Já Perdi
"Luto contra minha guerra "
Será que posso vencer está guerra que já perdi quando me entreguei e já ganhei quando fui forte?
As pessoas não sabem,mas só quem batalha todo dia,sabe como é a guerra,felizmente tem o doce sabor como é ser mais forte que sua fraqueza,também infelizmente já viveu o amargo sabor quando se entregou para o que te faz mal
Minha mente é uma loucura,tem dias iluminados que é minha melhor amiga e me ajuda a ser mais forte que minha fraqueza,mas tem dias cinzas que quando acordo ela é minha inimiga e me lava a ações que minha fraqueza ganha e por instante se parece mais forte do que minha vontade de não se entregar para o que me faz mal
Será que um dia morro assassinado do que me faz mal?ou será que um dia mato de uma vez por todas minhas fraquezas minhas feridas,pela minha fortíssima vontade de ser feliz?
Pensamentos bons minha mente desenha,e as vezes pensamentos ruins se tornam um rabisco na minha mente,já minhas escolhas minhas ações,ficam indecisas que quadro comprar,no momento fecho meus olhos e me decido,ser mais um fracassado mais uma vez em um dia,ou continuar sendo um guerreiro e vencer mais um dia essa cansada batalha e ter esperança que isso vai ter um fim
Será que posso vencer está guerra?Será?
Já perdi o sono, fiquei noites em claro
Tive medo de adormecer
Era difícil entender
Não imaginava como tudo isso poderia acontecer
O mundo parecia desabar
A cabeça começava a rodar
A dor no peito não podia mais suportar
Um peso nos olhos começava cair
Em forma de lágrimas o rosto estava a molhar
Eram dores que começavam a sair
Frutos de um coração partido
Ofertado por um amor bandido
Que na verdade não sabia o que era amar
Em busca de um objeto pra brincar
Olhava-me no fundo dos olhos
Como um grande artista
Dizia que não suportava mais a dor
Daquilo que sofrera com promessas de amor
Palavras que pareciam sinceras
Mas que não passavam apenas de ilusão
Quando finalmente descobriu o que era ser amada
Não soube suportar
Todo seu sonho de ser feliz
Tudo para o alto foi jogado
Saiu correndo sem direção
Machucado mais uma vez seu coração
Ferindo me e tornando-se minha decepção.
Bate coração, ela segurou minha mão, vamos se iludir, ja perdi a conta de quantas ilusão. (Meu nome e paixões).
VENHO HÁ MUITO TEMPO ME ESQUIVANDO DA MORTE, QUE JÁ PERDI O MEDO ‘DE CARA FEIA’, E, MESMO, DO VENTO FORTE. AJMusskoff.
Quando entro em uma batalha, meu medo não é de perder. Já perdi muitas vezes, sei como lidar com isso, meu medo é de vencer e perceber que era, na verdade, tão nefasto quanto meu oponente.
Um disparo!
Um diz para!
O outro siga...
Eu no meio da briga,
Dessa luta sem fim.
Já perdi a conta
Das vezes em que separei
O meu eu que aponta
Dos tantos outros que nem sei.
Mas basta uma distração
Já refaz a confusão,
E não sei onde parei.
E me reparto em pedaços
Nos pensamentos que faço,
Ou melhor dizendo,
Que pensei que estava fazendo.
Não entendo.
Fico vendo essas lutas,
Procurando qual daqueles é o judas
Que causa a discórdia e não ajuda
A resolver o "quem eu sou".
Pra onde vou também não sei.
São tantas perguntas.
Já Perdí muito tempo, a pensar pra fazer, ensaiéi pra fazer, e na hora de fazer, resultado "nada"
por isso acabei concluindo que:
perdi o tempo a querer impressionar, e tive como resultado "fracasso"
dentre essa toda experiência tive como conclusão positiva, que deixe de querer impressionar, dêe o seu maximo.
A vida é um teatro.
"Não é ciúme. Nunca foi. É apenas medo. Medo de te perder , como já perdi outras pessoas que passaram pela minha vida."
Eu até tentei
Ser um cara normal
Mas todos os amigos
Eu já perdi.
Me perco em fotos
Que eu não estava presente
São vestígios de sorrisos
Que não guardaram em mente.
O tempo se faz cinza
De um luto comumente
Desfavorecido de um tempo
Onde nunca imaginei estar presente.
A saudação foi inesperada
Mas, esperada à todo instante
Mau sabia ser entrada
De outro adeus constante.
Agora sou eu
Enfrente a tuas palavras
Encontrando consolo em versos
E uma rima bem montada.
Prometi mais uma música
E aqui estamos nós
Eu longe de você
E você a sós.
Lidar com as dores
De quem não estava doente
Não foi fácil pra mim
E você junto a outros discos
Eram à salvação.
