Lamento pela Morte de um Ente Querido
Por que que eu sempre estou a procura de felicidade? Por que eu estou sempre buscando um objetivo, esperando que a felicidade venha do futuro, sendo que, mesmo que esse futuro aconteça, eu estarei recordando do passado e tendo nostalgia, querendo que aqueles momentos voltem. Por que que eu sempre estou esperando ser feliz no futuro e não no presente? Por que mesmo nesse futuro, eu não sou feliz?
Sempre que eu falho em um algum objetivo, eu penso que é o fim do mundo, que eu nunca mais vou conseguir atingir nada, que é minha decadência, será que isso é verdade? Será a vida feita de colheita ou do processo de plantar e esperar para colher?
Depois que eu conseguir um celular novo, um carro novo ou uma casa nova, e então? Estarei a procura de mais bens materiais? Se eu sempre me acostumo com esses objetos, não trazendo a mesma felicidade do momento em que eu recebi e comprei eles, por que eu continuo desejando-os esperando que eles me tragam um pingo de felicidade em dias infernais de trabalho contínuo e estresse?
A vida realmente é feita de momentos minúsculos de felicidade onde você se desespera para não deixar acabar? E então? O resto do tempo você vive uma vida mediocre onde você trabalho por dinheiro que te dá coisas que trazem esse pingo de felicidade? Onde será que a felicidade está depositada? Em momentos, pessoas e lugares? Ou em bens materiais?
Por que eu devo continuar estudando para conseguir um bom trabalho e fazer o que todos esperam de mim: arrumar um bom emprego e deixar outros mais felizes? Por que eu tenho que trabalhar para a felicidade de outros e não na minha própria?
Qual é o sentido da minha vida? Mesmo que eu suma, neste instante, nada no mundo mudará: é este legado que eu quero deixar na minha morte, ou talvez eu trabalhe para realmente fazer a diferença? Se eu fosse me encontrar com o meu eu que eu feliz no final da vida, será que as vidas que nós vivemos foram iguais?
O Fim da Esperança
“Chega um ponto em que não se roga mais por ajuda.
Preferes sofrer sozinho, a ouvir mentiras.
Tempo de absoluto decaimento.
Tempo em que a luz que emana do amor
já não se mostra mais tão brilhante.
E os olhos não suportam chorar mais,
pois cada lágrima caiu em vão.
E o coração está despedaçado.
Seus familiares chamam por seu nome, mas se fazes de surdo.
A luz apagou-se, seu corpo jaz na completa escuridão
mas na sombra ficas vazio, abandonado pela mente,
deixado para trás pela alma.
Já não tens mais esperança de salvação.
Já não tens mais esperança de ser feliz.
E nada esperas de teus amigos.
Não se preocupas mais em esconder sua pele,
pois cada gota de sangue estampada,
representa um momento no qual a dor foi-se embora.
Já não sabes mais o sentido do amor.
Já não sabes mais o propósito da vida.
Teus ombros suportam todo o peso do mundo,
pois não há mais com quem dividir tal peso.
As brigas, as conversas, os debates dentro dos edifícios
provam que sua vida é insignificante
e não há quem ligue para sua existência.
Logo se tornas um fantasma,
invisível, desacreditado.
Alguns consideram apenas um espetáculo
Achando que só queres aparecer.
Chega um tempo em que o abismo se torna um velho amigo
e as sombras emanadas pelo mesmo, a única luz, a única solução.
Então deixas ser abraçado por tais sombras.
Se jogando por sobre o abismo.
Dando um fim, para aquilo que um dia,
foi chamado de vida.”
Como dar um fim num relaciomento ?
É possivél sair ileso ou o coração sempre vai ser disperçados em milhões de pedaços ?
Há pessoas que preferem terminar com palavras
Há pessoas que preferem terminar sem palavras
há pessoas que abadonam e deixam uma carta de desperdida, e há aquelas que preferem abadonar sem deixar carta
Entretanto quando amamos, idependentemente como vamos por o fim, sempre vai ser dolorido...
Depois que a tristeza nos abate, a oração e a fé nos elevam. O suficiente para ver um novo caminho.
Por azar, sofro de um caso terrível de medo do palco, o que não é bom para uma aspirante a artista.
