Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Já chorei rios de lagrimas por você, meu coração um dia foi seu, mais não consigo saber porque ele ainda doi por você.
Já senti tanta dor que não tenho mais medo da dor, só tenho medo de não sentir mais dor, e por fim me tornar frio. Assim como a lenha, que só queima uma única vez.
Muitas vezes a boca nega anceios que o coração já não pode mais suportar, cativo no silêncio da solidão ...
Ainda que no presente surjam outras pessoas, não substitua das tuas lembranças aquelas que já passaram, te amaram e se foram.
Sentimento não se explica ,sentimentos não se faz, sentimentos você sente e isso já basta para você viver e fazer outra pessoa viver.
Ficaremos pois acordado imaginando solução ?
a solução já existe ..
mais a própria solução é todo o problema!
Saudade naum é um sentimeto que vem de repente; já esta dentro de cada um de nós esperando só o momento oportuno para se mostrar com a face que muitas vezes é sombria e de dor.
"Quase sempre o sentido de nossa vida se fundamenta em coisas que já não existem. Sonhos, ilusões, fantasias e prazeres idealizados... Apenas objetivações mentais!" Penso, logo sinto! Sinto, logo existo!
E já não me importa se estará ao meu lado ou não, continuarei sendo aquela que sempre fui,
Aquela que o tempo tentou apagar, aquela que jamais se negou a lutar, por que o mundo gira e não pará para eu me consertar.
Já não sei onde deixei
as coisas que busquei
aquelas bolinhas na garganta.
Não está no quarto.
Não está na alma.
De tanto procurar.
Esqueci como era aquele borbulhar.
É porque lembrar desses olhos lindos olhando pra mim, já muda tudo por muitos instantes. Instantes suficientes pra mim escrever algumas coisas que tenho imensa vontade.
Deus não dá asa a ninguém!
Todos nós já a possuímos!
Basta querer aprender a voar...
Sim, Deus existe...
Mas não fique de joelhos esperando seu milagre,
seja o milagre que você quer ver!
Um presente do céu
Já era noite quando Filipa resolveu sair para caminhar, perto do rio. Mas ainda era cedo; eram seis horas. Ou dezoito, se você ligar para isso. Ela ouvia as músicas que tocavam dentro de sua cabeça, quando começou a chover.
Chovia forte, e as pessoas corriam para chegar em casa a tempo de não se encharcar. Filipa não conseguia nem ao menos imaginar o porquê disso, já que ela mesma não gostava de perder uma boa chuva.
Ela achava que a chuva lavava sua alma, e que levava embora o que ela já não quisesse mais. Toda vez que a chuva vinha, a menina lhe pedia que levasse embora todas as suas dores, mas que deixasse as suas lembranças. E a chuva atendia o pedido. Ao menos, na maioria das vezes.
Nesse dia, Filipa pediu e implorou - em vão - que a chuva lhe lavasse a alma mais uma vez. Mas a lavadora de almas não lhe concedeu o pedido. A sensação dessa vez foi diferente.
Antes, ela se sentia limpa. E leve.
Agora, antes de qualquer coisa, ela estava bem. A chuva não a limpou, mas trouxe para ela borboletas. Borboletas que voavam de um lado a outro no seu estômago, e que a deixava com vontade de gritar. De gritar as músicas que escutava, de gritar o que sentia,de gritar qualquer coisa, de gritar palavras que fizessem - ou não - sentido. E ao invés de fazer isso, Filipa correu. Correu mais do que podia. Correu até não aguentar mais. E quando parou, era como se ela tivesse gritado tudo aquilo que não gritou. Era como se ela tivesse colocado para fora tudo o que sempre quis, e não colocou antes.
Foi esse o presente da chuva. Fazer Filipa perceber que podia se sentir limpa sem a ajuda de ninguém, ou de alguma coisa. Ela realmente podia fazer isso sozinha.
E então, Filipa se sentou na beira do rio.
E riu. Sozinha. Riu até a barriga doer.
E agradeceu com as mais bonitas palavras o presente que tinha recebido.
E em resposta, enfim, a chuva cessou.
A culpa é de quem?
A nota da própria educação é zero, consciência – seja qual delas for – já não existe, o errado virou certo, a fome está cada vez maior e o lugar de dinheiro agora é na meia.
Quase todos os dias levantamos questões sobre que mundo deixaremos para nossos filhos, netos e tataranetos... Mas nem sequer pensamos nas pessoas que deixaremos para o nosso mundo. Não pensamos se ainda existirá alguém com atitudes capazes de ajudar o nosso planeta e a nossa gente. Nós simplesmente ignoramos o fato de que tudo pode acabar, e continuamos destruindo o que vemos pela frente. Quando é que iremos nos tocar de que um dia a nossa casa, o nosso ‘planeta água’, não aguentará mais o que fazemos com ele? Até quando as crianças que estão perdidas por aí suportarão a fome que as engole?
Está tudo de ponta cabeça... O mundo está mesmo uma porcaria. Ninguém respeita nada, ninguém vive, ninguém sente, ninguém mais liga para o que está acontecendo. A fome se alimentando de gente, o planeta ficando cinza, a corrupção acabando com esperanças... E as pessoas nem sequer tentam mudar alguma coisa. Nem tentam mudar seu jeito de ver o que se passa ao redor, muito menos suas atitudes. Só o que importa é a competição. A competição que mata, que rouba, que atrapalha... Que acaba.
Que acaba com o pouco que ainda nos sobra.
Primeiro você olha, depois você imagina e quando se dá conta já esta arrependido por alguma dessas atitudes.
E meu tempo, reservei só pra ti. Faça o que quiser dele. Já tomou minha vida, meucoração, e dominou meus pensamentos, o tempo não me fará falta.
Já fui totalmente frágil. Hoje posso ser vingativa, e fria. Só depende da pessoa ou situação. Vivia esperando dias melhores, esses dias que ainda espero. Fria, comunicativa, inconsequënte, misteriosa, pura ou impura. Dizem que sou um doce. Poucos esses os que provaram do açúcar da minha personalidade. Formada de dúvidas e incertezas. Acho na escrita, uma forma de libertar. E embora não goste das minhas palavras, muitos dizem o contrário.
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