Já perdi as contas de quantas vezes fechei os olhos e fiz um pedido daqueles tão real, que veio do coração. O fato é que nem sempre recebemos ou recebemos tudo que pedido e algumas vezes até mais. São as boas dádivas de Deus. Se somos merecedores? Nem sempre! Hoje tenho a serenidade para pedir de uma forma mais suave e menos imponente como antes. Fecho os meus olhos e continuou fazendo os meus pedidos, e ainda acrescento: "Senhor, aceito o Seu 'sim' ou o Seu 'não', pois eu entendo que tudo coopera para meu bem, ainda que eu não entenda.
Para quem um dia amei...
Não guardo remorso em relação
à pessoas que já perdi. Sempre
fui verdadeira com cada uma delas,
e da minha maneira, eu as amei.
Dei à elas o meu melhor sorriso,
e, todos os dias, ouviram de mim
o que só digo para quem me é,
de fato, importante: "Eu Te Amo".
Auto-poema-resposta
Já perdi a conta de quantas vezes passeei os olhos pelas tuas palavras, violentei, violei e ainda mais, forjei tais vocábulos de despeito. Não compreendo como tuas pequenas mãos embalam tantos esbravejantes decretos de saliência, essa revolta ímpar, essa crua permissividade que não esmorece mesmo diante da minha persuasiva desistência!
Assim como esse teu curvilíneo corpo esguio que me deplora tantas proibições, mas que conheço tão displicente, tão involuntariamente despudorado...Que mente-me tua pouca habilidade, tua irrefletida sedução sublimada no orgulho que te estampa, arredia, quando te ponho inofensiva.
Queria te ofertar bem mais do que tais dimensões paralelas de sub-vivência, queria poder consentir tua destreza nessa conquista que me ilumina sob belas palavras, ainda que não consiga permiti-las em meu sentimento... Poder enxergar essa alegoria na qual nos transforma, com a devida imparcialidade crítica com que me roga, sem afetações de meu ego... Ser-te luz bem mais do que inspiração, te fornecer meu olhar sob tais versos e causar-te a fosforescência com a qual me convidam ao infinito.
Como resisto ao teu aprazível jogo de causa e efeito? Como posso negar-te o direito de perturbar-me, de deixar-me insone relembrando tuas vestimentas de pecado, a tua boca colorida de um tanto de ardor e audácia?! Como podes acusar-me de evadir-me de nossas instâncias, se as carrego com a mesma urgência de cada pulsar irrefletido?
Injustas palavras, Menina. Injustas.
Muitos eu ja perdi, agora estou escrevendo o quanto por eles eu senti, quando eles se foram, me deixaram a tristeza, na vida é assim tudo ocorre com uma supresa.
Meus diplomas
Tenho um parâmetro confuso.
Já perdi o norte.
Culpei a falta de sorte.
Pelo aflito coração intruso.
Por todas angústias.
Todas preocupações.
Agonias e aberrações.
O desatino da mente.
O ímpeto descontente.
Avaliei as considerações.
Incapaz e frustrado.
Fugaz e enjaulado.
Sem função e nada de maestria.
Como dói e consome dia dia.
De repente me deparei.
Estou eu no coliseu de Roma.
Ou não.
Sou eu formado e com uma série de diplomas.
Certifico mim dono da dor.
Agrego o sofrimento.
Também manifesto desamor.
Por não entender o sentido do tormento.
Mas eu consigo ser conselheiro de mim.
Não sei o que faço com diploma.
Pois a tristeza é forte aroma.
Que se aloja em mim.
A ignorância é devastadora.
Dizia o poeta.
A luta continua.
Diploma pode ser uma lavoura.
Simplesmente se houver coragem de enfrentar as feras que existe no coliseu em mim.
Pode ser em Roma, sem diploma.
A coragem de começar e saber que ainda não é o fim.
Giovane Silva Santos
Na minha vida, algumas vezes já me apaixonei no primeiro olhar, mas também outras vezes, já perdi o interresse depois de poucas palavras.
Acho que já perdi o jeito pra sorrir
Acho que não sou feliz
Acho que não é também feliz
Nossas roupas no varal
Já não se enlaçam, nem se tocam
Pedem ao vento pra soprar
Querem voar, secar noutro lugar
Sabe a vida não ensina a somar defeitos
Assumir os erros do outro
E assim o amor se vai
Além do Tempo
Sou hoje mais infeliz que ontem,
Já perdi aquele brilho intenso e vivo no olhar.
Eu já perdi o ânimo em acordar, eu só sei sobreviver.
Coisas que me alegravam antes,
Agora jás passado, mórbido e enterrado.
Já o que me entristeci antes, não sou vivido por isso.
Acontece que sinto falta do miseráveis detalhes.
Miseráveis esses, não por serem medíocres,
Mas por serem insignificantes no momento.
Você que deixa passar, acho que é história?
Então guarde na memória!
Sabe?
A Rotina da vida, conversas na cantina,
O apego no sossêgo, isolar-se no recreio,
As brigas de idade, falta de maturidade.
Sentar, sorrir, dividir o fone de ouvido.
Ver, ouvir e sentir meu pequeno Melro. .
Sou incompleto, infeliz. Por que assim vivi.
A vida mais feliz de todas.
