busquemos trabalhar a nossa própria. Pois é justamente ela quem tanto nos faz sofrer!
Enquanto alguns homens ficam com todas,sem ter um porquê
eu fico todas as noites de joelhos dobrados,orando por você!
É impressionante o quanto podemos mudar, em um ano, traços de personalidade e modos de pensar que vínhamos carregando há uma vida inteira.
Às vezes, no auge da emoção, dizemos que nossos sentimentos serão para sempre e duram um mês.
Prometemos que serão eternos e duram apenas alguns dias.
Muitas vezes, fazemos uso de um suposto senso de humor como desculpa para manifestar nossos preconceitos.
Conhecer pessoas é uma aventura mas aprofundar-se em uma amizade é ainda mais. Poder conhecer um pouco da personalidade e história do Outro, do que ele leva tempo descobrindo sobre si é gratificante.
É tão bonito quando damos um passo numa relação e passamos a falar um pouco sobre nós mesmos, sobre nossos pensamentos e sentimentos, nossa história de vida com outra pessoa, e é tão interessante ver como nossa percepção muda em relação ao outro... O caminho em direção a esse "outro" pode parecer difícil, estreito, esburacado, ninguém quer dar o primeiro passo, ninguém quer ceder e se mostrar vulnerável primeiro... Mas pode ser muito melhor percorrê-lo do que nos permitirmos passar anos, quando não uma vida inteira, com relações que não nos acrescentam em nada e nos fazem nos sentir vazios de tão superficiais.
"ALMA GÊMEA"
“Carne e unha, almas gêmeas”. Declara o poeta em sua imaginação de um romance perfeito. De sexualidade indefinida, pois para ele é o menos importante. Que superam todas as dificuldades e crises conjugais, se podemos assim dizer. Para simplesmente viver um imenso e irrefragável romance.
O mais importante na imaginação do poeta não é o amor. Que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Co 13.7), mas, o romantismo, a paixão, o momento. O suficiente, para escrever mais um livro, mais uma música, mais uma poesia, produzir mais uma obra. Porque o compromisso do poeta não é com o amor, com as famílias ou com a Palavra de Deus, mas, simplesmente com o humanismo e com a literatura. Com a paixão, com os devaneios, com coisas passageiras. Porque o amor é transcendente.
"É impossível exprimir a perturbação que o ciúme causa a um coração em que o amor ainda se não tenha declarado." (Madame de La Fayette)
Uma reflexão a luz da epistola aos Efésios 5:22-33.
Em um primeiro momento parece grosseria se desconsideramos que a instituição família está fundamentada em princípios intrínsecos da natureza divina como o amor, esperança e a fé, uma leitura dessa instituição fora da óptica metafisica portanto anistórica seria no mínimo controverso.
Em tese nas diferentes culturas ao longo do processo de emancipação feminina(não feminista)subtraiu-se da mulher o direito a "escolha, opção" cabendo-lhe a "sujeição " como pena de não ser discriminada como anátema. Nas organizações tradicionais patriarcais ou não, a mulher é escolhida para servir de esposa para alguém com proeminência monetária, politica ou religiosa. todavia quando não é escolhida é oferecida com dotes a receber/a pagar pelo pai, irmão(herdeiro direto do pai), tio, tutor, senhor, líder religioso, etc...Tal sujeição é constituída de normas que se resistida denunciam a insubordinação. No caso do marido fica-lhe a incumbência de amar incondicionalmente sua esposa. O problema está na natureza das condições impostas a ambos, no caso feminino a "sujeição" é racional, concreta e conveniente antagonicamente ao caso masculino que invoca algo imanente a divindade que é o "amor" não deixando pista alguma sobre sua natureza. Se por sorte a traição seja comprovada a ruptura do contrato acontece e ambos estão livres, a Mulher para nova consultoria e especulação por parte do preponente , o Homem para novas aventuras conjugais. assim se estabelece uma corrida em busca da liberdade(divorcio), diferente da esposa que em fragrante de insubmissão passa a ser hostilizada por todos ao seu redor, a esposa deverá empreender um caminho filosófico na tentativa de descortinar a natureza do ser do amor para proclamar sua honra defraudada pelo marido. Do contrario como poderá provar que o marido não a ama? não existe manual ou gramatica que explicite o que seja amor a par dos poetas que embarcam em viagens especulativa encontrando um manancial de inspiração para suas obras surge a infalível bíblia que não pode haver hermenêutica longe do paradoxo da fé não servindo como registro histórico para esta tese, Contudo se houvesse tal documento seria ultrajante afirmar que "DEUS É AMOR" posto que tal documento confeccionado pela imaginação do desvario humano nivelaria a divindade que inumana e autônoma não se permite ainda o menor atrito fora de sua incompreendida esfera ainda mais ser relacionada a grandezas de natureza genuinamente humanas.
Misero Homem que pensa levar vantagem sobre a Mulher na distribuição de obrigações maritais justificando sua deslealdade conjugal quando se finda o frenesi amoroso devido a sua cônjuge e sai em busca de afeto fora do portões do sagrado matrimonio, a esposa duplamente injustiçada nunca poderá provar que está sendo traída pelo fato da referida obrigação marital que é o amor de abstrata natureza ser culturalmente confundida com suborno em forma de provisões que é auferido pelo ego machista.
A raiz do problema tem sua causa na soma de incompreensões que sustentam as relações conjugais sendo conhecidos como os pilares dicotômicos que distribuídos como papeis masculinos/femininos que desde os mais antigos aos modernos são: sujeição/amar, genitora/provedor, atribuição materna ou escravo a educação as crianças(pedagogia)/atribuição paterna a educação aos jovens(Paideia grega), a culinária/o voto masculino....a novela/o futebol...etc...
Isto posto!! submeto-me a trivial lei do "RESPEITO" que admito ser inócua e perfeita a todos quantos visam um salutar relacionamento passional-familiar desde que se empregue o respeito como determinante desde o crepúsculo à aurora do dia, conjugando no cotidiano o verbo "respeitar "na 1ªpassoa do presente singular do modo indicativo(eu respeito) seguido da 3ª pessoa do futuro do plural do modo conjuntivo-subjetivo(quando eles/elas respeitarem)esperançoso de alcançar enfim a 1ªpessoa do presente plural do modo imperativo(nos respeitemos nos) e assim desmitologizar e descodificar "O amar ao próximo como a ti mesmo" atingir por fim o amor pela seta do respeito. ^OO^
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