Ja Chorei de tanto Rir

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" Não tropeces no que já se encontra abaixo de ti. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMIGOS. TÍTULO DE DOAÇÃO SILENCIOSA.
"Já não vos chamo de servos, mas de amigos"
(João 15:15)

" Esse é o título de maior grandeza qual poderíamos esperar receber do meigo Nazareno e pelo mesmo fazermos jus em toda nossa existência no corpo ou fora dele. "
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Dentre os ensinamentos mais elevados e perenes de Jesus Cristo, há um que se destaca pela profundidade ética e pela exigência moral que impõe ao espírito humano. Em dado momento, afirmou o Mestre que “o verdadeiro amigo é aquele que dá a sua vida pela vida do amigo”.

Se tomarmos essa afirmação em sua literalidade rigorosa, seremos forçados a reconhecer a escassez de amigos autênticos na Terra. Pouquíssimos seriam capazes de entregar a própria existência física em favor de outrem. Contudo, o ensino do Cristo não se restringe ao plano biológico. Ele se projeta no campo simbólico, moral e espiritual da vida. Dar a vida não é apenas morrer pelo outro, mas viver para o outro. É dedicar tempo, energia, cuidado, escuta, renúncia e presença. Eis o labor silencioso da amizade verdadeira, tarefa que somente os amigos assumem com naturalidade e nobreza.

Essas amizades profundas, viscerais e estruturantes manifestam-se com frequência no seio da própria família. Não raramente, os maiores amigos dos filhos são seus próprios pais. A mãe que se anula em favor dos filhos, o pai que abdica do descanso, do lazer e do repouso para garantir escola, alimento, vestuário e dignidade. São existências que se doam integralmente, mesmo quando os filhos ainda não possuem maturidade para reconhecer tal grandeza e transformam-se, por vezes, em exigentes inconscientes do sacrifício alheio.

Esses pais representam o arquétipo do amigo maior. Oferecem tudo sem contabilizar retornos, e há um valor pedagógico imenso quando o filho percebe que não há cobrança, apenas entrega. A amizade autêntica percorre esse caminho da gratuidade, onde o amor não exige recibos nem garantias.

Por isso a amizade não se negocia, não se impõe, não se exige. Ela nasce da sintonia, da afinidade moral, da comunhão de sentimentos e da ressonância íntima entre consciências.

Os amigos apresentam-se sob as mais variadas formas. Há amigos religiosos e amigos ateus. Amigos de fé superficial e amigos de convicção profunda. Há os expansivos e os silenciosos, os simples e os sofisticados, os que transitam nos ambientes do prestígio social e os que vivem nas periferias da existência. Não importa a origem, a aparência ou o estatuto. Quando o coração pulsa de modo diferente na presença do outro, quando há alegria mútua no encontro, ali se estabelece a amizade.

A amizade assume relevância singular porque, muitas vezes, permite uma abertura maior do que a existente entre consanguíneos. Há temas íntimos, dores profundas e fragilidades que se expressam com mais liberdade diante do amigo do que no âmbito familiar. Isso não diminui a família, mas enaltece a função terapêutica e fraterna da amizade.

Justamente por isso, a amizade exige respeito. Não é lícito ferir com palavras, humilhar com censuras ou violentar emocionalmente aquele a quem chamamos amigo. Quanto maior o afeto, maior deve ser a delicadeza. A discordância é legítima, mas jamais pode converter-se em hostilidade. O verdadeiro amigo transita livremente na intimidade do outro sem profaná-la.

Ser amigo é, portanto, estar disposto a dar a vida no sentido moral do termo. Daí a amizade aproximar-se da irmandade. O amigo verdadeiro é um irmão de escolha consciente.

Essa alma irmã merece fidelidade. A amizade autêntica manifesta-se na constância, na presença nos dias claros e nos dias sombrios. Existem os chamados amigos ocasionais, que só se aproximam enquanto há vantagens, recursos ou prestígio. Quando a fortuna escasseia ou a visibilidade desaparece, eles se afastam silenciosamente.

