Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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Se, de vez em quando, o leite azeda por aí, não tenho nada com isso; a vaca não é minha. Escolham melhor na próxima vez.

Estar vivo não nos distingue radicalmente dos mortos; mas, estar apaixonado, sim.

Roberto Freire
Utopia e Paixão

Nota: Trecho do Livro "Utopia e Paixão" de Roberto Freire e Fausto Brito

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Aprendi que um dos segredos da vida é não demonstrar tudo o que a gente sente.

Faço de mim
Casa de sentimentos bons
Onde a má fé não faz morada
E a maldade não se cria

Forfun

Nota: Trecho da música "Morada", da banda For Fun.

Prefiro sofrer com a verdade de um “não te amo” do que ser feliz e iludida com um “eu te amo”.

Plantar um bosque na alma, e curtir a sombra, o vento, as crianças, o sossego. Não precisam ser reais. Eu até acho que a realidade não existe: existe o que nós criamos, sentimos, vemos ou simplesmente imaginamos.

A vida é dura de suportar; mas, por favor, não vos façais de tão delicados! Não passamos,todos juntos, de umas lindas bestas de carga.

É tanto sentimento falso que os verdadeiros começam a não fazer sentido.

Aquele que não consegue compartilhar seus próprios hábitos deveria abandoná-los

Poesia não se faz com palavrinhas, mas com palavrões

" Cada criança que nasce é uma prova de que Deus ainda não perdeu as esperanças em relação á humanidade. "

A fome é mansa e casta. Quem não come não ama, nem odeia.

Nelson Rodrigues
Coleção das Obras de Nelson Rodrigues

Não sei dançar. Minha maneira de dançar é o poema.

Quem sabe que o mundo não seria melhor sem os homens...

Eu chorava, no começo eu chorava e não entendia, apenas não entendia, e não entender dói, e a dor fazia com que eu chorasse, no começo.

Porque sentir é como o céu,
Vê-se mas não há nele que ver.

Fernando Pessoa
Poesias Inéditas (1930-1935). Lisboa: Ática, 1955.

Se você permitir uma crítica o destruirá. Mas, se você se proteger, um milhão de ofensas não o afetarão.

Augusto Cury
Você é insubstituível. Rio de Janeiro: Sextante, 2002.

Nossas crianças não vivem horrores das guerras, não vêem casas destruídas nem corpos mutilados, mas têm suas ingenuidade esfacelada, sua capacidade de brincar ferida, sua imaginação sequestrada pela ansiedade por necessidades não necessárias. Não é isso uma forma de horror?

Outro sinal de se estar em caminho certo é o de não ficar aflita por não entender; a atitude deve ser: não se perde por esperar, não se perde por não entender.
Então comecei uma listinha de sentimentos dos quais não sei o nome. Se recebo um presente dado com carinho por pessoa de quem não gosto – como se chama o que sinto? A saudade que se tem de pessoa de quem a gente não gosta mais, essa mágoa e esse rancor – como se chama? Estar ocupada – e de repente parar por ter sido tomada por uma súbita desocupação desanuviadora e beata, como se uma luz de milagre tivesse entrado na sala: como se chama o que se sentiu?

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Brincar de pensar.

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Não acusar-me. Buscar a base do egoísmo: tudo o que não sou não pode me interessar, há impossibilidade de ser além do que se é – no entanto eu me ultrapasso mesmo sem o delírio, sou mais do que eu quase normalmente –; tenho um corpo e tudo o que eu fizer é continuação de meu começo; se a civilização dos Maias não me interessa é porque nada tenho dentro de mim que se possa unir aos seus baixos-relevos; aceito tudo o que vem de mim porque não tenho conhecimento das causas e é possível que esteja pisando no vital sem saber; é essa a minha maior humildade, adivinhava ela.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.