Jeito de Falar
Falar de você enche o meu coração de carinho , você me mostrou que com você não fico sozinha.
Me mostrou que amizade de verdade não é somatório de convivência, pois nos conhecemos exatamente a um ano e a ligação que temos e a vontade de estar perto é tão grande como eu nunca senti. E amizade é isso mesmo né ? É querer estar perto , é respeitar o espaço do outro ,é contar e guardar segredo , é se sentir abraçado com apenas um olhar ou uma mensagem, é desnudar alma sem receios, é se sentir mais forte só com a presença, é sentir ciúmes, é não querer ficar mais longe , é se entender por um olhar , é rir como se não houvesse amanhã, é torcer pela felicidade e vibrar por cada momento , é sofrer junto como se o coração fosse seu. E Isso são apenas uns dos turbilhões de sentimentos que tenho por você, uma amizade de muito amor, que se construiu e que a todo tempo eu só penso em não perder. Te amo e desejo com todo meu coração que seja pra sempre minha metade 🥰
Palavra é ação, falar é verbo. Suas palavras têm poder, podem representar a cura ou ser o veneno mais mortal. Valorize e use com cuidado a língua, saiba silenciar, fale com calma e colha os frutos de quem ama a beleza de sua própria expressão.
Enxergar,o defeito de alguém.
Falar, sobre o defeito.
Falta, de perdão. Desentendimento.
Ódio. Raiva. Briga. Ferida.
Lágrima. Morte.
Ver a qualidade,é bem melhor.
Você errou, no passado.
Não pode falar do erro,
de outra pessoa.
Acha que está certo,
está errado.
Pensa e imagina,
que está com razão;
está sem.
Cheio de defeitos,
acha que tem perfeição.
Não se olha no espelho,
e joga pedra em outros(as).
Jogar pedra,
é igual a maldizer.
Você está bem, agora?
Continua assim.
Pensar, antes de falar.
Buscar sabedoria,
que é a melhor coisa.
Ter, o bom comportamento.
Fortalecer agora;
não esperar a fraqueza,
para fortificar.
Ser agradável,
não é falsidade.
É ter, educação.
Silêncio. Pensar.
Sabedoria para falar,
o que é certo.
Saber tratar,
com cada pessoa.
"Os Refúgios de todos covardes são: as desculpas, os relativismos morais, falar que o outro teve sorte, ou cupar às outras pessoas por seu fracasso."
MÃE
É estranho a mim falar "mãe ". Pouquíssimas vezes me pego falando isso. Conheço só por imaginação. Há dias no ano que é mais frequente. São momentos mais tristonhos.
Imaginação formada por imagens e histórias de quem te conhecia. Lembranças que na verdade são sensações de que são lembranças, eu só tinha 2 anos, acho que não lembro. E com isso construo um filme de emoções. Alegria, risos tímidos quando me contam mais uma história de solidariedade, de compaixão, de bom humor, de aventura, de irmandade que a senhora sempre esbanjava. Acho que herdei um pouco de ti (mas nem tanto rs).
Me dá muito orgulho quando vêm me falar de você, Ana Rita.
Metade das pessoas me conhecem como o filho da Rita. E isso já me faz ser tratado como um verdadeiro príncipe em muitos de onde vou. Orgulhoso sou.
A sua ausência física traz a mim um incontornável vácuo. Não sei de onde veio, não sei pra onde vai. Inúmeras interrogações que não se respondem, hoje já aos 21. As vezes acho normal tudo isso. Impossível. Mas a presença espiritual me mantém bem forte. E histórias que ouço deixam-me extremamente orgulhoso da mulher forte, trabalhadora, independente, a cabeça da família, que me criava com todo Amor do mundo, até quando se foi.
19 anos se passaram. Muita coisa mudou.
Uma mulher chata é uma mulher cansada,
cansada de falar
cansada de esperar
cansada de se cansar
cansada de não receber ajuda
cansada de ensinar
cansada de tanto
cansada de muito
cansada.
Então, se você esbarrar com uma mulher chata, pode ter certeza, ela está cansada de algo.
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
Talvez não se possa falar em uma "Literatura do Silêncio" pensando-se em leitores mudos, escritores ausentes e obras marginais. O conceito ainda é obscuro, dada sua subjetividade. Transita pelo incógnito e pelo insólito (note-se uma não-casual rima que se aproxima/faz ver). Todavia, a locução adjetiva "do Silêncio" não é nada silente. Se faz ouvir. Por poucos. E ali cria sua morada. Nicho, ghetto, comunidade marginalizada. Estradinha paralela. Ponto de resistência.
Acredito que; se eu falar em voz alta em frente a uma pedra, tudo que eu falar ficará gravado na pedra. O grande problema seria... Ter a tecnologia correta para retirar essa informação da pedra na ordem cronológica e/ou ordenada.
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