Juventude e Política
Os governos sempre precisam de inimigos quando não estão em guerra. Se você não tem um inimigo real, inventa um e espalha a notícia. Isso apavora a população, e quando as pessoas estão apavoradas, tendem a não sair da linha.
"Anarquia nada mais é do que uma forma de provar que o ser pode ser livre, tendo como base para a sociedade apenas os valores éticos com os quais nasce e ensinado durante a vida."
A ideia do politicamente correto pode ser um campo fertil para mentirosos e dissimulados. Bonitinhos e fétidos ao mesmo tempo.
Você não é BRANCO! Não é MARROM! Não é PRETO! Não é AMARELO! Não é AZUL! Não é VERMELHO! Não é SUPERIOR e muito menos INFERIOR! DEVEMOS NOS JUNTAR!! Você é HUMANO!! BEBA DE TODA FONTE DE SABEDORIA! APROPRIE-SE de TODA CULTURA que sentir AFEIÇÃO! SE ORGULHE SIM!! SE ORGULHE do seu CABELO! Seus OLHOS! Sua BOCA! Seu NARIZ! Seu CORPO! Sua VOZ! Seu NOME! Seu JEITO! Seu GÊNERO! Você se sente BEM DE VERDADE? Sinta-se ORGULHOSO(A)! Se não simplesmente MUDE! Sim, MUDE! Sinta INVEJA! Sim, SINTA! MAS SÓ SE FOR AQUELA BOA... que te faz CRESCER e PROSPERAR, chamada ADMIRAÇÃO! ADMIRE quem MERECE! ADMIRE pessoas BOAS e do BEM! NÃO SE DEIXE LEVAR POR ILUSÕES DO DEGRADANTE SISTEMA! Nessa minha vida já conheci muita gente "RUIM", MUITA! Mas já tive a grande oportunidade de conhecer pessoas "BOAS" e FANTÁSTICAS! Que me fazem acreditar em um HOJE e AMANHÃ melhor para meus filhos! VOCÊ é um DEUS! VOCÊ é uma DEUSA! GOVERNE com MAESTRIA seu próprio TEMPLO e LEMBRE-SE FAÇA O BEM! VOCÊ É CAPAZ DE TUDO! SEJA FELIZ E QUANDO PRECISAR É SÓ CHAMAR, PODE CONTAR COMIGO!
Porque será não investem na educação? Será que eles querem, mas não podem? Não, fazem isso pq querem criar um futuro de jovens alienados que eles possam fazer o que quiser, e povo só diga amém,é por isso que pesso a sociedade que cresça que amadureça, que lute, que estude, que viva, viva sua vida, jovens são a geração do futuro, parem de pensar só nos seus próprios umbigos, e olhe ao redor, olhe o mundo.
Não há muitos homens ou mulheres honestos em Washington. Os políticos chegam onde estão puramente pela força do ego, não por suas convicções. E sabe de uma coisa? A culpa é nossa como eleitores. Não exigimos candidatos melhores, então acabamos tendo o que merecemos – nos dois lados do balcão.
Com o passar do tempo nas mãos dos trabalhadores brotam os calos, já nas mãos dos políticos rapidamente enraízam limo...
Em Angola temos democracia, temos consenso, temos democracia parlamentar. Então o que podemos não ter em determinados casos é unanimidade, mas democracia parlamentar temos.
As pessoas muitas vezes não sabem ou não conseguem distinguir que a questão não está na legitimidade do Governo - porque a legitimidade é dada no momento em que o partido sobe ao poder e a escolha é feita pelo cidadão. O que importa é o que chamamos, em termos de Direito, discricionalidade, ou seja, as opções de escolha do Governo.
Em termos do princípio da discricionalidade, o poder executivo pode escolher fazer uma coisa ou outra desde que isso esteja em conformidade com a lei, e consoante às suas vinculações. Isso quer dizer que o que nós podemos criticar é apenas a forma das escolhas administrativas do Estado, onde, por exemplo, o Estado abriu poucas escolas, poucos tribunais, onde deveria abrir mais, ou fazer mais. Não está em jogo a sua legitimidade parlamentar ou a legitimidade de governar.
A identificação supera a analogia; a analogia supera argumentos racionais; e argumentos racionais não superam nada.
Quem nunca participou de uma campanha no Nordeste e, sobretudo, em cidades menores, não tem ideia do que é realmente uma disputa em campanhas eleitorais.
Tijolos e Caniços
Estava acompanhando uma discussão em rede social sobre um determinado candidato à presidência. De um lado, o fã defendia o cara sob os argumentos de melhora na economia, reforma nas escolas e garantia de direitos humanos. Do outro, um grupo de cinco pessoas rebatia com xingamentos, emojis irritados e aquele tradicional: “Meu pensamento é melhor do que o seu”. Logo, o cara de cima respondeu embaixo reafirmando o pensamento, que, para mim, parecia muito melhor embasado.
Isso não tem a ver com direita ou esquerda. Vai muito além. Observando os comentários, eu percebi duas formas distintas de pensar: a forma estrutural e a superficial. Para mim, o pensamento superficial é como um tijolo sustentado por um caniço em riste. O tijolo representa as certezas, o pensamento imutável, aquilo que eu sei e todos os outros também devem saber. Basta apenas um sopro de vento para o caniço quebrar e o tijolo ir ao chão.
Já o pensamento estrutural é aquele construído tijolo a tijolo. Cada tijolinho é um conhecimento de mundo, uma descoberta sobre si mesmo, a formulação de um novo pensamento. Mas cada pensamento está co-relacionado com o tijolo anterior. Assim pode-se fazer afirmações, pois reconhece-se o porque do pensamento. Se eu tenho uma estrutura e sei porque penso desta forma, fica mais fácil de fazer o outro entender. Dá para explicar, tijolo a tijolo, os motivos para a construção da minha ideologia ou modo de pensar.
Quando o pensamento estrutural encontra o superficial há conflito, pois quem tem muitas certezas não pensa. Não reflete. Não reavalia as próprias escolhas nem ouve o outro lado. Quando dois pensamentos estruturais se encontram há diálogo. Há uma troca de materiais que auxiliam em ambas as construções. Mas quando o superficial encontra o superficial não há troca. Ou melhor, são palavras trocadas no vazio. Tão fracas e sem sentido quanto uma brisa que não levanta sequer a poeira de cima do tijolo.
Uma casa simples construída sobre base sólida é mais forte que uma mansão sustentada por caniços.
Os políticos brasileiros são espécies de criminosos que sabem que não podem confiar uns nos outros...mas ainda são capazes de fazer negócios entre si. Essa é a mais abstrata personificação dessas criaturas.
di.matioli
Os governantes brasileiros não pensam na continuação da espécie, infelizmente só querem cuidar do próprio espécime
As bandeiras da ética e da honestidade, são bandeiras que todos querem exibir, mas que poucos possuem coragem ou assumem a responsabilidade para mantê-las de pé.
