Jogral de Natal: textos para celebrar em comunidade
Natal de 2007
Está um tempo estranho hoje, não sei dizer o porque, é apenas um dia inspirador.
Sou uma menina de sonhos, alguns passageiros e outros não.
Da janela do meu quarto, é possivel sentir os pingos de chuva caindo, é uma sensação inconfundível e única.
E na minha face sinto o cheiro do vento, não sei o porque mas nem os trovões estão tão assustadores hoje...e por um instante a luz do meu quarto se apagou,parece um sonho..e eu apenas rezo para que isso nunca acabe.
O vento sopra a minha face, eu estou sentada em frente a minha janela, e por uma fresta as gotas caem em mim, eu posso sentir como se estivesse lá fora, na chuva. Eu rezo para que isso nunca acabe.
O Natal era pra ser
A festa da cristandade
Mas o que tem na verdade
É disputa de poder
Que só faz favorecer
Ao tal consumo cruel
E o povo inverte o papel
Que é o que mais se tem visto
Ao invés de Jesus Cristo
Adoram Papai Noel.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
*A propaganda é a arma do negócio, mas se você não ter alvo certo, o tiro sai pela culatra*.
Natalirdes Botelho.
Passou o Natal,
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.
Nada se sabe
do calvário
do Tenente Coronel,
Só sei que do velho
tupamaro também não.
Passou o Ano Novo,
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.
Não há notícias de
consolação para
os corações de quem
tem entes desaparecidos.
O Ano está começando
nada se sabe a respeito
da liberdade
da tropa e do General.
Só sei que estes poemas
são todos meus,
e continuarão
sempre os mesmos,
(se nada mudar);
porque mesmo que
eu me cale todos
estão a se espalhar.
Entra Natal e sai Natal
tudo tem se repetido,
Ninguém sabe quando
terminam as penas
de cada preso político,
A responsabilidade
por cada reclamo poético
sempre vivo assumindo.
Por utopia insistente
venho pedindo este
e os próximos Natais
com elevado sentido
de ter nunca mais
na vida presos políticos.
Não quero um Natal
repetido: com tupamaro
histórico perseguido e preso,
com professor desaparecido
com heróis reprimidos
e com culto a incoerência.
O quê tenho escrito
serve para mim, para ti
e para quem quiser tirar
proveito toda às vezes
que deixamos esquecido
o nosso protagonismo
independentemente
do grau de importância.
Porque enquanto houver
uma tropa inteira presa
e um General injustamente
preso por pensar diferente,
Onde quer que estejamos
estaremos presos sem
mesmo com que percebamos.
No Reino da Indiferença,
também passou o Natal
e não há nenhuma notícia
de liberdade para o General.
No Reino da Indiferença,
quem dera eu plantar
compaixão, poesia e paciência.
No Reino da Indiferença,
a Mãe deve estar chorando
e ninguém escuta,
ainda tenho a dúvida se ela
tem notícia dos sargentos.
No Reino da Indiferença,
quem dera eu plantar
esperança, a reconciliação e boa convivência.
No Reino da Indiferença,
não dão nem tempo para pensar
a voltar a se humanizar para não mais assim ser.
No Reino da Indiferença foi descoberto
mais uma conspiração contra a vida, ordem,
a paz e a Assembleia Nacional,
infligindo contra o povo um terror sem igual.
No Reino da Indiferença o tempo vai passando
sem tempo para parar e pensar;
de boicote em boicote o fluxo do cotidiano
acaba por atrasar a vida de quem já sofre tanto:
E lá quando tudo para eu paro junto,
porque a justiça está atrasada
para dar liberdade ao General e para muitos
que como ele ainda seguem presos injustamente.
No Reino da Indiferença ainda se prendem sindicalistas,
se mantém preso o velho tupamaro,
nada se sabe do Capitão-de-Navio e da tropa,
e se têm deixado o autoproclamado da responsabilidade escapar.
(Sem querer ofender à ninguém,
peticiono ao Reino da Indiferença
para que seque as lágrimas de quem não para de chorar).
Neste mês do Natal
a única certeza que
se tem é que seguem
injustos com o General.
O pouco que se soube
foi pela página do jornal,
não houve ninguém
de honra para socorrer.
Com o Capitão-de-Navio
a História se repetiu,
nada se sabe ou viu,
e com uma tropa igualmente.
