Lagrimas de uma Mulher
Quem me dera se você pudesse ver agora essas lágrimas, eu não sentiria vergonha se no entanto elas falassem por mim.
"A verdade é que as lágrimas foram feitas para toda vida. Choramos quando nascemos e quando morremos."
O apontador de metralhadoras
Deleite em sangue e dor e lágrimas que caem e são sopradas pelo vento
para longe, para bem longe de qualquer sentimento minimamente humanizado.
Com rígidas metas a seguir, o apontador segue em auxílio à barbárie
a metralhadora arguida pelo furor de sua própria ira interna
embrutecida na contramão da vida, orienta seu caminho.
A alça de mira em 'colundria' com a massa de mira,
ambas corrompidas pelo gatilho ligeiro da expertise militar
que dá vida aos projéteis lançados lentamente ao ar, feito plumas ao vento
higieniza toda a humanidade existente naquele lugar,
'desaprisionando' o grito aprisionado no peito
que o enche de adrenalina para guerrear
e também o comove, o entristece e o faz chorar.
Depois dos gritos de medo e pedidos de clemência, o tiro de misericórdia.
Os olhos se fecham e o brilho latente da retina se encerra
assim como se encerra a luminescência dentro de uma lâmpada,
quando se queima.
Faz-se um breve silêncio entre o instante imediatamente posterior ao disparo fatal
e o instante em que já sem vida,
o corpo percorre o trajeto da queda de sua própria altura
e encontra o chão duro e ressecado pelo sol forte que o castiga diariamente.
O som ensurdecedor do silêncio que se propaga após a queda do corpo no chão à sua frente
o faz perceber que a guerra que luta agora, nunca foi a sua própria guerra
foi sempre a guerra de outros,
justificada por motivos que ele jamais soube explicar.
E que os sujeitos por ele subjugados são na verdade,
tão inocentes quanto ele próprio.
E em meio a tantas agruras,
ele percebe que a criança que ergue as mãos em sinal de rendimento
o faz por não ter escolha,
por não ter também uma metralhadora, ou um fuzil
com mira a lazer e pente de munição letal reserva,
como a que traz consigo pendurada no ombro esquerdo
em um coldre de couro desbotado e sujo de sangue.
O que ele não percebe é o quanto essa batalha lhe faz mal
o quanto cada corpo caído no chão, sujo de sangue e de terra vai pesar em sua consciência
quando enfim parar de puxar o gatilho sem pensar no porque o faz.
Sedenta noite se vai ao enturbar de minhas lágrimas; distantes extintas; são lástimas que se despem; no florescer do dia quais adornam...
Entre chuva e lágrimas, muita coisa
Desce rio abaixo. Muita coisa
Vai junto a essa correnteza
De incertezas.
Efêmero, passageiro e breve
É o amor, é a dor, é o tempo.
É o pular entre vírgulas,
É represa que rompe.
É a reticência sem ponto final,
É a vida, a continuidade.
São involuntárias mutações
E transformações.
Fala que vai compensar pelas noites de sono perdidas, pelas lágrimas desperdiçadas no travesseiro, pelas dores de cabeça, pelos cortes, por tudo. No fundo ela só espera um sinalzinho verde pra não desistir, uma confirmaçãozinha de que você ainda tá nessa junto com ela.
sinto me tão solitário sem você...
como as folhas caíram...
não compreendo essa lagrimas na solidão...
porque nada tem comparação...
sempre todas as noites estou aqui olhando imensidão...
tudo tão cinza sem cor... e as noites intermináveis...
passaram-se dias afio milhares de temores sem explicação...
neste céu azul nada tem noção que a dor...
posso pensar até sonhar mais apenas um vazio...
sem descrição dos meus sentimentos...
aonde foi que errei que deixei não resposta...
apenas a solidão no qual fui convidado...
posso ver escolheu e as horas passaram...
por momentos olhei o penhasco
do qual deixei meu coração...
