Janela

Cerca de 4159 frases e pensamentos: Janela

Quando procurei liberdade
voei pela janela do 14° andar.

Inserida por dicke2s

FÁBULA

Ao levantar abro a janela
e presencio o nascer do sol
uma paisagem tão bela!

Os passarinhos logo vêm a cantar
agradecer a mãe natureza
que faz um espetáculo de arrasar

As cigarras começam a chiar
os sapos ficam pulando
e as formigas trabalhando

E durante alguns minutos o galo fica cantando
o cachorro começa a latir
e o gato fica miando

Forma - se um coral divino
uma energia que fortalece a alma

E ao fechar a janela
vejo os galhos das árvores gesticulando em sinal de tchau
e antes de ir trabalhar, reflito:
“que pena que tudo isto está se acabando”.

Inserida por linconcruz

"Acorda brother"

Abre essa janela, respira o ar fresco, vem com a galera
Toma uma bebida, sacode essa alma
Hey...
Tem um mundo lá fora
A vida começou e você não acordou
Aprenda a sorrir, aprenda a viver
Hey...
Acorda brother !

Inserida por ricardoteixeira

Eu poderia te ligar. Chamar no bate-papo com a desculpa boba de ter errado de "janela" ou mandar uma simples sms dizendo que sinto a sua falta. Poderia mandar as indiretas mais diretas possíveis, onde só faltaria ter o teu nome. Eu poderia dizer que você mudou a minha maneira de pensar, que você conseguiu fazer comigo o que todos achavam impossível - ser uma pessoa melhor. Poderia te implorar para voltar e não sair mais de perto. Poderia… Mas deixa assim, estou bem do jeito que está. Se você se acostumou - também vou me acostumar.

Inserida por cookiexerosa

Olhem pela janela! ela está simplesmente linda e irresistível (the moon)

Inserida por jaquelineguimaraes

Lá vem ela! Essa chata e insistente luz que entra pela janela me convidando para sair e viver.

Inserida por AndreAnlub

Confusão

Ouço a canção vinda do jardim e chego até a janela.
Procuro entre os canteiros de flores e vejo uma seresta.
Os pássaros em algazarras cantam e dançam para lá e para cá, numa maravilhosa canção de amor, acho eu.
Pois, entre carinhos eles cantam, as flores balançam com o vento que sopra.
Perco alguns minutos ao observar tamanha harmonia e um calafrio vêm até mim.
Deixo em pensamentos meu coração aflorar o amor, há muito tempo esquecido e me lembro que só o verdadeiro amor é que constrói, viro, pego minha bolsa e saio para o trabalho.

Na confusão da rua esqueço do amor e volto à rotina.

Inserida por fatimafriozi

O novo dia
De manhãzinha o sol entrou pela janela revirou minhas lembranças entre cartas e diademas a imagem da mulher que eu mais amava.
Assustado eu acordei, fui a casa da mulher para mata a saudade, der repente eu encontrei com a triste solidão, que me deixou no chão, sem ajuda e sem coragem fui rastejando até chega em casa, chorando eu olhei no espelho que refletia a imagem da mulher que eu mais amava.
Triste eu fui me deita imaginando na minha felicidade que para mim estava no novo dia.
Hélio Pereira Banhos

Inserida por leik

Às vezes olho da minha janela e penso existir algo além daqui.
Vejo as estrelas e perco os olhos na imensidão... tem alguém aí?
Em algum lugar, qualquer lugar, qualquer planeta ou universo que eu possa encontrar para enfim dizer "está tudo certo ou será mesmo tudo deserto?"

Inserida por rodolfogatti

É tão eficaz a desumanidade do ser humano.
Um prato jogado pelos janela
Com amor feito por ela,
Nos cacos que espalham pelo terreiro.
Todo o caos vira causo
Na casa se sente em cativeiro.
Infelicidade já não é segredo
Pelo contrário, é medo.
Medo do futuro e seus frutos imaturos
O fim de passado escuro, fato,
Em contato, segue o risco da escuridão mais profunda.
Cada vez mais me afunda a famosa "lagrima de todos".

Inserida por AldoTeixeira

⁠A ruindade é a janela aberta para as moscas.

Inserida por salomao_sousa_1

⁠"A nostalgia é uma casa com a porta trancada mas com a janela aberta"

Inserida por wallaceavlys

⁠Primeiro foi um besouro.
Achei que fosse azar. Matei. Fechei a janela.
No dia seguinte, não a abri; crente que o problema estava resolvido.
Doce ilusão. Dois dias depois, outro invadiu.
Dessa vez, mandei pelo ralo. Fiquei irritada. E por birra, deixei a janela escancarada.
Três horas. Mais um. O último.

Foi então que percebi: talvez não fosse acaso.
Nem sinal, nem maldição. Só consequência.
Eu deixava a janela aberta sempre na hora do banho.
E besouros, os danados, aproveitavam o descuido.
Fechei a janela. Nunca mais entraram.
Simples. Tão simples que parece lição de vida.