Triste história com quem
veste ou vestiu farda,
e nunca se esqueceu
de ter um coração de gente.
Hoje não é Natal, não é 25 de dezembro e por que não dizer que hoje é Natal? Uns dizem o Natal deveria ser todo o dia! O natal é um dia muito abençoado, é a data em que todos se reúnem para comemorar com a família e amigos, O Natal é sim todo o dia, pois amo panetone de chocolate e você? que venha logo o natal hahaha.
O natal é a renovação da graça do Senhor, a redescoberta da amabilidade, do perdão e da conquista ao próximo. Só é natal quando nos despojamos de nós mesmo, para que o VERBO de Deus de faça em nós.
Natal ... tempo de memória -
Natal.
Tempo de Memória.
Tempo de celebração.
Celebração de um outro tempo,
de um tempo bem antigo.
Aquando d'um luminoso nascimento:
Deus no seu filho que humano
baixou à Terra!
"... e a noite se fez dia ..."
enorme acontecimento!
Não é, no entanto, velado
na poeira da História,
encapsulado em vagos sentimentos
ou preso na teia obscura da memória
que o Cristo permanece.
Revela-se na abundância
d'uma secreta mutação,
na Vibração eterna
que é a Vida da Alma.
É na presença subtil
do nosso Templo Interior,
que de novo,
em cada Ser humano,
o Cristo se manifestará:
no intimo silêncio
do Ser Interno,
na Alquimia do Sangue,
no Espaço do Incomunicavel ...
Natal é Tempo vivo,
Tempo presente ...
Natal é para todos e cada um
uma imensa oportunidade
de Luz Maior.
Natal é mais um dia
de uma Eterna Revelação ...
"Na noite de Natal, tire aquela selfie super especial com as pessoas que você ama, e acima de tudo SORRIA..." (Cafaggion)
Eu o Natal e o Tejo -
E hoje, aqui, só, frente ao Tejo,
nesta noite de Natal, pela madrugada,
encontro-me na Vida como sempre estive
e nela me senti - deserdado!
Triste, só e solitário. Sepultado ...
Vulto desgarrado, absorto e sombrio,
doente desenganado, pela esperança vagueando,
escorrido de ilusão, sem mãe nem pai,
filho das ervas, do pó dos mortos que morreram,
da terra e da angustia cilindrada.
Sem Pátria nem família, sem casa nem leito,
sem colo onde me acoite ou chão onde pisar.
Esta noite é mais longa do que outras. Do que todas!
Porque hoje não há nada! Nada! Só eu! Só!
Eu, o Tejo, a ponte e o Cristo Rei...
Tudo estático, incólume, parado.
Menos eu que desabei a última ilusão!
Matei a família que inventei. Virei costas à infância.
Sou órfão! Sou órfão! Mas quando é que o não fui?!
Se calhar no ventre de minha mãe ... e só aí ...
Único tempo de aconchego que tive alguma vez.
Não dado por ela mas pela sábia natureza ...
Haverá em toda a parte famílias reunidas!
Haverá braços estendidos, corações quentes,
lareiras à arder, sorrisos rasgados ...
... porque é Natal … porque é Natal!
Em mim e para mim já não há nada! Nada!
Só a Noite deslumbrante e o silêncio dos ausentes.
Minha família reunida ... é feliz ... sem mim ... sem mim!
Nunca me encaixei no seu destino!
Porque o meu nunca foi o seu destino
ou o deles foi o meu! Triste desencontro, o nosso ...
Não sei de onde sou, não sei afinal quem sou,
só sei que não sou dali, que não sou o que eles dizem!
Posso não ter nada mas tenho-me a mim,
e a Deus, e aos meus versos,
e ao meu destino que o deles não será! Por certo!
O que já é quanto me baste! Sou livre ... ao menos...
E Tu,Tejo das minhas ilusões que hoje me aconchegas,
leva este Natal ... afoga-o no mar!
Que eu, querendo ser alguma coisa, não fui nada!
Só aquilo que nunca pensei ser. Ironias e cansaços ...
E já foi muito ... já fui muito!
Agora não sou nada ... e já nada quero ser!
Só eu! Simplesmente! Assim ...
Porque nada ser (e aceita-lo) é poder e querer ser tudo!
Mas serei apenas o meu sonho! Já me chega! É ser muito!
Ser aqui e ser ali o que nunca irei ser
é ser muito ... é ser muito!
