Julgamentos
Estou a mercê de julgamentos...estamos, todos.
estou sem escudo aos rótulos ou as opiniões
Mas continuo sendo pra mim eu mesmo
De lado único mas disposto a mudar diante de um bom argumento ou ideia.
O que sei de mim é que não sou A ou B
Direita ou esquerda, frente ou trás, acima ou abaixo.
Sou o que sou e o que sei, e o que vivi.
Mas estou a mercê do julgamento alheio.
Se me incomoda? Já incomodou, mas o que vivi me ensinou a te respeitar, seja qual for sua atitude, opinião, sugestão sobre o que for.
Aceito mudar de ideia, inclusive sobre mim.
Basta um bom argumento.
Mesmo que você não sirva para muita coisa aos olhos e julgamentos de muitas pessoas, saiba que és importante. Faça a diferença onde você estiver.
Dancei com as estatísticas, com os prognósticos, com os julgamentos. Aprendi que dançar bem não requer prática. Requer alma. Só “dança” na vida quem não levanta e vai pra pista. Quem espera convite e condução. Quem quer a garantia de passos firmes e seguros. Mas eu aprendi. E, entre um tropeço e outro, vou coreografando o balé único da minha vida: do sopro inicial ao último suspiro.
Tudo que vê são julgamentos banais. Julgamentos carnais de seres carnais a ti voltados, graças aos quais não reconheces tua beleza e torna-se a ti mesmo um juiz como os tais que te afligiram.
Se eu queria julgamentos eu realmente consegui... A diferença é que nenhum dedo apontado vai abalar minha estrutura. Quer saber, eu acho até graça!
Todos desprovidos de misericórdia
E repletos de julgamentos
Condenam o inocente
E libertam o culpado
Tristeza acusatoria
De uma vida sem vitórias
Derrota o persegue
Pobre inocente
Sempre caluneado
O peso sobre sua cabeça o faz rebaixar
Sua dor o desintegra
Ainda assim com suas forças
Quase que inexistentes
Continua a lutar
Força confusa
Que não sabe quando parar
Apenas caminhando
Bem na beira do precipício
Sem medo de cair
Entre o fundo do abismo e o céu
Se encontra no chão
Apenas continua
Mesmo sem disposição
Triste tristeza profunda
De uma alma oriunda
Que apenas continua
Sem ter onde ir.
Julgamentos
Te julgam a vida toda
De onde você é e venho
Com quem você anda
Como você se veste
Como você se porta
Te julgam a vida toda
Julgam pela sua crença
Julgam pela sua cor de pele
Julgam por sua aparência
Julgam por sua família
Julgam por seus amigos
Julgam pela sua profissão
Julgam pela sua escolha
Julgam pelo seu amor
Eles sempre te julgaram
Mas um dia você teve deu a volta por cima, e hoje, você não julga
Você criou seu caráter em meio a esses julgamentos
Você ficou forte
Cresceu com a ajuda daqueles que te julgaram por uma boa parte da sua vida.
Hoje você da o troco
Mas não paga com a mesma moeda, você simplesmente impõem o que vale a pena ou não ter em sua presença.
E essa massa que te julgou, ainda te julga, por você não querer a presença dela ao seu redor...
Aos outros dou o direito de serem como são sem julgamentos.
A mim cabe o dever de ser cada dia melhor, jamais cobrarei a perfeição de de alguém. Não sei se todos devem buscar a perfeição, mas sei que eu devo buscar! Por isso me dedico ao máximo e me cobro todos os dias e em tudo que faço minha dedicação é de 110%
Abre espaço pro tempo, sem julgamentos no canal da moda, que o espinho é alegria, e, ninguém se incomoda, aparência é exigência subjetiva, ainda, então, docemente sejam os padrões, objetivos, definidos igualmente, sem o sufocar da expressão no elemento do gentilmente, já que beleza é sabedoria da mãe natureza, em constante edificação, se porventura a ti insistir a gula, é criança gerando em outra estação, prá surpresa de outra aglutinação em perfeição, ativada pela excelência da esctesiada sensação de motivação.
Até as quedas foram propositais, e os julgaMentos, foram degraus de estabelecimentos, prá não esquecermos como desitegram-se espinhos, agora, mormente é lúcido edificar, sabendo até que ponto, recriavam tantas mazelas.
Não confio em meus julgamentos de mim mesmo.
Não aconselho isso a ninguém por não saber se é bom ou ruim.
Mas isso nada mais é do que a essencia de meu ser.
Essa confusão é que me alimenta e me torna.
Não sei quem eu sou realmente.
Mas é isso que me torna quem realmente eu sou.
Julgamentos são feitos sobre fatos concretos acontecidos na realidade material e temporal e não em "achismos" ou idiossincrasias.
Quanto mais você tentar agradar as pessoas, mais julgamentos você irá receber. Seja você mesma, sem força alguma, e todos irão te aceitar.
Os preconceitos fazem parte dos humanos devido a julgamentos anteriores ocorridos que passam a ser utilizados repetidamente.
Antes eu era perfeita para mim, agora eu sou uma pessoa cheia de auto-criticas, julgamentos, dilemas, indecisões e carência.
Muitos ainda criam rótulos, definições e julgamentos.
Sendo assim, continuam ainda presos aos limites impostos pela mente. Não aprenderam ainda a observar em silêncio, que permite compreender a essência, profundidade intuitiva e expansão da visão.