Também é preciso reconhecer que, por vezes, nós mesmos falhamos como amigos, procurando-os apenas nos momentos de crise e esquecendo-os nos períodos de estabilidade. A ética da amizade exige reciprocidade contínua, não conveniência circunstancial.

Valorizamos aqueles que permanecem conosco em qualquer clima da vida. A fidelidade afasta a suspeita. Onde há amizade genuína, não deve haver desconfiança sistemática.

É fundamental não confundir amigos com colegas. O coleguismo limita-se ao espaço funcional, ao convívio circunstancial do trabalho, do esporte ou do cotidiano social. A amizade, por sua vez, pressupõe confiança, transparência, abertura e compromisso moral.

Nesse sentido, o ensino do Evangelho de João ilumina a compreensão da amizade quando registra as palavras do Cristo: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto aprendi de meu Pai vos tenho revelado”. Jesus define a amizade pela partilha, pela verdade oferecida sem máscaras, pela sinceridade que não oculta nem engana.

Evidentemente, trata-se de uma linguagem simbólica. O Cristo revelou tudo o que podíamos assimilar, respeitando nossas limitações intelectuais, morais e emocionais. A pedagogia do amor também ensina a dosar a verdade conforme a capacidade de quem a recebe.

Assim deve proceder o amigo. Ele compartilha o que edifica, guarda o que pesa excessivamente e jamais transfere ao outro um fardo que este não possa sustentar.

A amizade é quase irmandade. Ser amigo é ser irmão por afinidade espiritual e escolha ética. Por isso, cabe-nos ampliar o círculo da amizade sincera e reduzir, tanto quanto possível, os espaços da inimizade enquanto caminhamos na Terra, pois cada amigo verdadeiro é uma ponte silenciosa entre o que somos e o que ainda podemos nos tornar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

" toda fé que teme o amor absoluto já perdeu o direito de se chamar sagrada. "

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COVARDIA.
"Negar o reconhecimento de quem já nasceu sabendo constitui uma das formas mais profundas de covardia contra a própria consciência."

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⁠Deus já fez tudo que podia ser feito pela nossa redenção por meio de Cristo. Agora, só falta você não endurecer o coração por uma obra tão maravilhosa.

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⁠Os anticristos previstos por Jesus e o Apóstolo João (Mateus 24.6-12; 1° João 2.18-23) já estão se manifestando no mundo. O cenário está sendo montado diante dos nossos olhos; O conflito cósmico que acontece desde tempos eternos nas regiões celestiais, está preste a se manifestar no mundo dos homens, naquilo que Jesus chama de o princípio de dores
(Mateus 24.8).

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⁠A morte foi derrotada na morte de Cristo!

Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Mateus 28.6.

Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? 1° Coríntios 15:54-55

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⁠Disse certa vez Paul Valéry: “Quem não pode atacar o argumento, ataca o argumentador”.

Você já ouviu falar do ad hominem? Pois bem, é isso que o calvinismo faz contra o Arminianismo desde quando surgiu a controvérsia.

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⁠A verdade pode até doer, mas ela liberta
(João 8.32); já a mentira tem o poder de nos aprisionar para sempre (João 8.44).

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⁠Seja excelente...
O mundo já tá cheio de gente meia boca!

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⁠Não temas o amanhã, pois Aquele que te chamou já está lá!

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⁠Infelizmente muitos já se renderam ao progressismo teológico e apoiam uma revisão ou atualização das Escrituras para atender a esse mundo caído. O interessante é que quando você lê os Evangelhos, não vemos Jesus e os Apóstolos tentando ajustar as Escrituras à sociedade do seu tempo com preocupação de perder seguidores; muito pelo contrário, quando Jesus fez o discurso do pão da vida em João 6.48-67, alguns dos seus discípulos o abandonaram (João 6.66) por achar que Ele falou palavras duras (João 6.60). Jesus não tentou adaptar, atualizar ou amenizar Seu discurso para atender a sociedade do Seu tempo.

