Juras de Amor Eterno
CONFESSO
Confesso que te amei desde o começo,
sempre que você fala dela, eu me estremeço.
Você fala que ela é bonita e blá, blá, blá...
Para mim pode ser só blá, blá, blá...
Mas para você ela é sua alma gêmea.
Queria que você levantasse um dia
e me achasse bonito.
Mas sei que nunca vai acontecer.
Só queria te dizer que eu penso em você até o anoitecer.
Pode não parecer,
mas eu tento te esquecer.
Sempre que você chega perto, eu quero desaparecer,
mas eu não consigo nem me mexer.
Quando eu converso com você,
parece que o cupido me acerta com tudo
e eu me iludo.
Até queria confessar,
mas o que isso vai dar?
Então vou ter que lidar
e não confessar.
Confesso, às vezes eu te observei.
Mas o que um garoto como eu poderia fazer?
Isso é apenas um amor não correspondido.
Eu até poderia dizer,
mas sei que você nunca irá entender.
Vitor Hugo Raaber
Rua Chamada Passado
Estou andando pela rua chamada passado.
Às vezes, penso que sempre amei estar lá, não por querer permanecer presa a ele, mas porque foi uma época muito boa.
Não estou vivendo lá; estou apenas a passeio.
É um passeio que me faz bem. A gente sempre retorna, ainda que em pensamentos, aos lugares que amamos.
A gente ri e gargalha.
A gente suspira e sorri.
É um toque acolhedor.
Lá, confiamos em quem amamos. Lá existe o amor, esse poder que o mundo, tantas vezes, tenta nos ensinar a perder, mas que jamais deveríamos abandonar.
Há lugares que não voltamos com os pés, mas com a alma.
E sempre haverá sinais..m
Desde quando eu te amei e o quanto eu ainda te amo.
Quando eu te escolher no início de tudo, eu tinha certeza que seria a pessoa!
Eu preciso de você.
Eu preciso de sua ajuda.
Eu preciso de você comigo
Eu preciso de você na saúde
Nos momentos bons e ruins.
Eu preciso de você nos seus piores dias...
Eu preciso de você até quando eu estiver errada, para que me impulsione para o certo.
Para que se certo, para que seja sempre...
Eu e você.
Te amo duas vezes...
Eu sempre amei você,
desde o início,
desde o silêncio,
desde sempre...
desde o nada que já era tudo.
Antes de saber quem você era,
antes de entender o que seria
na minha vida.
Não sei se foi o poder da chama gêmea —
da junção divina —
mas te amei bem antes...
Talvez seja a força das almas,
o laço antigo,
a chama gêmea —
essa união que não se explica,
mas que se sente...
com a pele,
com o coração.
Não sei se fui eu quem amou primeiro,
ou se apenas reconheci
um amor que já me habitava.
Quando soube de tudo,
não houve espanto,
nem dúvida.
Só permaneci —
amando.
Como se já soubesse.
Meu corpo já ansiava o seu,
meus pensamentos já te buscavam,
meu coração…
já era teu.
Já amava com toda a intensidade,
já sentia saudade.
E eu, sem perceber,
já tinha desistido de tudo
por você.
Não sei onde termina o amor
e onde começa a conexão de almas.
Talvez nem exista fronteira.
Porque, se for assim,
em total lucidez,
declaro —
nesta vida corpórea
e na outra espiritual —
eu te amo duas vezes.
Nunca te iludi, sempre te amei
Nunca te iludi
— meu silêncio nunca foi vazio.
Carregava teu nome com cuidado,
como quem guarda água em mãos abertas, sabendo que amar também é não prometer o que não se pode cumprir.
Sempre te amei nos detalhes pequenos:
no jeito que o dia ficava mais leve quando você chegava,
na paciência que aprendi sem perceber, no respeito de te querer livre, mesmo quando te queria perto.
Não te confundi
com passagem nem distração.
Te escolhi sem alarde,
com o coração firme e os pés no chão, porque amor de verdade não precisa enganar pra ficar.
Se um dia duvidar,
olha pra trás com calma:
meu afeto nunca mudou de forma,
nunca vestiu máscaras —
nunca te iludi, sempre te amei.
Se este for o Abraço Derradeiro, lembra-te dele com a certeza de que Sempre Amei estar com você.
Há uma estranha e rica beleza naquilo que não permanece.
Talvez porque a finitude da vida seja a moldura invisível que dá valor a tudo o que vivemos.