[O tabuleiro de xadrez] é um mundo inteiro em 64 quadrados. Eu me sinto segura nele. Posso controlar, dominar. E é previsível. Se me machucar, a culpa é só minha.
Para alguns, xadrez é um passatempo. Para outros, é uma compulsão, quase um vício. E vez por outra, surge alguém que é um talento nato. Às vezes, vem um menino e nos deslumbra com sua precocidade, no que é, talvez, o jogo mais difícil do mundo. Mas e se esse menino fosse menina?
A felicidade não é um sentimento, é uma forma de ser. Se nos concentrarmos nos sentimentos, perderemos o seu sentido.
A história do lado de dentro gira ao nosso redor, mas na outra história cada um de nós é apenas um simples personagem em meio a muitos outros, um personagem cuja entrada em cena é determinada por outras pessoas e que não tem nenhum controle real sobre a hora da sua saída do palco. As coisas que impulsinam nossas vidas, as coisas que queremos, nossos planos, projetos e metas - aquilo que podemos chamar de nossa motivação - são o resultado de forças que não controlamos. Aparentemente, nosso papel foi escrito por outra pessoa. Temos pouco controle sobre o seu conteúdo e não temos a menos ideia de qual é o seu sentido.
O choque das duas histórias é às vezes chamado de condição humana.
O livro
Um elo entre o escuro e a visão.
Uma ideia sábia.
Elimina a divisão.
Sim.
Como é dividido.
As classes.
O prazer.
Daquele que folheia.
Que dedilha com os olhos as letras.
Um divisor de águas.
Um dedo no crivo.
Desenvolver a mente.
Tornar se potente.
É desvendar o livro.
Caminho do saber.
Da instrução.
Da orientação.
Denomina se o ser.
Elabora a arte em você.
O caderno de anotação.
As histórias.
A própria emoção.
Arrependimento de quem não leu.
A vida preserva sua literatura.
O analfabeto padece nessa cultura.
O livro.
O crivo.
De repente.
Abismo.
Entre a sensatez e a ignorância.
Retumbante prazer.
Ler.
Eu não sei muito dizer.
Por seu eu intransigente nas entrelinhas da leitura.
Mas defendo.
Partitura.
Cultura.
Por ele primo.
Ele.
A redoma da sabedoria.
O livro.
Giovane Silva Santos
- À Senhora Condessa de Monsaraz -
Há no espaço um aroma que perdura!
Vai passando a Senhora Condessa de Monsaraz.
Que graça, que encanto, que candura
nos deixa, ao olhar, aquela alvissima escultura
que um artista já não faz!
Que doce e fundo olhar, mensageiro, de Alma pura!
Amor em canto de Poeta, que nos apraz,
alvissima, pairando pela vida, vestida de ternura,
a Senhora Condessa de Monsaraz!
Ao vê-la, meu Coração, intimo, murmura
uma oração à sua magnifica beleza!
E sinto, dentro em mim, uma unica certeza,
que sua Alma se desfaz em água pura ...
Pois paira alvissima, vestida de ternura,
a Senhora Condessa de Monsaraz!
Poetas que escreveis sobre a beleza,
pintores que pintais a formusura,
fixai essa eterna e etérica figura
que com certeza, pelo mundo, já não há!
Que permanece alvissima, vestida de ternura,
a Senhora Condessa de Monsaraz!
O pedreiro é um verdadeiro artista. Ele consegue tanto criar como destruir a obra, além de reinventá-la. É matemático e escultor por natureza. É imensuravelmente o maior talento de todos os lares.
Você
Das lágrimas fiz um riacho
por onde a dor escoei
Foi descendo as correntezas
que um belo riso encontrei
De sorriso florescente
renasci naquela manhã
E de repente encontrei brisa,
em você, meu amanhã.
um amigo não e um irmão, mais uma pessoa que conssola, não te deixa chorar sozinho, te defende mesmo sabendo que você e culpado, te escuta mesmo você sendo mudo, te vê mesmo ele sendo sego, e te trata como um irmão.
escritora: Ana Luiza Portil Roversi
para quem tem um amigo assim, fale que você o ama mais que as estrelas.
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