Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago… Ressentimentos, não trago. Inimizades não maltrato, reciclo. E sigo outra estrada.
A gente anda com uma certeza fugaz
De que somos tudo o que queremos da vida,
Sem saber se somos pelo menos parte
Do que a vida queria de nós.
Quem se ama naturalmente quer o melhor pra si...e cuidar-se do interior e do exterior é uma linda prova de amor que nos damos todos os dias!
Hoje vivemos em um conto de fadas mais real...
Onde os monstros são mais reais do que na
Imaginação de quando eu era criança,
Estão no menino que nunca tivera inocência,
Roubada ainda no ventre da sua mãe,
No jovem que barganha a própria vida por um
frívolo prazer,
Na mãe que chora por não saciar a fome do
filho que chora,
Dos filhos, abandonados pelos pais, abandonados
Pelo mundo, que já não sabem mais chorar...
Apetite
Meu paladar é poliglota
Meu apetite voraz.
Minha digestão é agiota
Minha disposição fugaz...
Quando a fome me agita
A comida satisfaz...
- É hora da sobremesa! Alguém grita,
Eu arrepio, a satisfação é fugaz.
Depois um suco de limão
Sem nada de açúcar
Pra facilitar a digestão.
E um suspiro pra arrematar.
É hora do café coar
Lentamente saborear.
Breve caminhada, é saudável
Antes de relaxar.
Por fim no sofá deitar
Suspirar, suave respirar
Ao sono se entregar
Que gostoso, agora é só roncar.
(Juares de Marcos Jardim)
Se eu perdesse 1 grama, cada vez que alguém me diz que eu estou gordo, eu me desintegrava. Obrigado, espelhos!
Eu acordei me preocupando com o tempo, e vi que o pior não é o tempo...é o que deixamos que ele faça conosco!
Num conto de fadas real para manter o “foram felizes para sempre”,a cinderela tem que aprender a ser a sua própria fada madrinha.
O mundo vai nos deixando caleijados...
Alguns bons calos que nos fazem lembrar o esforço pelo qual lutamos para chegar há algum lugar.
É tão quase impossível medir o tempo de um sorriso, que alguns sorrisos de curta duração perduram em mim não até hoje, mas talvez até sempre.
O processo era como descer até o fundo de um poço, subindo lentamente, agarrando-se à parede com as unhas, sofrendo, sofrendo sempre.
Lá dentro: no germe, no miolo, no núcleo mesmo da coisa,uma dor profunda, latejante, como se aquele conteúdo já não coubesse no invólucro córneo.
Existem pessoas complicadas e pessoas bipolares. Assim como podem existir as duas coisas. Ou nenhuma. E, também, os talvezes, os quiçás e os por enquantos. Acho que estou neste último grupo.
Eu queria assaz dinheiro. Mas tenho receio que ele sirva para eu comprar uma arma. E que esta arma sirva para eu matar uma pessoa. E que esta pessoa me ame.
