Ja Vivi um grande Amor

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Recordo que comentávamos que a boa sorte dos amigos às vezes nos causava um estranho descontentamento. Wilde nos contou a história do diabo no deserto da Líbia. Conhece-a? Não? Pois bem: o diabo estava cuidando de seus assuntos e fazendo a ronda de seu império quando topou com um grupo de diabinhos que atormentava um santo eremita. Eles utilizavam as tentações e provocações rotineiras e o santo resistia sem muito esforço. “Não é assim que se faz”, disse-lhes o mestre. “Vou lhes ensinar. Prestem atenção.” Dito isso, o demônio se aproximou do eremita pelas costas e lhe sussurrou ao ouvido em tom meloso: “Seu irmão acaba de ser nomeado bispo de Alexandria.” Imediatamente, uma inveja feroz obscureceu o rosto do eremita. “Essa é a melhor maneira”, disse o diabo.
(Arthur Conan Doyle conta uma pequena história sobre Oscar Wilde)

Um dia digo-te que és mesmo como o café... excitas-me

Sou um quebra-cabeça incompleto, doando minhas peças para completar os outros.

A vontade excessiva da vitória,acaba com a serenidade de um homem.

Alguns dos sintomas mais evidentes da desintegração social só são reconhecidos como um problema sério após assumirem tamanha proporção epidêmica que parecem não ter solução.

Meu leitor ideal é um leitor vagaroso, que lê em pequenos e lentos goles. O mundo não pode ser descoberto numa leitura rápida.

Todo poeta é necessariamente um engenheiro.

⁠conto: 🦉A PEIXARIA
Certa vez um homem resolveu abrir um pequeno empreendimento, no caso, uma peixaria.
Tudo cuidadosamente arrumado, limpo e na faixada uma placa:
AQUI VENDE-SE PEIXE
As coisas começam a acontecer, vem entregas de fornecedores, e iniciam as vendas, etc.
Então um cliente pergunta se pode fazer uma sugestão... Claro, diz o proprietário. O cliente sugere tirar da placa a palavra "aqui". Desnecessária falou, é lógico que é aqui e não em outro lugar que você vende... Tem razão disse o proprietário e mudou a placa:
VENDE-SE PEIXE
A vida segue, até que outro cliente pergunta se pode fazer uma sugestão... Claro, diz o proprietário. Sugeriu tirar a palavra "vende-se". Desnecessária falou, é lógico que você vende e não faz doações de peixe... Tem razão disse o proprietário e mudou a placa:
PEIXE
A vida segue, até que outro cliente pergunta se pode fazer uma sugestão...
Claro, diz o proprietário. Sugeriu tirar a placa. Desnecessária falou, o cheiro do peixe e a mercadoria exposta já dizem tudo... Tem razão disse o proprietário e tirou a placa.
A vida segue, até que outro cliente pergunta se pode fazer uma sugestão... Claro, diz o proprietário. Sugeriu que, para facilitar os clientes, bem que poderia ter uma placa assim:
AQUI VENDE-SE PEIXE

(Clovis G.A.Macedo)
(Retirado de um manual antigo do Senac, quando eu era instrutor)

Começar um novo caminho assusta. Mas depois de cada passo, percebemos o quanto era perigoso permanecer sentado.

Meu olhar guarda segredos que um dia dividimos, guarda palavras que trocamos em silêncio, esconde o amor que ainda mora em mim. Meu olhar, tem uma porta secreta...só a você, mostro o caminho.

" Em noites tristes, dias solitários
que vou caminhando pelas ruas em busca de um ser inexistente... Um ser que mora aqui dentro de meus pensamentos confusos.. quase sempre encontro esse ser inexistente, mas quando vejo ,logo ele não existe..
volto a caminhar tristemente e solitária em meu mundo imaginário cheio de seres inexistentes...

Ela faz um samba no meu coração.

Parabéns pra você

O parabéns no aniversário mostra claramente a dificuldade que um ser humano tem para viver um ano.

Minha princesa encantada
um beijo do seu sapo


quem sabe aindo viro principe ao seu lado

Você só pode manter um sorriso por algum tempo, depois disso são apenas dentes.

Você dá um duro danado, mas um momento de perfeição vale qualquer esforço.
Um momento, é tudo que você pode esperar de algo perfeito.

O poeta escreve,
Mas por vezes mente,
Encena, ilude.
Na real, um ser mutavel,
mais triste que alegre,
De onde tira profundidade.

Oceano ao invés de rio,
Toca o céu enquanto pisa o inferno,
Cidadão de lugar nenhum.

A constante dúvida
Do real e da sanidade,
Especialmente da própria.
Virose das palavras,
O veneno que esvazia,
Injetado nas veias
Na perdição.

Adorador das decepções,
Histórias com finais duvidosos,
Das ambiguidades,
Das calúnias costuradas no tempo
E rasgadas com tesouras da justiça.

Duvida de tudo que existe,
Inclusive do que disse a segundos atrás,
a ideia jamais permaneça intacta.

Duvida inclusive,
De sua capacidade de escrita,
São tão somente,
delírios constantes.

Ninguém sabe,
Mas sorriso anda com choros
Amarrados nas costas,
Disfarçando as evidências
Do coração contrito.

Dias de sol
Com tempestades
Engarrafadas em seus olhos.

Se cura ao fio da navalha,
Na contramão do sinal.
O alien mas não alienado.

Sua estranheza,
É seu encanto
Que não sabe como obtêm,
Só sabe que escreve

Um dia o povo será pelo povo

Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos sendo
Vendido em um valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção, todos,
Todos já sabem,
Mas continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais dar para ver
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra
Desvalorizam a instrução pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir.
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sustentar na pele
A opressão e nada
Podemos falar...
A polícia cala a nossa boca,
Recebemos as ordens do estado,
As redes de televisão,
As emissoras de rádio, por sua vez
Aliena o povo, e o povo
Se conforma.
O povo pode dar a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer.
E o povo será pelo povo.Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos sendo
Vendido em um valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção, todos,
Todos já sabem,
Mas continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais dar para ver
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra
Desvalorizam a instrução pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir.
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sustentar na pele
A opressão e nada
Podemos falar...
A polícia cala a nossa boca,
Recebemos as ordens do estado,
As redes de televisão,
As emissoras de rádio, por sua vez
Aliena o povo, e o povo
Se conforma.
O povo pode dar a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer.
E o povo será pelo povo.

​"A calúnia e a dor são apenas névoas; elas podem ocultar o caminho por um instante, mas jamais possuem a voltagem necessária para desligar o interruptor da sua paz."⁠

"Somos viciados em barulho porque o silêncio atua como um espelho de alta definição: ele reflete exatamente quem somos, sem os filtros das nossas justificativas."