Jovens
É engraçado, quando somos jovens e famintos a nossa criatividade transborda e acreditamos poder mudar os sistemas e os velhos mecanismos, e quando alcançamos certa estabilidade nos acomodamos e ficamos um tanto flexíveis e desencorajamos os jovens e os famintos… Talvez seja simplesmente medo e vergonha de que eles consigam fazer aquelas coisas todas que não fomos capazes.
Nós jovens ja queremos bater asas muito cedo , sim seria bom ser Indenpendente dos pais , ter sua propria autonomia , mas como ja dizia meu mentor Acamai - vos jovem , você terás sua hora Jesus cristo estas convosco .
O Brasil seria um País muito melhor se, ao invés de saber fazer o lê lê lê, nossos jovens soubessem LER
Numa viagem,entrei numa camioneta: pessoas de todas idades aí estava. Um grupo de jovens também regressava das suas tarefas escolares.
Muitos deles estavam abraçados, beijavam-se, falavam baixinho, confidenciavam algum segredo, balbuciavam sons mal articulados, apertavam-se um contra outro.
Vi. Nada disse. Fixei os meus olhos nos deles. Nao entenderam. Depois interroguei-me:
-SERA ISTO AMO? Nao caro jovem, isso apenas tem um nome: FAZER AMOR.
Sabes oque singnifica fazer amor?
-É agarrar nas pessoas humanas e transformá-las em maquinas,onde tudo acontece egoísticamente.
-É instrumentalizar este ou esta para daí tirar o máximo de prazer.
-É explorar uma paixão mórbida e despersonalizante.
-É reduzir a sexualidade humana à satisfação do instinto.
-É deixar entender que nunca percebeste o que significa amar.
-É nao entender nada do valor da sexualidade huamana.
-É amar sem amor.
-É negar o amor.
-É querer ser rico sem posuir riqueza.
-É querer dizer a verdade, mentindo.
-É querer saber nadar, afogando-se.
-É saber tudo, vivendo na igorância.
-É querer encontrar um tesouro, mas vivendo na ilusão.
As vezes sinto muita falta de algumas emoções típicas dos jovens apaixonados, que o passado tratou de afastar, mais que o coração jamais esquecerá, são essas lembraças que nos faz ver o quanto o passado valeu apena.
Quando somos jovens acreditamos que nossas escolhas são as mais certas, quando chegamos na maturidades , vemos que nem sempre as escolhas foram acertadas,mas o que devemos tirar de lição é que o importante é você ter coragem para fazer as escolhas, ruins ou boas, elas sempre serão suas escolhas, suas decisões!
Aos mais jovens, eu sempre digo o que eu não quis escutar. E, por experiência,peço muito a Deus para que escutem ao invés de vivenciar.
O que as pessoas precisam, principalmente os jovens, é de alguém que confie neles, alguém que os coloque "para cima".
"ROLEZAUM"
Um país onde jovens pobres se reúnem aos milhares para marcarem seus encontros e fazerem algazarra em shopping centers. Como se isso fosse a bandeira revolucionária de um grupo. Apartheid? Não, não se trata de um apartheid à brasileira. Lembrem-se que o direito de ir e vir, parar e ficar, é um direito consagrado pela Constituição de 88, mas consentâneo de outros direitos também constitucionais, com os quais deve conviver de forma horizontal, pois não pode haver direitos absolutos numa democracia, nem mesmo a vida goza de tal presunção.
Como bem frisou o Juiz da 14ª Vara Cível de São Paulo: "O Estado não pode garantir o direito de manifestações e olvidar-se do direito de propriedade, do livre exercício da profissão e da segurança pública. Todas as garantias tem a mesma importância e relevância social e jurídica" (Processo n.º 1001597-90.2014.8.26.0100).
Não tenham dúvidas de que 6 mil jovens não se reuniriam por acaso em um local destinado às compras por aqueles que têm dinheiro, e, sobretudo, por aqueles que não o têm, mas que parecem ter e pretendem manter a ilusão de um padrão de vida falacioso. Tão falacioso é pensar que esses jovens estão ali apenas para se divertirem, apenas para um "rolezinho", apenas para poderem participar de uma vida que eles não possuem acesso. A força motriz que move esses milhares de jovens é a oportunidade de poder chamar a atenção, fazer baderna, pois se quisessem reivindicar melhorias de vida não estariam aos montes na frente dos shopping centers, mas diante da Assembléia Legislativa exigindo seus direitos. Se quisessem alcançar melhores padrões de vida, estariam lotando as bibliotecas municipais e provando para si próprios e para todo o resto da sociedade que são capazes.
É precipitado gritar que estão proibindo os jovens pobres de entrarem em shopping centers, beira o sensacionalismo. Eu, pobre que sou, sempre pude ir e vir, parar e ficar nos corredores, nas vitrines e nas lojas desses centros comerciais, e creio que você, que agora está lendo essas palavras, pobre que também é, pois se não o fosse estaria nesse momento numa montanha russa da Disney ou no gelo europeu esquiando com mais zelo que o campeão, também nunca fora barrado de entrar num shopping. O discurso de que estão proibindo a entrada de pobres nesses "templos da riqueza", é um discurso perverso que pretende criar uma celeuma e gerar um conflito de proporções prejudiciais para todos nós.
Não é proibido entrar. O que acertadamente se proíbe é a aglomeração de milhares de jovens sem finalidade definida, em um local destinado a compras e não a manifestações, ante o risco iminente de desentendimentos. O exercício de um direito não pode obstar a aplicação dos demais direitos, do contrário estaríamos fadados a conviver em uma ditadura dos direitos fundamentais, na qual um direito do indivíduo se sobreporia aos interesses econômicos, políticos e sociais de toda a nação.
É a minha opinião.
Muitos jovens estão abandonados, mesmo com a presença física dos pais, pois estes negligenciam ao não demonstrarem interesse pelo mundo dos filhos, falta de companheirismo e de comunicação, não criam sensação de interesse por não impor limites, não criando assim um sentimento de pertencimento e segurança sobre eles, tornando seus filhos órfãos, mesmo com pais.
A juventude não é a idade da reflexão; embora alguns jovens fujam da regra, os demais precisam de ajuda para chegar a considerações sérias.
O sistema de patrulhas, invenção genial de Baden Powell.
“Põe os jovens em condição de tomar em suas mãos a própria formação.”
"A criticidade dos jovens diante dos saberes filosóficos se constrói pelo fato de observarem, principalmente, diferentes teorias sobre os mesmos conceitos".
(Filosofia da Educação: Marxismo, Teoria Crítica e Realidade Social, p.260)
