Jeito de Falar

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*Estou aprendendo a te amar do jeito que gosta de ser amada.*
(Saul Beleza)

Um sorriso que ilumina o dia.
Um olhar que traz esperança e alegria.
Um jeito de ser que toca o coração.
Um semblante de calma, uma paz sem igual

Uma companhia que acalenta a alma.
Um abraço que conforta e faz bem.
Você é uma doçura que alimenta a alma de quem te conhece, e faz sorrir também.
(Saul Beleza)

*Amor que não cobra*

Te quero perto do jeito adulto,
que divide a cia debaixo do cobertor,
sem promessa de filme da Disney,
só de café passado e louça lavada.

Se vier pra junto de mim
traz teu mau humor de segunda sem ter tomado um café amargo,
que eu respeito seu ronco nas madrugadas
e a gente negocia o lado do sofá.

Amor não é fogos de artifício,
é saber calar quando o outro tá cansado
é lembrar de comprar o pão
e não transformar celos em uma guerra.

Não precisa ser pra sempre
só precisa ser honesto hoje,
e amanhã a gente conversa de novo
com os dois pés no mesmo chão.

Se azedar, a gente adoça com respeito
se apertar, a gente afrouxa com conversa
se acabar, acaba sem dívida
mas enquanto durar, que seja inteiro e verdadeiro.
(Saul Beleza)

*Perto sem encostar*

Te queria perto do jeito manso
que a manhã quer do café,
sem alarde, sem promessa grande
só pra dividir silêncio e sol

Se vier pra junto de mim, traz teu riso no decote dessa tua blusa
que é a única coisa que falta
pra casa virar teu endereço.

Não precisa ficar pra sempre,
só o tempo de uma xícara esfriar
que eu te guardo em memória quente
e te solto quando o mundo chamar.

A gente se entende no soslaio,
no quase, no detalhe bobo
onde mora o melhor do amor
que não pesa nem cobra chegada, e nem pode evitar uma partida repentina.
(Saul Beleza)

"Trazer a pessoa amada, não trago, de jeito nenhum. Mas fazer você rir, eu faço. E não cobro nada!"
Frase Minha 0313, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

O peso da comparação

A comparação tem um jeito curioso de roubar a paz.
Ela faz você olhar para a felicidade dos outros e esquecer o caminho que percorreu para chegar até aqui.
Cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre aparecem nas fotografias, nas conquistas ou nos sorrisos.
Quem vive comparando capítulos diferentes acaba acreditando que a própria história nunca é suficiente.

Talvez a única comparação que realmente faça sentido seja entre quem você era e quem está se tornando.

Pepita de Oliveira

MeuTEXTO-1900 📜 "Do jeito como vai a 'Coisa' a próxima Copa do Mundo terá seis países como sedes e cada ingresso passará de 10 mil dólares. Aposto (menos dinheiro, está bem?)."

1918 📜 "Do jeito como a coisa vai, daqui a pouco vão surgir 'agências' oferecendo 'Amigos de Mentira' para comporem Listas dos mais necessitados!"

"Apesar de amá-la muito - do jeito semelhante, por exemplo, a presunto Parma (que como!) - apesar disso não será possível 'subir ao Céu' por você, docinho. Quem sobe ao céu é alma morta ou quem voa. Então..."
Texto Meu No.1132 (Ano 2022)


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
CITE A FONTE E O AUTOR

⁠Só há um jeito dos políticos-influencers manterem os aluguéis das cabeças dos seus asseclas em dia: criando conteúdos ruidosos.


Não se trata de informar, mas de ocupar espaço — preencher cada fresta de silêncio com indignação fabricada, cada intervalo de dúvida com certezas prontas para consumo.


O barulho não é um efeito colateral; é o próprio produto.


Nesse mercado de atenção, a lucidez é muito pouco rentável.


O que engaja é o exagero, o recorte enviesado, a simplificação que transforma complexidade em torcida organizada.


Quanto mais estridente o discurso, menos espaço sobra para reflexão — e é justamente nesse esvaziamento que o controle se fortalece.


Na Economia da Atenção, quem grita não precisa explicar; quem repete, não precisa pensar.


Há também um pacto implícito: o seguidor recebe pertencimento e direção, enquanto entrega autonomia e senso crítico.


É um aluguel confortável, quase imperceptível, pago em parcelas de compartilhamentos, curtidas e indignações automáticas.


E, como todo contrato mal lido, cobra seu preço quando já é tarde demais.


Romper esse ciclo exige algo raro: disposição para o desconforto do silêncio, para a pausa antes da reação, para o exame das próprias convicções.


