Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Existe um certo sentimento que não conseguimos descrever.

Não quero ser a ‘pedra no seu sapato’, ou até mesmo; um obstáculo na sua vida…
Eu realmente não te mereço.

⁠Assim como o cheiro de um bom perfume imerso em nossas narinas,
sua imagem ficou em minha mente desde o primeiro contato.

Dormir juntos, acordar juntos e comer o conjunto, um pedacinho de cada vez, tudo junto, como se não tivesse hora no mundo, só um paraíso a dois livre, solto e profundo.

Toda verdadeira amizade se baseia em um grato e furtivo encontro de corações generosos e amorosos que enfim se encontram em "semelhecitudes" - semelhanças diferentes e muito carinho livre por cada um existir do jeito que é, de ser, ter próprias visões e opiniões e pensar diferente, sem precisar mudar nada, para agradar.

O Amor da Guerra (Quero Acordar em Um Mundo de Amor)


Não quero acordar em um mundo de ódio. Quero acordar e ver o rosto de quem amo, dormindo como um anjo, enquanto gravo cada detalhe do que, talvez, seja a última vez que vejo. Qual o problema dessas pessoas que detestam o amor, a alegria e a diversidade? Que se ofendem pelo sorriso, coragem, autenticidade e liberdade alheia. O que as faz se sentir superiores, e por quê deveriam ditar o melhor para todos?
Com aquela imagem na cabeça, minha dor se transforma em força. Meu desespero... em esperança. Minha tristeza, em garra. Meu desejo pelo fim, no desejo ardente pela vida, e o meu ódio, em amor consciente. Não abandonarei a luta. Não me ajoelharei. Quero um mundo melhor pra mim. Quero um mundo melhor pra ela. Quero um mundo melhor pra todos!
Pessoas não nasceram pra morrer de fome. Se podemos destruir a desigualdade, por quê insistir em mantê-la? Se podemos crescer, evoluir, aprender muito mais, explique, por favor, a razão sádica por trás dos que fazem de tudo para tornar a vida dos outros, e deles próprios, em um inferno na Terra?!
A paz não deveria precisar da guerra, mas se estamos em guerra, mataremos e morreremos pelo amor. Tantos anos se passaram, e voltamos aos mesmos ciclos. O óbvio precisa ser dito, as lições mais duras, novamente aprendidas. Pseudo líderes cegos guiando ovelhas cegas rumo ao precipício enquanto destroem suas próprias casas junto a tudo o que há em seu caminho. O estudo é um privilégio de quem permite se questionar e ver além das aparências.
Por fim, no agora, além do medo, há o amor. O amor da guerra, da justiça, do coração e do próprio amor. O amor não fere quem ama, mas sim quem ousa tentar ferir o seu grande amor. Fecho meus olhos, vejo seu rosto, ouço sua voz e me transmuto em força e luta. Que dessa vez o fascismo vire cinzas, e a última batalha seja a sua derrocada final! O fim definitivo de todo esse discurso de ódio e perversidade travestido de "defesa da família, da moral e dos bons costumes", que sempre tem amantes, orgias, swings, cocaína, GPs, crimes, lavagem de dinheiro, etc, muito bem escondido, igual as suas segundas e até terceiras famílias.
- Marcela Lobato

“A maior ambição de um homem é transcender os limites de sua mortalidade, romper as correntes do destino e conquistar, com as próprias mãos, a grandeza que lhe foi negada. Pois, diante da eternidade, que lhe reste a glória da vitória ou a honra da morte, jamais a indignidade de uma vida sem lutar.”

A estrela de cada um, em curso pela vida, dispensa qualquer formal apresentação.

Fico sempre muito feliz quando consigo ver um pouco alem da tímida imagem que a nova pessoa a mim se apresenta mas ao mesmo tempo fico ainda um pouco triste por que tantos escondem por medos invisíveis, o seu jeito bom, humano, bonito e sensível de ser.

Haverá um dia que uma santa padroeira do Brasil, na maior população católica do mundo , será negra por etnia e vida, não mais uma imagem da virgem branca escurecida pelo agir do tempo que esteve em esquecimento, perdida e submersa. Afinal com o avançar dos anos, o próprio povo vai aprender que somos todos bem mais amulatados, pardos e negros, do que brancos.

Diante do verdadeiro infeliz e medíocre até um elogio lhe incomoda.

A arte, a educação e a cultura abrange tudo e quem não pensa assim, não passa de um fazedor e mascate de imagens.

Vivo desbastando as arestas imperfeitas de minha pedra bruta para um dia por fé, polir.