Não devia ter nascido! Era isso que sonhava!
Debalde ... é tarde ... aconteceu!
Viverei incumprido para sempre!
Fica o sonho e a vontade - num beijo ...
A Esperança que me assiste - de pé ...
Eu e o Natal - à Beira Tejo ...
24-12-2014
(No jardim da casa do Conde de Monsaraz, virado ao Tejo, na Rua Vitor Cordon ao Chiado em Lisboa … numa estranha, triste mas lúcida noite de Natal ...)
Estado pré-natal, é vida!
Impedir a natalidade, é assassinato!
Se sua vida for interrompida,
Importa ser antes ou depois do parto?
Graciley Alves
Preludio
Um dia em grande Nadia ida para o Natal Sempre presente O meu estado social A orar e a servir Na reciprocidade Vem o sorrir De conhecer nova gente Com geologia e a geolga É evidente Que se abre a mente Mas não o suficiente Como o de um lar Que é reverente ao senhor E estão amar Passei por Alfama Ouço fado Cantado por um tenor Os Tuc tuc A espera de mais Uma volta As pessoas movimentam-se Como se fosse de dia É uma euforia É próprio do Natal O conta gotas Está mais vazio a cada dia Todo mundo tem um tempo Nasce quando florir no coração A semente brotada Por a palavra sagrada Do conhecimento divino E impirico Na vivências adequire-se a sapiência Encontra-se a transparência Para ser cego, surdo, e mudo, É -se silenciado, e assoitado Por um mundo em convulsões Cheio de sono Adormecido pelas transgressões Do sabor do fruto proibido Há procura de sumo Nisto e naquilo Naquele e naquela Encontro a razões Para fazer a parcela Na soma disto com aquilo Adicionando os prefixos e sufixos Dividindo as sílabas Classificando as extrofes, Contando os versos Gramaticaamente falo Do Natal É mais que palavras É uma acção De união De partilha De dar e receber É ser e querer Uns para outros Na caridade Na irmandade No perdão No amor Na compaixão Na gratidão
Meu desejo para este Natal...
Eu Aline Kayra desejo que todas as nações tenham mais empatia, que todos os seres humanos amem uns aos outros genuinamente.
Que debaixo da minha árvore de Natal tenha o frasco do mais raro perfume já existente neste plano terreno, uma fragrância especial de valor incalculável e incomensurável e que com este perfume de notas ímpar de amor e esperança eu possa exalar e distribuir o "Amor " de modo que todos possam sentir e agregar em si a mais pura e genuína das essências extraídas das mais belas flores do Jardim do Éden.
Autora Aline Kayra
ÁRVORE DE NATAL
Natal de muitos enfeites
E comidas diferentes
Juntos amigos e familiares
Existe troca de presentes.
Muita alegria na noite de Natal
Seria importante e fenomenal
Se participasse com outro astral
Olhar para a vida como um portal.
Enfeite a árvore da sua vida
Com detalhes e harmonia
Coloque uma pitada de sabedoria
Somados ao amor e esperança.
A sua árvore têm muitos espaços
E infinitas ramificações
Para muitos pedidos e realizações
Regados com guirlanda de gratidões.
Coloque laços de cetim no coração
Envolva-o com muita fé e união
Busque brilho para sua visão
E carregue na alma o perdão
NATAL
Natal para as crianças
É de magia e muitas alegrias
Na árvore de Natal
Esperam presentes encontrar.
Ficam agradecidos e felizes
Por brinquedo que ali possa estar
Sejam bonecas ou carrinhos
Até mesmo material escolar.
A felicidade é tanta
Que os olhos chegam a brilhar
É completa por inteira
Se Noel vier entregar.
Natal não é só brinquedo
É uma data para se pensar,
Representa o nascimento
Para a vida continuar.
Que o natal promova a paz
Para as guerras terminar.
Com Deus no coração
A sua vida sempre vai brilhar.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp- Relacionados
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Mensagens de Natal emocionantes que celebram o recomeço e o renascimento
- Pensamentos de Natal para refletir e celebrar esta época de luz
- Mensagens de Natal para o dia 25 de dezembro
- Frases bonitas de Natal que celebram a sua chegada e a sua magia
- 52 frases de Natal engraçadas que garantem boas risadas 🎅🤣
- Textos de Natal para família que refletem sobre a data