Ja Vivi um grande Amor

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⁠"Enfeitei com flores minha janela e ela virou um poema."

Para nós, mulheres, um marido não é leveza, é um fardo. O marido não é companheiro, é dono, é patrão. Não dá liberdade, prende. Não ajuda, dificulta. Não dá ternura, dá amargura. Dá uma colher de gosto e um oceano de desgosto.

Paulina Chiziane
Niketche: Uma história de poligamia. São Paulo: Companhia das Letras. 2004.

⁠Às vezes passamos por dificuldades, sim passamos, à um nível no qual paramos para Refletir. “Será que este é o Fim.?” “Será que não tenho mais Chances ?” O fracasso é algo que torna um Ponto Vital naqueles que não tem controle sobre si próprio, para ser mais claro, os “fracos”. A Questão é, o quão somos Capazes? O Levantar a cabeça e dizer pra si mesmo. “Hoje é um novo dia”. Neste momento você não precisa de um outro alguém para incentivar você a desistir. Você precisa de você mesmo, da mentalidade. Da “FÉ”, e bom ânimo. Perseverar e ir pra cima mais uma vez. Não importa quantas vezes você falhe, o Importante é saber que você tem mais uma Chance.

Futuro Incerto

Tentei ver pela neblina
Mas lá só vi um borrão
Talvez seja a verdade
Ou a minha imaginação
Me prendendo na arapuca
Pra que eu pare com a busca
Nessa imensa imensidão.

Olhar pro futuro dói
Justamente pelo risco
De se ver bem na pior
Como bem, feliz e rico
Aí que é o pulo do gato
Pra não cair que nem pato
Na furada, e não de brinco.

Mesmo com minha caneta
Ainda arde o coração
Mas assim que é o mundo
Não é doce ou jamelão
No fim, nada vai sobrar
Não adianta pensar
No que tá na escuridão.

⁠A vida é feita de escolhas... quando se dá um passo para frente, alguma coisa vai ficar para trás.

Ana Maria Braga
Pensamento do dia 16 de maio de 2024.

⁠Um homem pode corrigir-se muito bem dos defeitos miúdos.

Machado de Assis
Dom Casmurro. São Paulo: Ática, 1997.

⁠O celular é um instrumento de dominação. Age como um rosário.

Byung-Chul Han
FANJUL, Sergio C. Byung-Chul Han: “O celular é um instrumento de dominação. Age como um rosário”. El País, 10 out. 2021.
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Um reverendo, certa vez, me disse: “Quando as coisas forem perigosas demais para dizer, cante.”

⁠Um objetivo nem sempre é estabelecido para ser atingido, sendo frequentemente algo para incentivar.

Bruce Lee
Bruce Lee Striking Thoughts: Bruce Lee's Wisdom for Daily Living (2015).

⁠Eles sorriram e me deram dois meses. Me disseram pra viver a vida ao máximo e, um dia, voltar pra uma visita. Eu estava livre. Não havia ninguém pra me dizer o que fazer. Ninguém pra me fazer sentir inferior. Ninguém pra me obrigar a usar uma máscara. É claro que, finalmente, me dei conta de que isso é péssimo.

A confirmação de uma suspeita é sempre um excesso de realidade.

Carla Madeira
Véspera. Rio de Janeiro: Record, 2021.

⁠Entre gastar neurônios tentando descobrir qual sentido da vida, melhor construir um.

Nunca prometemos nada um ao outro, e eu sabia que podia acabar de repente. Poema que cessa antes de virar a página. Um haikai.

Porto Solidão

⁠Se um veleiro
Repousasse
Na palma da minha mão
Sopraria com sentimento
E deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração
Meu coração
A calma de um mar
Que guarda tamanhos segredos
Diversos naufragados
E sem tempo
Rimas de ventos e velas
Vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando contra o cais
Rimas de ventos e velas
Vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando contra o cais

UM MENINO COM NOME DE ANJO

Todos os dias, no final da tarde, costumo passear com meu cachorrinho pelo quarteirão aqui perto de casa. Mesmo sendo pelo mesmo lugar e quase sempre encontrando as mesmas pessoas que nos cumprimentam de forma alegre e simpática, cada dia é especial e diferente. Numa dessas andanças eu descobri o menininho com nome de anjo. Está sempre acompanhado de sua mãe. Lindo e dono de toda meiguice, encanto e pureza que só as crianças têm. Ele me vê de longe e já vai falando: - você viu o avião que acabou de passar ? Passou muito rápido, nem tive tempo de tirar uma foto. Ele gosta de avião e quer ser piloto. Aí mostra no celular várias fotos de aviões que são seus brinquedos. Conversa um pouquinho e vou passando. Na tarde seguinte lá está ele mais uma vez. Olha pro meu cachorro e diz: - Eu tenho uma gata e tenho um cachorro também. Ah, e uma bicicleta! Essa ele ganhou do Papai Noel. Falou-me que estava aprendendo a andar nela sem as rodinhas de suporte. Outra tarde me contou que já havia aprendido, apesar de ter caído. Mas o que me chamou mesmo a atenção foram as bolhinhas de sabão. Nessa tarde eu estava triste. Vinha no meu passeio mais refletindo do que passeando. Ele foi logo gritando: - Olha as bolhas de sabão! Eu olhei assim meio como quem não quer, aí ele percebeu e falou: - É pra olhar mesmo! - Olhe pra essa e me diga pra onde ela vai. Eu olhei a bolhinha e disse: Essa vai para o céu. Ele falou: - Para o céu não! Ela vai para as nuvens, para aquelas nuvens branquinhas alí. Foi aí que ergui os olhos e contemplei aquele céu azul, lindo e maravilhosa criação de Deus!. Ele ainda falou: - Olhe para aquela casa distante alí, que parece uma igreja! A bolhinha foi pra lá. (Essa casa a qual ele se refere é um prédio bem antigo). Passei minha meninice soltando bolhas de sabão e passei toda minha fase adulta dizendo que havia brincado tanto disso, mas foi na fase da maturidade e através de uma criança que pude perceber que as bolhinhas de sabão vão muito mais além, são como sonhos que ao serem sonhados saem de dentro de nós e tomam forma e ganham a imensidão. Esse menino não tem apenas o nome de anjo, ele é um anjo que traz cor, luz e faz desviar a tristeza das coisas temporárias direcionando o olhar e a vida para a simplicidade, que tem valor eterno.

A inclusão social só será possível quando cada um se despir dos próprios preconceitos.

As vezes acho que se pudesse escolher ser um animal, seria um pássaro. Porque, ele sim deve conhecer oque é felicidade de verdade. voando livre por ai sem preocupação do amanhã... ⁠

O Google pode te dar cem mil respostas, mas um bibliotecário pode te dar a resposta certa.

⁠Ir para um novo lar é um processo involuntário de mudança. É deixar um pouco de nós para trás na esperança de construir algo novo, algo melhor.

– Ela não guardou nada para si – resmungou o sargento.
– É porque ela não está com fome – disse um soldado.
– É porque ela é mãe – respondeu o sargento.

Victor Hugo
Noventa e três, 1874.