Justiça
O que nos falta é sangue nas veias. Aquela coisa, sabe, que faz a gente se sentir vivo e atuante. Estamos cada vez mais apáticos. Cada vez mais mornos. Lembro de como reagia se alguém se metesse com um de meus irmãos. Como ficava se alguém se atrevesse a insultar qualquer um dos meus amigos. Como era atrevida e ousada ao defender um estranho que sofresse uma injustiça.
Hoje tudo pode. As pessoas tornaram-se anestesiadas.
Pois é...Se o desaforo não bater a nossa porta, está tudo bem.
Não temos mais garras e dentes. Nos tornamos moralmente gelatinosos. A nossa honra e integridade são de uma plasticidade assustadora. Fazemos vista grossa com a injustiça sofrida pelos outros. Economizamos nas defesas. Somos seletivos ao tomar partido. A maldade alheia não incomoda. A voz alta. A falta de educação e tato ao lidar com crianças ou animais. A crueldade.
Que espécie de seres nos tornamos, por Deus?
Pergunto mil vezes. Mil vezes sem resposta.
Soberania sem caráter é puro despotismo. Algumas vezes Deus se “limita” (Isaías 48:9) por Sua justiça e outras por Seu AMOR. Ele optou SOBERANAMENTE nos amar, fazendo justiça na cruz e manifestando Seu Amor. Se Deus não pode optar livremente entre uma coisa e outra, logo Ele está preso e dependente da própria “soberania”.
Pois eu digo: Quem disse que eu tenho medo de homens? Quem disse que tenho medo do seu julgar?...Não têm nenhum perfeito nesse mundo!!! Porém, os justos sempre terão a proteção do nosso Senhor. Mas os injustos serão incapazes.
A maior fome que um povo pode experimentar não se limita à carência de alimentos; ela transcende a materialidade, mergulhando nas profundezas da alma humana em busca de uma plenitude que vai além do simples sustento físico. A verdadeira fome de um povo reside na busca incessante por dignidade, justiça, conhecimento e compaixão.
Defender os direitos e garantias fundamentais da população não significa ser "negacionista" e sim, ter a responsabilidade de assegurar o Estado democrático de direito, assegurado pela nossa Constituição Federal.
A vingança não pertence a nós. Quando alguém nos faz mal, devemos deixar que o Senhor traga a justiça.No final, todos nós colhemos as consequências do que semeamos. "Minha é a vingança; eu retribuirei', diz o Senhor." Romanos 12:19"
"Vejo marginais serem impunes, a sociedade se colocar em contra dos policiais, e homens de bem sendo esquecidos. Enquanto os criminais terem mais direitos que pessoas honradas, teremos que conviver com está imundice. Justiça só a de Deus, porque dos homens? Na maioria das vezes um status consideravelmente se pode ser comprado... um avalista ou uma fiança paga e considera-se livre... meu Deus quanta injustiça somos obrigados a deparar no nosso cotidiano."
─By Coelhinha
Descobri que a vida me dá o que realmente necessito. Que nada faz sentido se eu não me importar com o que está acontecendo ao meu redor. Que a justiça se faz necessária no nosso dia a dia. Descobri que o amor é a ponte para a nossa felicidade. Que nada externo, é eterno, apenas passageiro. São tantas descobertas, que seria injusto não acatá-las. Que viver, é isto, descobrir que o inevitável bate na nossa porta a cada segundo.
A felicidade incomoda quem não é feliz. Deus sempre honra aqueles que vivem a sua verdade. E a justiça também é esta verdade diante dos olhos de Deus. Cedo ou tarde a justiça será feita, não adianta correr...
Para o perdedor invejoso, a vitória do adversário nunca será vista como uma conquista justa, mas como uma ameaça direta ao próprio ego.
Alguns servos de Deus são os que mais exigem castigos para o próximo, por não entenderem que o silêncio de Deus é um presente que também receberam, quando mereciam punição.
A vingança é algo muito desejado, ensinado e amplamente exaltado, mas somente Deus é capaz de retribuir de forma justa.
A salvação é gratuita; O rico não pode se exaltar pela exclusividade de ter e nem o pobre pode se lamentar por não receber.
