Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
MINHA FRASE 0511
O bom do mundo acabar em 21 de dezembro - como dizem que disseram os Maias - é que eu nunca mais vou ficar naquelas malditas filas de supermercado, para comprar as coisas de Natal.
Certa vez me disseram: Como é linda a arte do sentir!
Arte foi o que disse ele?
Não!
Sentir não é arte, não é dom, não é nada além do que pulsos!
Eles são tão fortes que podem te controlar; podem te fazer rir, chorar, mentir, gritar, bater, sofrer...
Tem o poder aquele que sabe controlar a raiva e o ciúme, entender quando está apaixonado, acreditar quando estiver amando e jogar aos braços na felicidade.
Você nunca se doou a cólera?
Você nunca deixou ser controlado pela raiva disparando um soco?
Nunca sorriu?
Nem chorou ao ver um filme?
Se um alguém te disse que você não é bom o bastante...
É porque disseram a ele que você é bem melhor do que ele!
O que é feito da felicidade?
Um dia me falaram sobre a felicidade. Disseram-me ser sentimento etéreo que habita o infinito distante e que não se deixa possuir facilmente. Que é o fruto no galho mais alto, que despreza a quem a procura, que ela é arredia e fortuita, se faz desejada, mas não é de quem a deseja, que é dama orgulhosa e tem gélido coração. Que é mesquinha e enganadora, que assim como vem, se vai e deixa vazios os corações. Que ninguém a possui por inteiro e que alguns dependem de outros para tê-la. Que seu preço vale mais que ouro e que quem a possui, traz consigo um troféu, possui um tesouro... Haviam me dito que quando eu encontrasse a tal felicidade, ela preencheria de glória os meus dias, traria amores verdadeiros, enfeitaria a janela do tempo com lindos vasos de flores da mais pura amizade e com seu dedo de Midas, converteria em riso meu pranto, transformaria em manhãs de sol as minhas tardes sombrias, salpicaria de estrelas as minhas noites, poria lua azul em cada uma delas... Que junto com ela traria o amor, que era companheira da sorte e que ao seu lado eu não teria mais dor e a ventura iria para sempre fazer parte do meu viver. Disseram-me também que imensurável era o tesouro que carregava que me cobriria de puro linho e de ricas joias... Que tornaria dourados meus horizontes faria da minha vida um arco-íris de mil cores... Que tendo-a como companheira de viagem aplainaria meu caminho tiraria dele as pedras e seguiria comigo me livrando dos tropeços e quedas e ao infortúnio faria despedir-se. Que ela me faria tocar estrelas elevar-me-ia me à altura dos mais altos sonhos. Que eu possuindo-a, seria o ser mais completo do universo... Decidi então, partir em busca de tão maravilhoso sentimento...Procurei em meus olhos, mas neles não havia o seu brilho. Procurei-a nos meus sonhos, despertei e ela continuou adormecida... Quis em encontrá-la em antigos amores já haviam morrido. Busquei-a em bares e tabernas, mas lá não estava ela. Em paixões as mais ardentes, porém a sua chama já havia se apagado. Debalde a procurei nas religiões; Ali não se fazia presente. Procurei-a pelas tardes tristes, pelas manhãs de sol, pelas madrugadas solitárias. Quis saber da noite, onde andava a felicidade, mas ela apenas cegou meus olhos à sua visão... Em minhas preces, perguntei aos anjos, que nada me disseram; Procurei-a nas ilusões que tive ao longo da vida, encontrei apenas fragmentos... Desvendei enigmas, consultei pitonisas, joguei dados, porem nada e nem ninguém atendeu ao meu intento. Desesperada, rasguei os sete véus penetrei o além, mas lá não estava a felicidade. Procurei-a no brilho das estrelas e elas nada me mostraram... Quis saber dos deuses, onda andaria tal sentimento tão sutil e eles se silenciaram... Mergulhei no abissal dos sete mares, e lá também não a encontrei... Fui às galáxias mais distantes, me perdi em minha busca vã. Perguntei ao vento se a poderia trazer em suas asas, o vento se foi levando para longe a minha esperança... Voltei à minha infância perdida, quis saber se já havia sentido, ela me respondeu que não... Caminhei um pouco mais até a minha mocidade, quis saber se havia guardado o segredo, ela virou-se, despediu-se de mim e perdeu-se na distância, sem nada me dizer. Procurei-a nas mais remotas lembranças, revirei baús... Cheguei à minha velhice e cansada e desiludida, sentei à pequeníssima sombra do que restara da minha existência, e chorei... Foi então que em sonhos me apareceu um sábio, tomou assento ao meu lado, e quis saber o porquê das minhas lágrimas... Um nó me estrangulou a garganta e me impediu de dizer o que sentia... Ele então olhou-me nos olhos e disse que neles estava