O amor é um sublime sentimento no caminho mas o falso amor um instrumento de conquista, agonia e queda. A vida é bela quando não queremos mentir pra ela.

Na impotente oportunidade de sermos muito felizes, só existe um caminho de felicidade, redobramos os esforços, ora sem nexo e incoerente, de sermos mil vezes mais generosos em multiplicar a felicidade de todo aquele que também, não tem. A justa e perfeita lei da vida é ser feliz, diante de toda opositora tristeza, só cabe uma unica verdade espalhar felicidade por onde caminha para que os outros que hão de caminhar por onde passa tenham um pouco mais de chance, de serem bem mais felizes que você.

E no ultimo adeus, lembranças meio apagadas de quando ainda eramos meninos e crianças, um pouco de nostalgia daquele ultimo olhar de ontem...e sobre a lápide irretocável negra estava nesta hora toda molhada, pouco se sabia onde foi que começou a aguar pelos pingos da chuva e o que era aguado pelas lágrimas da saudade que já começava à crescer....sai da letargia e incompreensão me acordou no momento que todos os presentes em coro gritaram, Amém.

Todo o mundo tem um Deus, mas somente o teu Deus tem o mundo todo.

Discordar é um direito. O problema começa quando a ideologia fala mais alto que a razão e a convicção se torna incapacidade de enxergar a realidade.

Feito de Ontens - Capítulo IV — A Poesia das Ruas


A jaqueta jeans, que antes parecia um escudo contra o mundo, agora era apenas um casaco


confortável para uma tarde de outono. Tranquei a porta de casa — não para me esconder do que


ficou lá dentro, mas para descobrir o que estava me esperando lá fora. Havia um burburinho na


cidade, aquela energia típica de um fim de tarde onde as pessoas buscam um pretexto para


desacelerar da rotina.


Caminhei sem rumo até a praça central, o coração pulsante da cidade onde os artistas de rua


costumam se reunir. De longe, notei uma pequena multidão se formando em círculo perto do


chafariz. Um som familiar cortou o ar: o dedilhar ritmado de uma viola e o choro sutil de um


violão. Meu coração deu um salto involuntário, mas não de dor. Foi o eco do reconhecimento.


Aproximei-me devagar, misturando-me aos desconhecidos. No centro da roda, dois rapazes jovens,


com os rostos queimados de sol e o brilho nos olhos de quem está começando, cantavam uma


daquelas músicas do "lado B" do repertório dele — uma daquelas canções profundas que não


tocavam no rádio, mas que ele compôs em uma madrugada chuvosa no nosso quarto.


Fechei os olhos por um segundo. Ao meu redor, as pessoas cantavam em coro, baixinho,


comovidas. Um homem de cabelos brancos limpava o canto do olho; uma jovem segurava a mão do


namorado. Naquele momento, percebi a grandiosidade do que tínhamos vivido. Ele não pertencia


mais apenas à minha saudade ou aos meus discos. Ele pertencia ao vento, ao povo, à memória


afetiva de cada uma daquelas pessoas que nunca o abraçaram, mas que se sentiam abraçadas por


suas palavras.


Quando a música acabou e os aplausos ecoaram pela praça, os rapazes agradeceram e um deles


disse ao microfone: "Essa foi para quem sabe que a boa música nunca morre". Sorri. Dei alguns


passos à frente, tirei uma nota do bolso e a depositei na caixa aberta do violão deles. O jovem


violeiro me olhou, surpreso, e fixou os olhos na jaqueta jeans que eu usava. Ele pareceu reconhecer


a energia.


— Bela jaqueta, moça — disse ele, com um aceno respeitoso com o chapéu. — Ele aprovaria.


— Obrigada — respondi, e pela primeira vez, o agradecimento não veio acompanhado de um nó na


garganta. — Ele com certeza está orgulhoso de vocês.






Dei as costas à roda e continuei minha caminhada. O sol começava a se deitar atrás dos prédios,


pintando o céu de tons de rosa e dourado. Eu estava sozinha na calçada, mas já não me sentia


solitária. O amor dele tinha se transformado em arte pública, e eu, finalmente, fazia parte do público


de novo, pronta para assistir ao espetáculo do mundo.


©nilzacarvalho #nilzacarvalho

Que manhã linda! 🌞 Um novo dia sempre vem com oportunidades, bênçãos e coisas boas! Aprecie cada momento, cada sorriso e cada desafio como uma chance de crescer e ser feliz!


Bom dia! Que o sol brilhe forte e ilumine seu caminho hoje! 🌻