Julgar as Pessoas
Quem sou eu pra julgar ou desistir das pessoas,por mais erradas q elas estejam. Se tantas vezes errei e entristeci o coração de Deus. e ainda assim ele nunca me negou perdão e nunca desistiu de mim.
Quer uma vida melhor? Seja uma pessoa melhor!!
As pessoas costumam julgar as mudanças umas das outras, sem saber o que as levou a tal mudança!
Lugares, pessoas, costumes, as vezes por estarmos presos a essas coisas nos impedimos de crescer como deveríamos. Não é egoísmo é amor-próprio, devemos aprender a enxergar que nem sempre o melhor pra nós está aonde a gente quer que esteja.
Folhas velhas precisam cair pra que novas folhas cresçam, não tenha medo de mudar pelo que vão achar ou falar de você, se for pra sua evolução mude, livre-se das folhas velhas e seja uma nova árvore, sem esquecer de solidificar suas raízes na verdade, após isso é só aguardar que novos frutos virão
A vida e as pessoas nos julgam. Não sei se terei delas a absolvição, mas trago em mim uma consciência tranquila e isso me basta.
As pessoas tem mania de querer apontar defeitos em nossa aparência para nos julgar, ofender... Mas elas se esquecem que em muitas vezes não é só a nossa beleza exterior que conta, mas sim a interior, e por ventura, as mesmas que querem nos rebaixar por muitas vezes são piores que nós, não só por fora, mas por dentro também!
Pessoas assim, são pobres de espirito, são pobres de amor próprio.
Confidencie seus segredos e intimidades somente a você. As pessoas que julga confiáveis, as vezes não são o que pensa ser. Mentira tem perna curta, faz jus o ditado popular.
As pessoas não podem sentir os seus problemas nem julga-las, pois cabe somente a Deus na pessoa Jesus a esse dever de sentir nossa dores, pois ele sentiu a pior das dores do ser humano, O PECADO DE TODOS NÓS.
Convido vocês a ficarmos abertos ao que as pessoas tem para nós,abertos ao que tem para dar sem julgamento.
Será que conseguimos?
A efemeridade do julgar
Manhã fria que aos poucos se aquece. Como de rotina metrô cheio. Pessoas com histórias, idades, gostos, estilos... enfim, a diversidade que há numa metrópole. Os que conseguem viajar sentados: livros nas mãos, jogos, trabalhos, pastas e um estilo próprio que toca aos seus ouvidos, hora suave, hora gritante, assim é a manhã de um paulistano.
De repente as portas se abrem, uma senhora entra...olhos amedrontados, corpo encurvado e as pernas ansiosas por um assento... ninguém levanta e nem a percebem; os sentados fecham os olhos e a ela menosprezam...ela procura o banco azul em tom claro. Logo avista uma moça, sentada no banco em que ela se enquadraria. Moça elegante e sorridente, traços de pouco sofrimento e um meigo olhar para a senhora que ali permanecia.
Um senhor já grisalho, ao ver tamanha frieza logo exclama: "já que os jovens não se levantam...assenta neste banco minha senhora...". A moça ergue a cabeça e avista os olhares de reprovação. Sorriu e novamente a seu livro se fixou. E na longa trajetória a ela todos olhavam...
Na penúltima estação um jovem rapaz se aproxima, com duas muletas e pernas saudáveis. O Rapaz elegante da moça se aproxima, e a entrega seu apoio e as muletas que nas mãos trazia. Todos pasmos. Quem diria? Aquela meiga moça uma de suas perna já não possuía...
Sempre julguei ser uma obrigação ajudar as pessoas no que for possível, mas nunca considerei isso independente do sacrfício necessário para realizar a tarefa, nem do merecimento daqueles que com ela irão se beneficiar.
Ninguém tem o direito de nos julgar, pois ninguém conhece nossa história. As pessoas sabem de nós apenas o que resolvemos mostrar a elas.
As pessoas me julgam antes de me conhecer. Elas têm preconceito de mim. Isso não é bom. Não é legal. E pode ser fatal.