Porque, no fim, o antídoto para o ruído não é um contra-ruído mais alto — é a coragem de pensar sem trilha sonora.

⁠Talvez parar de insistir possa parecer o jeito mais covarde de desistir do outro… Mas é muito difícil tentar ajudar quem já alugou a própria cabeça.


Há um limite muito silencioso entre o cuidado e a invasão.


Entre estender a mão e tentar conduzir a vida de alguém quase à força.


Nem toda recusa é ingratidão — às vezes, é apenas alguém defendendo o território interno que decidiu não compartilhar.


E, por mais que doa assistir de fora, o direito de não aceitar ajuda também é uma forma de autonomia, ainda que muito mal exercida.


Insistir pode nascer do amor, mas também pode escorregar para o orgulho disfarçado de virtude.


A ideia de que sabemos o que é melhor para o outro, de que nossa lucidez deveria ser suficiente para despertá-lo, revela mais sobre nossa necessidade de controle do que sobre a real disposição de cuidar.


Há pessoas que não querem ser salvas — não ainda, talvez nunca.


E isso nos confronta com uma impotência que poucos sabem suportar.


Por outro lado, recuar não precisa ser abandono.


Há uma diferença profunda entre desistir de alguém e respeitar o tempo dele.


Nem todo afastamento é covardia; às vezes, é maturidade.


É entender que certas batalhas não nos pertencem, que certas consciências só despertam quando deixam de ser empurradas.


E é aí que a oração — ou qualquer forma de intenção sincera — encontra seu lugar mais honesto.


Porque, diferente da insistência, ela não invade.


Não exige.


Nem constrange.


Apenas oferece, em silêncio, aquilo que não nos é mais permitido entregar em presença.


Orar por alguém é, talvez, a última forma de cuidado que não fere a liberdade.


No fim, amar também é saber parar.


Não por falta de sentimento, mas exatamente por respeito a ele.


Porque há momentos em que a maior prova de consideração não é permanecer tentando, mas permitir que o outro, mesmo perdido, seja o único responsável por se encontrar.

Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.⁠

⁠Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.


Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…


Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.


Distante Daquele que até dele é Senhor.


Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.


Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.


Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.


Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.


Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.


O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.


E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?


No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.


É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.


Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!

O único jeito das pessoas serem protegidas é não fazerem coisas erradas.

⁠Tem gente que
dá o seu jeito
próprio de usar,
Binga para mim
é para água levar.

Eu sinto a tua presença
Aqui, bem pertinho de mim
E penso também assim
de um jeito que você mesma
Poderia deixar-se ficar
Abismada
Sem explicação, nem nada
Por pensar que nem você pensa
Quando sozinha
Escuridão à meia-luz
Um denso silêncio
Entristece as madrugadas
Mesmo assim
Eu sei que ri
Sabendo-se também aqui
Pois esta minha imensa vontade
Me traz a sua presença
e põe aqui, pertinho de mim
E não me sinto mais, tão sozinho
E é muito doce
Essa presença
que meu pensamento trouxe
Enquanto isso...compromisso
Em olhar os ponteiros lentos
Contar momentos
e devorar cada hora que separa
A mim mesmo dessa alegria
Há tanto tempo adiada
de simplesmente olhar
e saber o quanto é bom
e respirar o mesmo ar
na escuridão da madrugada
Te olhando e olhando
e mais nada

Edson Ricardo Paiva

Ainda não inventaram um jeito certo
de sorrir nos momentos de tristeza
Também não é fácil espantar a vontade
de estar perto, quando a gente gosta
Mas que a vida as insiste em pôr distante
Um dia a gente entende que o melhor
É tentar e tentar e tentar ...
tentar até aprender ...a deixar ir
Pois aquele que quiser permanecer
Ainda que distante , tem saudade no peito
E dá um jeito de mandar aviso
a pedir pra não ser esquecida
Pois não existe um jeito
de viver a vida sem sorrir tristeza
Mas viver de tristeza é arremedo de vida
Pois felicidade é coisa sempre dividida
Ser triste em segredo a gente não precisa
Apenas viver é preciso.

Edson Ricardo Paiva.

⁠Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.

⁠28/05

Quando conspirarem
não tema de jeito nenhum,
Sempre existirá uma
outra porta para que você
foraja para não se pôr a perder,
A poesia é a melhor forma
de sair sem ninguém perceber.

É engraçado como o tempo passa e seu jeito meigo e carinhoso não muda, passamos tão pouco tempo juntas, mas a saudade e a vontade de te ter aqui perto é como se eu tivesse vivido muitos anos ao seu lado, morena de olhar meigo e lábios de mel um dia volto a te encontrar para nos meus braços poder te segurar para não mais te deixar escapar.