A gente insiste em chamar de destino o que é apenas resultado.
Janelas se abrem.
Mas não se mantêm assim para sempre.
Às vezes a oportunidade entra voando, discreta como um inseto.
Outras, você nem nota que ela passou.
E quando percebe, a janela já está trancada.
Você bate. Grita. Esperneia.
Só que ela não abre.
Só dói.

Por isso, um conselho:
não espere o vidro.
Viva o agora como quem sabe que as janelas fecham;
sem aviso, sem hora, sem retorno.

Inserida por Riber

⁠Ele recorda esses anos perdidos como se olhasse através de uma janela empoeirada. O passado era algo que ele podia ver, mas não tocar. E tudo o que vê está turvo e indistinto.

Inserida por pensador

Às vezes pela janela do meu quarto, observo o firmamento e tenho a impressão de que a vida escorre pela janela. E um escoamento lento, bem devagar. E uma espécie de adeus. Olho a lua, que testemunha de meus versos, ali derramei sonhos como quem pretende parar o tempo. Às vezes me pego contando os dias, com a ansiedade de quem espera o fim. Sinto o peso das lembranças, não sei se é saudade ou apenas o vazio me visitando outra vez. No cheiro da noite, muitas vezes chorei minhas tristezas, no meu entender, meu tempo aqui já acabou, preciso voltar, não tenho mais asas, onde estará o portal. Boa noite!

Inserida por Gilbertofdeoliveira0

⁠"A Janela de Deus está aberta, você está sendo convidado para entrar em sua gloriosa presença. "

⁠"O inglês é a janela de oportunidades que separa quem sonha de quem embarca."

⁠Perco-me em pensamentos, e quando o vento retoca a beleza das folhas do ipê ao lado de minha janela, a vida num sopro mostra-se branda. O peito antes apertado, agora expande-se como se fosse abarcar tudo que a vista alcança. Minha angústia dissolve com tamanha rapidez que parece nunca ter existido. E eu, retomo o prumo de minha existência; e como aquele vento, sigo a retocar a beleza de tantas outras folhas por aí…

Inserida por douglastrindade

⁠Sonho de quarta feira

O dia quase amanhecendo
O sol quase raiando
Abri a janela do quintal
Pra contemplar tal encanto
Mas quando a selva avistei
Logo me assustei
Com um movimento estranho
Uma silhueta
De cor azul e vermelha
Que ia ali passando
Por dentre a mata me aproximei
Pra ver do que se tratava
Percebi quando cheguei perto
Que era uma moça que ali passava
Segurando um cesto de maça
Que das árvores arrancava
Era rápida como o vento
Reluzia uma pele clara
Usava um vestido azul
Com flores avermelhadas
E quanto mais longe ela ia
Mais clareava o dia
E o sol a iluminava
Seus cabelos eram longos
Da cor de caramelo
Num intervalo de tempo
Eu a perdi de vista
Naquele campo amarelo
Restou-me somente um riso
De ter meu coração amanhecido
Naquele instante singelo

Inserida por daniel_carlos_3

⁠Hoje, fui até a janela...
E lá estava ela,
tão perto, mas tão distante,
entre o vidro e a luz que entra pela fresta.

A vi. Jovem, bonita,
como quem não quer ser vista,
mas é vista.

Sorriu. Acenou.
Acenou para mim, ou talvez para alguém
que eu não sou,
alguém que ela inventou,
ou apenas imaginou
do outro lado da rua,
junto a tantos outros que não significam nada.

Quantas janelas existem, e quantas são abertas?

E por um momento, me vi em outra vida:
um homem com coragem,
um homem que caminha até ela,
que diz o que nunca sei dizer.

Talvez um "como vai?",
ou apenas um olhar —
silencioso, sem palavras, sem promessas.

Mas não sei.
Nunca soube.

Eu sou só o homem do outro lado da rua,
um qualquer, um ninguém.
Quantos outros existem,
em cada janela, em cada lado, em cada rua?

E ela, tão real quanto o impossível,
como o céu, como as estrelas,
como esta metafísica que nos envolve,
que permeia o que somos e o que vemos,
mas que jamais entenderemos.

Como o mistério das coisas,
que olhamos e pensamos entender,
mas que nunca saberemos.

E eu, o estranho do outro lado da rua,
sem coragem de atravessar,
sem palavras, sem ousadia de ser:
um ninguém.

E ela, com aquele sorriso,
me vê por um segundo.

Mas será que me vê de verdade?
Ou será que me inventa,
como todos inventam a si mesmos,
como eu invento o que sou?

Então ela se vira.
Ela se vira e vai embora.

E com ela, meus pensamentos,
meus sonhos, minha vida.

E eu, aqui,
do lado de cá da rua,
vendo a vida passar —
a vida vivida e sonhada —
sabendo que nunca farei parte de nada disso.

Nunca farei parte de nada disso,
nem daquilo outro.

Nunca farei parte.

Inserida por GabrieldeArruda