escrito o que eu procurava, mas que somente os sábios saberiam ler... -O que você procura, disse-me o sábio, - é um tesouro que todos querem, por isso quase impossível de se alcançar... Você, como tantos, anda em busca da felicidade! Disse-lhe então sobre a minha louca e incessante procura pela felicidade e do meu desejo de saber por onde ela andava. Que vinha de longa caminhada, que tinha os pés sangrando de correr em busca de tal fantasia e que quando estava por alcançá-la, ela se desvencilhava como criança a brincar de esconde-esconde... Falei do meu desejo de ser feliz nem que fosse por um momento, quis saber do sábio como fazer para alcançá-la mesmo que qual pássaro cativo que bate as asas na ânsia de se libertar e fugir para longe, mantê-la em minhas mãos por preciosos momentos; Ansiava por experimentá-la. Eu queria provar a felicidade. Então calma e amorosamente, o sábio me respondeu: Filha, um dia a Felicidade, por um motivo nunca dito, quis ser viver para sempre junto aos homens e então desceu à casa dos mortais para fazer-lhes companhia por toda a eternidade, habitar para sempre em cada ser, em cada mente, em cada corpo, em cada alma, em cada espirito, em cada coração, porém, cada vez que chegava, notava triste, que as pessoas queriam muito mais que isso. Que tê-la consigo não bastava para elas. Necessitavam algo mais como riqueza, fama, sucesso, glória. Entristecida, a felicidade se fez quieta em um lugarzinho lá no infinito e pôs-se a pensar o que fazer para agradar aos homens. Então tomou a sábia decisão de casar-se com o Desejo, moço soberbo e arrogante, cuja missão era satisfazer a todos no mundo, para que dessa união, nascessem filhos os quais pudesse enviar aos homens, para que assim quem sabe, eles se sentissem donos dela por inteiro. Foi então, que toda pompa e circunstância, realizou-se o casamento da felicidade com o desejo. Dessa união, nasceram quatro filhos; a saber: a riqueza, a saúde, o amor e a simplicidade. Depois de algum tempo, a felicidade ordenou que a sua filha simplicidade viesse a terra para fazer morada nos corações e depois disso então, como a simplicidade era a sua filha mais querida, quem a aceitasse, a teria junto. Então a simplicidade, obedecendo ao seu pedido, vestida de simples trajes e calçada com as sandálias da paz, desceu à casa dos mortais e em vão bateu à porta de cada coração, sem que nenhum lhe abrisse. Cansada de andar a esmo vendo que perdia seu tempo, a simplicidade retornou à casa da sua mãe e pôs-lhe a par da indiferença e da hostilidade com que fora tratada pelos homens. A felicidade então mandou que o amor viesse. O seu filho mais amado, veio, e como a simplicidade, disse a cada um dos homens, que era o verdadeiro e mais sublime sentimento, que faria morada para sempre em cada um deles e que ao seu lado, os homens não guerreariam, as criaturas se amariam e viveriam para sempre em paz e harmonia, mas ninguém deu ouvidos à sua pregação e aborrecido, retornou cansado e desiludido, pois ninguém havia lhe dado guarida, abrigo, nenhum coração o recebera... Então a felicidade mandou a saúde, que como os outros dois irmãos, debalde bateu à porta dos corações... Muitos até se lhe abriram as portas, mas deixaram claro que só a receberiam se viesse junto com a riqueza. Retornou a casa materna desiludida e só, a saúde. Os corações dos homens permaneceram vazios de sentimentos... Preocupada com isso, depois de um tempo, a felicidade tomou a decisão de mandar então a riqueza. Deixando consigo ao amor, a saúde e a simplicidade, devidamente entronizadas ao seu lado. A riqueza então desceu, trajando rica indumentária, cheia de gloria e luzes. Todos se lhes abriram as portas e a receberam com muita satisfação, prepararam-lhe suntuoso banquete, em cuja mesa não tomaram assento os irmãos amor, saúde e simplicidade, pois não haviam sido convidados. A todos que lhe receberam, deu suntuosos palácios, ricas iguarias pôs na sua mesa, anel de ouro pôs em seus dedos, coroa de brilhante na cabeça, vestiu-lhes de gloria, distribuiu ouro e pedras preciosas... Agora que os homens, erroneamente se julgavam possuidores da completa felicidade, que para eles se resumia na riqueza, abateu-lhes a doença, faltou-lhes amor no coração e começaram então a contrair toda espécie de males, no corpo e na alma e então começaram a morrer no auge da sua gloria , a guerrear-se e a destruir-se uns aos outros... O que farei então, para salvar os corações, pensou a felicidade... Então o senhor desejo que se julgava dono de tudo, tomou sozinho a resolução de enviar junto seus dois filhos