Justiça de Deus
Críticas sem solução a gente põe na balança da justiça de Deus e pede por misericórdia para livrar o peso da consciência do próximo.
Uma das interrupções dos adultos que substitui a Educação na Justiça de Deus na vida da crianças é a vaidade dos pais.
A Espada de Dois Gumes corta em dois sentidos: para cima, mostrando a justiça de Deus e para baixo, descrevendo a Sua misericórdia, protegendo os mais fracos.
Com fé os reis da terra honram e seguem a justiça de Deus; sem fé, todos corrompem suas próprias leis e sofrem com suas injustiças.
Por um falso contrapeso na balança da justiça de Deus e contratar falsos advogados para torção dos direitos do próximo é declarar a sentença de morte, a perda eminente de seus negócios e assinar o testado de óbito em vida, pois o Sol da Justiça revela os segredos do coração.
O juízo e a justiça de Deus correm soltas para quem deseja ser culpado ou inocentado, podendo escolher as maldições ou as bênçãos pelas suas condutas.
Uma criança atenta à educação na Justiça de Deus, cresce respeitando os conselhos sábios, sadios e santos da Sua família.
NOVO - O AMOR de CRISTO nos constrange, muda nosso ser, somos NOVOS!
VELHO - A JUSTIÇA de Deus sacia nossa soberba e arrogância, continuamos os mesmos!
A JUSTIÇA DE DEUS E IMPLACÁVEL
Nos confins do tempo e do infinito, o véu da justiça divina é tecido com os fios mais puros e firmes. Implacável, ele se estende além dos limites do entendimento humano, transcendendo todas as fronteiras terrenas. A Justiça de Deus é uma balança imparcial, que não se deixa influenciar por caprichos ou artimanhas.
Seus olhos abrangem cada ação, cada palavra proferida e cada pensamento semeado nos corações da humanidade. Nada escapa à sua vigilância compassiva, nem mesmo o menor dos atos praticados nas sombras mais obscuras. Seus desígnios são claros e irrefutáveis, e a punição ou recompensa é medida com precisão divina.
Mas engana-se quem vê nessa implacabilidade apenas severidade e dureza. Pois a Justiça de Deus também é um abraço terno e acolhedor para aqueles que trilham os caminhos da retidão. É um farol de esperança que guia os perdidos de volta ao rumo certo, uma bússola que aponta para a redenção e a renovação.
Enquanto muitos podem temer a justiça humana, com suas falhas e imperfeições, a Justiça de Deus é a derradeira verdade. Ela não conhece suborno, não se curva a influências corruptas, nem se deixa cegar pelo poder ou pela riqueza. É a lei suprema que governa o universo, trazendo equilíbrio e ordem onde quer que seja invocada.
Aqueles que transgridem os princípios divinos não escapam do olhar perspicaz do Criador. Porém, mesmo na sua implacabilidade, há espaço para a misericórdia. Deus, o Juiz Supremo, sonda as profundezas da alma, conhecendo as lutas e as fraquezas de cada ser humano. E é nesse encontro entre a justiça e a misericórdia que a verdadeira sabedoria se manifesta.
Portanto, diante da Justiça de Deus, não devemos temer, mas buscar a verdade e a virtude em cada passo dado. Devemos aprender com os erros e crescer na compreensão de nossas responsabilidades. Pois, no final, a Justiça de Deus prevalecerá, trazendo consigo a paz e a plenitude que só a retidão pode oferecer.
Nenhum ser humano tem justiça para ser salvo. Antes precisamos da justiça de Deus. Da justiça que vem pela fé em Jesus Cristo.
Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.