não adianta sorrir... profundamente abandonei a vida,
igualmente a um anjo que chorou por momento,
sentiu se no desespero do abandono...
nada pode compara-se esse destino imposto...
pelas centelhas da paixão...
sou um tolo... sem coração... tudo morreu quando se foi...
da onde tirou este amor que nunca foi tão imenso...
as horas passam num momento de delírio tudo muito real...
posso ser tudo que quiser mesmo assim nunca será o bastante,
mais que faria te lembrar das minhas emoções...
de tudo que deixou mais tristeza foram as lagrimas...
que não me deixam esquecer meu maior sentimento.
tudo morreu no profundo do meu peito...
não há palavras que complete minha vida...
enquanto tempo passa num imenso vazio.
Luto por tudo aquilo que acredito, mesmo que me custe lágrimas, sei que DEUS as enxuga, porque Ele tem para mim imensas e incontáveis VITÓRIAS. Eu creio nas promessas de DEUS.
Muitas vezes eu estava
sozinha, eu não conseguia
dormir
Você me deixou afundada
nas lágrimas do passado.
E desde sempre você vai
achar como respirar
Porque lá haviam muitas
coisas que o seu coração
não
podia ver
Do abismo, do pecado e da desesperança. Livrai meu pobre coração e derrame lágrimas amargas, premiai a minha firme esperança.
A voz do silêncio...
O silêncio na voz...
Amargo se é ausência de nós
Entre lágrimas que torturam
Rasgam por dentro o sentir
A voz do silêncio...
Acetinado o afago de sons
por palavras que murmuram
entre si, suaves pétalas de fogo
Que amor é esse que me leva às lágrimas...
Que amor é esse que me leva à consumir-me...
Que amor é esse que me leva à esvaziar-me...
Que amor é esse que me revira ...
Que a amor é esse que me balança...
Que amor é esse que me faz permanecer...
Que amor é esse que me faz sentir especial ..
Que amor é esse que me acalma...
Que amor é esse que me esquenta..
Que amor é esse que me controla...
Que amor é esse que me liberta..
Que amor é esse que me aprisiona...
Que amor é esse que me traz esperanças...
Que amor é esse que me traz paz...
Que amor é esse que me estremece....
Que amor é esse que me move e ao mesmo tempo me estaciona...
Que amor é esse que me faz duvidar e ao mesmo tempo confiar....
Que amor é esse que é distante e ao mesmo tempo tão perto...
Que amor é esse que me confude e ao mesmo tempo me pacifica...
Que amor é esse que me tens perto e ao mesmo tempo tão longe...
Que amor é esse que me leva às nuvens e ao mesmo tempo me coloca de pés no chão...
Que amor é esse que mesmo não vivido me faz sentir saudades..
O fim....
Há de se pensar...
O fim será o começo?
O fim nos leva às lagrimas.... E o começo também...
O fim é doloroso... E o começo esperançoso...
O fim é desesperador... E o começo espera...
O fim é ventania... E o começo brisa....
O fim medo... E o começo confiança...
O fim desalento.. E o começo aconchego....
O fim nos tira as forças.... E o começo nos fortalece...
O fim nos despedaça... E o começo nos restaura...
O fim nos revela como somos .... E o começo nos faz deixar cair as máscaras...
O fim é arrebatador... E o começo acolhedor....
O fim é frio.... E o começo calor....
O fim é ventania.... E o começo brisa....
Enfim, o fim é necessário... E o começo essencial...
O espaço entre o fim e o começo é tão distante e ao mesmo tempo tão próximo.
Há de se pensar ...
O fim será o começo?
A saudade em meu peito dói, como se todas as lágrimas ao invés de sair, estivessem sendo direcionadas a meu sangue...
Olhe bem para as lágrimas, que escorrem em minha face, pois elas secaram um dia,e quem sabe, outra pessoa, possa me fazer sorrir.
Da força física brota o suor
Se misturando ao sentimento
Que transborda em lagrimas
Renascendo todos os dias
Como gotas de orvalhos
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