maiores, a saúde e o amor, deixando com a felicidade, apenas a sua filha mais moça, a simplicidade, para fazer-lhe companhia na velhice. Dessa forma, obedecendo às ordens do pai, desceu a casa dos mortais a saúde e o amor, para juntos com a riqueza, tornarem completa a felicidade dos homens... Chegando a terra, ao juntarem se com a riqueza, a saúde e o amor não puderam viver em harmonia, pois depois de habitar o coração dos homens, a riqueza se tornara por demais arrogante e pretensiosa e quis comprar a saúde. A saúde, não se vendeu, então quis conquistar o amor. O amor, cheio de brios, não se rendeu... De forma, que tal divergência causaram entre si, que a felicidade então, sabiamente desceu à terra e pediu a cada coração que escolhesse qual dos seus filhos gostaria de ter como companhia, uma vez que os três que sempre haviam vivido em perfeita união, haviam se tornados dissolutos, contaminados pela ganância dos homens. Assim, obedecendo ao pedido da felicidade, quem escolheu o amor, viu partir a riqueza... Quem escolheu a riqueza, viu despedir-se do amor. Restou então saúde, que alguns corações escolheram e com e como ela e o amor viviam harmonia, ficaram juntos num só coração. A riqueza porém, nunca pode conviver com os seus irmãos saúde e amor. De forma que quem tem a primeira vivendo consigo, dificilmente terá consigo amor e a saúde. Em raríssimos casos, a riqueza visita os corações onde moram esses dois irmãos. Quanto à simplicidade, essa é moça velha, cheia de dias, que habita o infinito junto coma sua mãe a felicidade, que tão ocupada vive, tentando unir seus filhos, que aparece muito rapidamente em cada coração, e vai-se à procura de agradar outro, faz visitas constantes aos seus filhos amor e saúde, e à sua filha riqueza que a renegou, visita esporadicamente; e por isso, por ter que se dividir o seu tempo entre todos os homens, e tão momentaneamente fazer-se presente, diz-se que podemos encontrá-la nas pequenas coisas e que a felicidade não existe. O que existe na vida são momentos felizes!
8 Certo dia, as árvores se puseram a caminho para ungir um rei que reinasse sobre elas. Disseram à oliveira: ‘Reine sobre nós’. 9 A oliveira respondeu: ‘Vocês acham que vou deixar o meu azeite, que honra deuses e homens, para ficar balançando sobre as árvores?’ 10 Então as árvores disseram à figueira: ‘Venha você, e reine sobre nós’. 11 A figueira respondeu: ‘Vocês acham que vou deixar o meu doce fruto saboroso, para ficar balançando sobre as árvores?’ 12 Então as árvores disseram à videira: ‘Venha você, e reine sobre nós’. 13 A videira respondeu: ‘Vocês acham que vou deixar meu vinho novo, que alegra deuses e homens, para ficar balançando sobre as árvores?’ 14 Então todas as árvores disseram ao espinheiro: ‘Venha você, e reine sobre nós’. 15 Então o espinheiro respondeu às árvores: ‘Se vocês querem mesmo me ungir para reinar sobre vocês, venham e se abriguem debaixo da minha sombra.
// Os vv. 8-15 reproduzem uma fábula popular, que apresenta a mais severa crítica ao poder político: somente aquele que nada produz é que se presta para exercer o poder, e a segurança que ele oferece não passa de armadilha contra a liberdade do povo.//
Um dia disseram para Fulano que correr fazia bem ao coração, Fulano correu. Depois, Fulano ouviu que cigarro fazia mal ao coração, então, Fulano jogou todos os seus maços de cigarro fora. Tempos depois, falaram à Fulano que amar fazia o coração doer, foi quando Fulano viu que as pessoas falam demais.
Tenho que agradecer a todas as boas almas que disseram "te acalma menina, coisas boas chegam sem pressa". Posso concluir que é a mais pura verdade. Pois é. Me acalmei, e percebi que mesmo que chegue lentamente, também vem aos poucos, o que irritou minha ansiedade e atiçou mais ainda minha vontade de esperar. Sentei-me, e me dediquei a guardar cada pouquinho, com todo carinho e esperança que tive. Cada gesto, palavra e olhar. O que vale mais a pena, é que, cada vez que faço isso, me vem uma sensação boa de que estou fazendo a coisa certa.
Nada mais saboroso do que conquistar algo, que um dia disseram que não seríamos capazes de conseguir...by.mayoral
Me disseram que sonhar é ingênuo. E daí? Nossa geração não quer sonhar. Pois que sonhe a que há de vir.
Me disseram certa vez que, para se ocupar um cargo, é necessário ter o Ensino Superior Completo. Bom, eu tenho amor no que faço, carinho e respeito pelos meus semelhantes. E, para mim, isso basta.
Me disseram que me seduzir é fácil, pois tenho a mente fértil. Agora me questiono se fui seduzida ou se me auto seduzi todo este tempo?!
