Jeito de Falar

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Não podemos fazer de qualquer jeito, é o jeito que se limita.

​"Soltar as âncoras do passado é o único jeito de permitir que o seu futuro navegue."

Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.


E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.


Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.


Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.


Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.


Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.

Agora não tem jeito, virei poeta!

Do jeito que está, a oferta e a demanda descontroladas de drogas ilícitas e lícitas e uma geração atual, dos 17 aos 27 anos, sem escrúpulos, cheia de ódio e sem propósitos, será preciso de mais leitos futuramente e mais profissionais multidisciplinares para um atendimento de excelência.

Eu te amo de um jeito que vai além de qualquer imperfeição. Aos meus olhos, tudo em você é especial, e é exatamente quem você é que faz você ser perfeito para mim.

O teu Beijo


É um jeito de te querer que não pede licença,
que entra pelos poros,
que se faz urgência na ponta dos dedos
e calmaria no centro do peito.
​Eu te amo com a simplicidade das coisas essenciais,
como a luz que reconhece o dia
ou o mar que, em seu eterno retorno,
beija a areia com a mesma sede do primeiro encontro.
​Não quero te possuir,
quero apenas habitar o teu espaço,
ser a testemunha silenciosa das tuas manhãs,
o lugar onde você pode pousar o cansaço
e se permitir ser, finalmente, inteira.
​Você é o meu verso mais bonito,
o poema que eu não precisei escrever,
porque a vida — essa artífice de milagres —
já te desenhou inteira no meu destino.
​E se o amor é o esforço de dois seres
para serem um, sem deixarem de ser dois,
então que a nossa união seja esta valsa lenta,
onde o passo é o teu corpo,
e a música, enfim,
é o silêncio que a gente constrói quando se olha.

Arrume a casa todos os dias, mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela.

Às vezes o dia pesa,
mas o coração encontra um jeito bonito
de continuar batendo.
É no silêncio que a gente descobre
que ainda há beleza em seguir,
mesmo quando tudo parece nublado.
Respira…
Amanhã sempre nasce mais claro.

O amor




Momentos são únicos
porque têm o teu nome gravado neles.
São o jeito que teu riso desarruma meu juízo,
o café que esfria porque a gente se perde no olhar,
o mar de Santos como testemunha
das nossas mãos que se encontram sem combinar.


Guardar na memória é fácil
quando o que me faz bem é você:
teu cheiro ficando na minha blusa,
teu silêncio que não pesa, só acolhe,
teu "fica mais um pouco" dito baixinho
enquanto o pôr do sol se atrasa pra nos ver.


O que nos faz bem não se explica,
se sente na pele arrepiada,
no coração que bate fora do compasso
só porque você encostou de leve.
É presença que vira poesia,
é agora que vira pra sempre.


Então fica.
Depois lembra.
E se um dia a saudade doer,
fecha os olhos e me encontra
naquele instante só nosso —
único, porque é com você
que o tempo resolveu ser eterno.

No meu jeito de ver o mundo, o amor não prende. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela não é um objeto que eu possuo, mas uma pessoa livre que eu escolhi admirar.

No meu jeito de sentir, amor não combina com posse. Amar de verdade é respeitar a liberdade dela, sabendo que ela não me pertence, mas que escolhe estar ao meu lado.

Se a sua oração não muda o seu jeito de tratar quem te serve, você não está falando com Deus, está apenas ensaiando um monólogo.

Ele não busca a conversão do coração, mas a submissão de todos ao seu 'jeito santo' de ser.

A vida nos cruzou de um jeito que ninguém explica: um fio de voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Podem falar o que quiserem, mas carência não faz o que o destino fez conosco. Não foi apenas um 'oi' ao vivo, foi o encontro de duas almas que cansaram de sofrer e decidiram se curar juntas.

