Juventude e Política
Se as ações podem nos dizer se um político é bom ou ruím; o psicopata perverso pode, não muito raramente, ser percebido apenas pelas palavras que lhe saem pela boca. E isso vale para qualquer pessoa.
Lamentavelmente, as ervas daninhas são muito, muito, mais fáceis de se multiplicarem do que as flores. Mas as flores sempre se sobressaem em meio a elas.
O problema do Brasil não é de caráter político, é de caráter pessoal ou, melhor dizendo, do mau-caratismo individual.
A violência entre os pobres é maior que entre os ricos, só não sei se isso é um problema de educação ou de controle demográfico, ou das duas coisas juntas.
A vida seria menos complicada se as pessoas respeitassem o limite demográfico suportável do planeta, e, se possível, que fosse bem mais abaixo do seu menor limite demográfico ideal, o mal não seria tão grande.
As políticas inteligentes nunca falham, o que falha é o seu funcionalismo, quando este é colocado nas mãos de indivíduos
ineptos, imbecís, desonestos e (ou) mal-intencionados.
É, e eu sei que eu vivo dizendo isso. E vou continuar dizendo. Ou melhor: nem vou dizer mais nada sobre isso. E sabe por quê ? Porque quando isso atingir o extremo insuportável do insuportável vai obrigá-lo a se levantar da sua cadeira.
As políticas inteligentes nunca falham, o que falha é o seu funcionalismo, qdo este é colocado nas mãos de invíduos ineptos, imbecís, desonestos e (ou) mal-intencionados.
Incendiar florestas ou matas é destruir o bem mais precioso à sobrevivência não só do ser humano, mas do próprio planeta, e deve ser encarado como um crime hediondo, por atentar contra a vida e o bem-estar de todos.
Esse político, mal-educado, que age com a intenção de espalhar o mal, causando mal-estar geral, é um mal-intencionado, com hífen bem visível.
Todo mundo tem alguma inteligência para alguma coisa, mas é preciso aprender a usá-la, e isso também tem a ver com educação.
Sabe aquela frase motivacional, “quem acredita sempre alcança”? Pois bem, é fake. A maioria morre sem alcançar aquilo em que acredita.
Camus dizia que “acabamos sempre por adquirir o rosto das nossas verdades”. E isso é verdade. Mas eu diria diferente, porém parecido. Eu diria que sempre adquirimos a cara daquilo que somos ou sentimos interiormente. Aquilo que somos e sentimos sempre se reflete na nossa imagem, mesmo que momentaneamente, seja ela física, psíquica, virtual, pessoal, social, profissional, fotográfica ou espiritual, é aquilo que se mostra à primeira vista nas pessoas, e que reflete um sentimento ou estado de espírito, como alguém que obtem uma fotografia num momento de tristeza ou amargura, e que, por mais que se esforce, geralnente, não fica bem na foto, geralmente fica com cara de enterro, observe para ver se não é verdade. E deve ser por isso que, não muito raramente, algumas pessoas adquirem a aparência de uma bruxa má, provavelmente pela existência de alguma maldade interna para com os outros; como, por exemplo, aquelas que nutrem mais inveja do que amor pelos amigos, ou como aquela fofoqueira, despeitada, que todo mundo conhece pela cara, ou só de ouvir falar, e que sempre acabam não ficando “bem na foto”. E o mesmo acontece com políticos e empresas, alguns não ficam "bem na foto" de jeito algum. Alguns políticos saem sempre com "cara de madeira". Enquanto os seus eleitores ficam com "cara de tacho". E você, tá com cara de quê, agora?
Os valores mudaram bastante depois do euro, até a elegância se extinguiu do planeta. Parece que é azarento.
Não seja um "maria vai com as outras", pois pode haver uma grande probabilidade de você não voltar.