Me disseram: Amor não é um produto. Mas e se fosse? Você lutaria pra obtê-lo? Espero que sim, pois seja diferente, não espere que outros passem em sua frente e que você busque apenas um sentimento de liquidação.
Alguns disseram um e outros queriam milhares, coloques dos principais e o sentido tanto também é faz.
Um dia me disseram que amar era o mesmo que sofrer. Então se esse fosse o preço a pagar em troca do seu amor, por ela eu sofreria, amaria até morrer. Certas dores possuem seus valores, outras são essenciais para a mudança interna, porém, esta em especial é do tipo translúcido, quanto maior a intensidade mais visível são os sentimentos por trás, e juntos passam a amadurecer em um equilíbrio de hostilidade - do tipo que ajuda a compreender que nenhuma evolução é feita sem uma guerra, seja esta interna ou não.
A vida é uma metamorfose contínua, pessoas vem, outras vão, mas sempre deixando significados por dentre de "olá" ou "adeus". Algumas paixões não duram, e mesmo que tenha estado ali, talvez o propósito tenha sido apenas te ensinar algo, mostrar além do que pode ver, sabe? Por que quando é amor de verdade você nem mesmo percebe, só sente. E não importa a circunstância, a dificuldade, as diferenças, ele supera todos obstáculos.
Também há os problemas. Padrões, pressão, julgamentos, olhares tortos, comentários auto-destrutivos; dor.
É, eu vivo numa constante batalha de aceitação diária. Mas não importa o quanto eu afirme com toda convicção, tudo que eles dizem é que sou jovem demais para compreender tantas emoções, que eu não conheço nada além de obediência e obrigações.
Porém, o quão velho devo ser para poder _sentir_? O quão vívido tenho que ser para considerarem todas essas emoções reais? Aliás, por qual motivo _eles_ quem devem dizer o que sou ou não se _eu_ quem sinto?
Eu só preciso de ajuda para compreender tudo que ronda minha mente, são tantas coisas diferentes que não sei decifra-los.
_Você não sabe o que diz, o real sentido da vida_, é o que repetem dia após dia. Mas a vida não é sobre isso? Aprender mais a cada momento? Como pode se julgar tão sábio em relação a mim quando talvez nem conheça metade da minha história?
Minha religião, cor, nome, aparência, pensamento, personalidade, sentimento; tudo condiz a mim, tudo é sobre mim e somente isso. Então por que me compara a ti?
Sim, eu posso amar, chorar, sofrer, julgar, culpar, sentir. Eu tenho esse direito como qualquer um outro. Não há nada de errado ou contraditório. E é isso que me inspira a ser quem sou, a fazer o que mais gosto; aliviar por meio de palavras rimadas.
E então ela me olhou com ternura e me intrigou;
_O que é poesia? Te beijar até morrer?_
Fiquei abalado e respondi;
_Poesia é te querer!_
Poesia é também, acima de tudo, ser um poeta que transforma sua realidade árdua em prosas poéticas.
Senhor tempo:
Um dia me disseram, que o senhor cura tudo, desde as dores, aos desamores. E que nos faz esquecer até momentos ruins.
Mas isso não é verdade, o senhor não cura nada, e por ora, nos faz lembrar de tudo.
Mas sei que o senhor é capaz de nos moldar, nos fortalecer, nos ensinar e com isso nos fazer crescer.
E sabe o que eu tirei de letra?! Passei a me olhar mais, a enxergar meus próprios erros. É como se eu pudesse me ver com outros olhos e isso está me fazendo muito bem.
Eu não tinha noção que isso era capaz de mudar a minha vida, percebi que evolui mais um passo. E confesso que me apaixonei pela pessoa que me tornei e que estou me tornando a cada dia.
A cada olhada para o espelho, cresce mais meu amor próprio.
Agora vejo que não tenho que me encaixar a miudezas de quem quer que seja, eu mereço o recíproco, caso contrário não dou um passo pela pessoa.
A melhor lição que o tempo deixa, é que não merecemos nada a menos do que oferecemos.
E que cada um oferece aquilo que sobra na mente e no coração.
Eu ainda não posso oferecer nada a ninguém, porque ainda não estou totalmente pronta, estou ocupada me amando. Meu amor próprio anda cheio de esperanças e sonhos de que amanhã, terei mais do que tive ontem. E assim só receberei, alguém que já esteja completo assim como eu!
#Autora #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 06/11/2018 às 20:00
Especialistas disseram que iria chover. Meus olhos viram as nuvens encobrindo o Sol. Minha fé enxergou o Sol brilhando entre as nuvens!
Na verdade, eu gosto muito da chuva, mas às vezes eu preciso que ela dê uma trégua durante o dia e, então, venha cantar aquela canção de ninar a noite.