Se os encontros fossem eternos, talvez não soubéssemos reconhecê-los; se os dias não terminassem, talvez nunca aprendêssemos a contemplar a beleza da luz que os atravessa.
A vida nos ensina, muitas vezes sem pedir licença, que nada pode ser segurado para sempre.
Pessoas, momentos, lugares, versões de nós mesmos — tudo segue seu curso.
E, embora a despedida carregue um peso muito difícil de suportar, ela também revela a profundidade do que foi vivido.
Sofremos porque amamos.
Sentimos falta porque houve presença.
Choramos porque existiu significado.
A finitude não é apenas o fim; é também a razão pela qual cada gesto importa.
Um abraço demorado, uma conversa simples, um silêncio compartilhado, um olhar que diz mais do que quaisquer palavras.
São essas pequenas e singelas eternidades, escondidas dentro do próprio tempo, que permanecem quando tudo o mais parece partir.
Talvez o grande desafio não seja vencer a impermanência, mas aprender a caminhar com ela.
Aceitar que a beleza das coisas está justamente em sua fragilidade, em sua finitude.
Que o amor não se mede pela duração, mas pela intensidade com que transforma quem o vive.
Que algumas presenças continuam habitando a nossa existência mesmo depois de partirem.
E, quando chegar o momento em que não houver mais nada a acrescentar, que reste ao menos a serenidade de saber que a vida foi compartilhada com — e em — verdade.
Porque, no fim, não levamos absolutamente nada do que juntamos ou acumulamos, mas os afetos que construímos e tudo o que espalhamos.
Não permanecem os bens, os títulos ou as certezas; permanecem as marcas deixadas nos corações que tocamos.
Por isso, repito, se este for realmente o abraço derradeiro, que ele não seja lembrado como um adeus, mas como a celebração silenciosa de tudo o que vivemos.
Que nele estejam contidas as risadas, as lágrimas, o medo e a fraqueza, a força e a coragem, os recomeços e os sonhos…
E que sua memória repita, para além da linha do tempo, aquilo que talvez seja a mais humana e necessária das verdades:
Valeu a pena, porque houve amor!
A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.
Sintam-se carinhosamente abraçados!
1788
"Sempre Amei Minhas Professoras... Todas as Minhas Professoras. As Anteriores, as Atuais e até as Futuras!"
Sempre amei luas cheias. Desde que era criança. Gosto de achar que elas são um tipo de presságio. Queria acreditar que elas anunciam coisas boas. Tipo, se eu estivesse cometendo um erro, teria a chance de começar de novo.
E de repente descubro que te amo... acho que sempre amei. Foi tanto negando isso que me dei conta de que amor maior não podia sentir. Ah!... o amor faz com que a mais dura pedra vire pó. É assim que me sinto perto de você, como pó , livre de tudo e de todos e que voa bem longe graças a seu amor.
Oh! O que eu não daria para te-lo em meus braços agora, sentir o gosto dos teus beijos, me maravilhar com seu abraço...
Agora que te perdi, tenho coragam de dizer EU TE AMO. E SEMPRE TE AMEI. mais afinal.. já é tão tarde .
Amo muito sempre amei sou moleca demais mulher demais dou muita risada e choro tantas vezes sou tudo assim mesmo, um tão pouco que já basta e aos que me chamam de maluca ofereço um pouco da minha dose diária de loucura chamada felicidade
Eu sempre amei sua alegria disfarçada.
Seus olhos mornos,sua pele fria,seus cabelos claros,suas mãos vazias,suas coxas quentes,seus beijos ardentes,suas taças de vinhos,suas unhas vermelhas,suas lentes ,seus pés molhados ou seco...Eu amei todo detalhe em você.
Eu cheguei ao topo do amor;
Se AINDA te amo!? Não! Sempre te amei. É impossível usar o ainda se nunca deixei de o sentir e o sentimento foi crescendo a cada dia.
Talento esse já vem de criança de pequeno,
sempre amei as artês cênicas está no meu
sangue realmente, esta foi a primeira
apresentação que eu fiz na escola onde eu
estudava! Com oito anos de idade eu já sabia
o que eu tanto queria pra minha vida,
Atuar...
Sempre lembrarei
Do que te amei
E que por você chorei
E sempre perguntarei
Porque fois tão inconsequente
Que não destes valor
Ao meu amor
E saibas que o meu amor
Em rancor se transformou.