A vida nos cruzou de um jeito que ninguém explica: um fio de voz no rádio e um coração pronto para escutar. Podem falar o que quiserem, mas carência não faz o que o destino fez conosco. Não foi só um 'oi', foi o encontro de almas que decidiram se curar. Hoje não estamos juntos, mas ninguém pode dizer que foi passageiro. E para quem critica: é engraçado não acreditar em destino, mas acreditar em livro com cobra falante. Cada um com sua fé, e eu fico com a verdade do que senti.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: um fio de voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança.
Não foi um simples "oi", não foi um esbarrão qualquer e, muito menos, a carência que os juízes de plantão adoram apontar. É engraçado como o julgamento funciona: tem gente que não acredita no destino cruzando almas, mas acredita piamente em um livro que tem cobra falante.
Dizem que o nosso encontro foi "momento", enquanto se escondem atrás das paredes de igrejas que usam a carência como isca para atrair fiéis. Vivem de aparência, postando fotos de "casais perfeitos" e famílias intocáveis, quando a realidade entre quatro paredes é de silêncio e amargura.
A diferença é simples: eu prefiro a verdade de quem já sofreu e se reconheceu num rádio, do que o teatro de quem precisa de um altar como vitrine para esconder uma vida vazia.
Podem rir, podem duvidar e podem seguir com suas fábulas. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga e nenhuma hipocrisia desmente. Contra fatos — e encontros de alma — não há argumento que vença.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: uma voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança. Não foi um simples "oi", nem um esbarrão; foi um começo. Antes de tudo, éramos amigos. Conversávamos sobre tudo, ríamos de qualquer coisa e varávamos a noite falando. Naquela época, ninguém sabia a aparência do outro e ninguém ligava para julgamentos.
Claro que o preconceito de idade veio dos outros, mas, quando a gente ama, a gente não escuta o barulho do mundo. Hoje as coisas mudaram e os "moralistas" querem dar pitaco em tudo. É curioso ver como a régua deles muda: para o pastor ou o membro da igreja que é ex-presidiário, ex-traficante ou assaltante, o discurso é o do perdão. Para quem tem "passagem pela polícia", dizem que não podemos julgar, que o passado ficou para trás e que o amor cristão tudo suporta.
Mas para dois corações que se encontraram com sinceridade, a moralidade deles vira pedra.
A diferença é clara: eu prefiro a verdade da nossa história, que começou sem máscaras e sem vitrines, do que a hipocrisia de quem usa a Bíblia para perdoar o crime, mas a usa como arma para condenar um encontro de almas. Podem rir, podem sentir pena ou dizer que é inveja; podem seguir com suas fábulas de cobras falantes. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga. Contra fatos — e conexões que nasceram no espírito — não há argumento religioso que vença.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: uma voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança. Não foi um simples "oi", nem um esbarrão; foi o nosso começo. Antes de tudo, éramos amigos. Conversávamos sobre tudo, ríamos de qualquer coisa e falávamos a noite inteira. Naquela época, ninguém sabia a aparência do outro e ninguém ligava para julgamentos de idade ou opiniões alheias.
O que passamos foi bom. Havia uma conexão de alma que poucos entendem. Por causa de um erro meu — que nem nós dois sabemos explicar o real motivo — as coisas não deram certo. Ninguém é perfeito. Mas tudo o que eu vivi com você foi real e teve muito amor. Você realmente fez o meu mundo melhor e me deu a certeza de que eu tinha encontrado a esperança de um grande amor verdadeiro.
Podem falar o que quiserem, podem usar suas regras e julgamentos, mas eu sei o que eu vivi. Eu senti. Não posso falar por você, mas pela minha vida eu afirmo: foi real, foi intenso e foi, acima de tudo, o que me fez acreditar de novo.

pensando em como nossas trajetórias se cruzaram. Você, com esse seu jeito de quem veio do interior, trazendo um mundo inteiro de sonhos dentro de si; e eu, criado no asfalto, acostumado com o barulho e a pressa da cidade. Parecia que estávamos apenas ocupando nossos lugares naquele trem da meia-noite, sem saber exatamente para onde ele nos levaria, mas sabendo que precisávamos ir.
O mundo aqui fora pode ser solitário e, muitas vezes, esfumaçado como aquela sala onde a gente se viu pela primeira vez. Entre o cheiro de vinho e as luzes baixas, bastou um sorriso seu para que a noite fizesse sentido. Foi ali que percebi que a vida é feita desses encontros: estranhos que se procuram na penumbra, tentando achar alguma emoção real escondida na rotina.
Eu sei que não tem sido fácil. A gente trabalha duro, joga os dados e torce para que a sorte esteja do nosso lado só mais uma vez. Vi muita gente vencer e outros perderem pelo caminho, mas o nosso filme ainda não acabou. Ele continua rodando, cena após cena, sempre e sempre. Segure-se com força nessa sensação que nos uniu. Mesmo quando as luzes da rua forem as únicas companhias e a noite parecer vasta demais, lembre-se de que estamos juntos nesse trilho. O destino final pode ser um mistério, mas enquanto houver essa música entre nós, eu não vou soltar a sua mão.