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⁠O calvinismo nega o livre-arbítrio, retirando do homem toda responsabilidade. Já o newpentecostalismo eleva o livre-arbítrio, fazendo do homem o autor da história.

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⁠O que muitos ainda não entenderam é que o mundo já não suporta mais uma Igreja Bíblica! É por quê? Porque essa Igreja tem uma mensagem que denuncia o modo degenerado em que esse mundo vive. Estamos às portas de uma nova perseguição nos moldes dos imperadores romanos.

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⁠Calvinistas e a Existência em um Mundo Caído

Calvinistas enxergam a salvação como se já estivessem na eternidade. Agem como se praticassem a “religião dos anjos”, e não como se fossem pessoas caídas e que estão vivendo em mundo caído, sujeitas a erros.

Eles se comportam como se já tivessem sidos glorificados. Agem como se fossem especiais e mega evoluídos espiritualmente, nos mesmos moldes dos gnósticos e maniqueus do primeiro século.

Eles negam que precisamos usar todos os nossos sentidos na piedade. Negam que são agora peregrinos no tempo, que é o domínio da mudança, da instabilidade, da possibilidade, e inclusive de perder o dom de Deus.

Essa postura heterodoxa e arrogante é um erro que poderá custar muito caro no final, pois isso reflete na comunhão com Deus, na comunhão com o próximo e na devoção particular.

Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A verdade é que a reforma protestante apenas melhorou a religião que já existia naqueles dias, mas não restaurou a fé bíblica que a Igreja Apostólica viveu até o 3° século antes de Constantino.

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⁠Ninguém deve ficar orgulhoso quando Deus o usa. Deus já falou até por meio do gênero equus!

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⁠O Cristão Persevera Para ser Salvo, ou Persevera Porque já é Salvo?
Mais um espantalho dos calviminions contra os Arminianos.
Nenhum Arminiano se posiciona contra a importância da perseverança dos santos, pelo contrário, nós enfatizamos isso!
A preservação e a perseverança são dois lados da mesma moeda, é uma via de mão dupla, onde Deus faz a parte dele nos preservando e nos dando capacitação pra perseverar e o ser humano corresponde a isso perseverando.
A verdadeira questão aqui é definir o que é causa e o que é efeito nessa relação.
Biblicamente na Ordo Salutis a regeneração precede a perseverança. Portanto, primeiro a regeneração que transforma a natureza do ser humano, e só depois dessa experiência do novo nascimento o novo homem naturalmente irá perseverar, pois agora ele é uma nova criação e se tornou morada do Espírito Santo.
Então a causa é a própria salvação (regeneração) e a perseverança é uma consequência natural de ser salvo.
Portanto a pergunta seria: Eu persevero para ser salvo, ou sou capaz de perseverar porque já fui salvo (regenerado).
Observe o que o Apóstolo João diz a esse respeito:
"Filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado é do Diabo, porque o Diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado porque é nascido de Deus. Desta forma sabemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do Diabo: quem não pratica a justiça não procede de Deus, tampouco quem não ama seu irmão". (1°João 3.7-10)
Ver também (1°João 4.4-6 e 1°João 4.13-19).
Perceberam a diferença?
Eu não persevero para ser salvo. Eu persevero porque já fui salvo. E depois de ter sido regenerado, minha natureza agora é perseverar.
Cada ser age conforme sua natureza.
A natureza do cavalo é correr, a do pássaro é voar, a do ímpio é pecar e a do regenerado é perseverar, crer e amar.
Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.

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⁠Uma igreja que não tem zelo pela Sã Doutrina, já se desviou do Evangelho faz tempo.
(1° Tm 6.3-5; 2° Tm 4.1-4; Tt 2.1)

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⁠Para realizar mais do que você já teve antes, você deve fazer mais do que já fez antes.

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