Ja Chorei de tanto Rir
"Quando a dor da alma é profunda demais, as palavras já não conseguem expressá-la. Restam apenas os gemidos inexprimíveis de um coração quebrantado."
Tá difícil aí, né, cara? Eu sei que tá. Me olhar assim, só de longe, saber que um dia eu já fui sua. Louca, completamente apaixonada por você. E agora? Ah, e agora você não tem mais o controle de nada. Bate aqui cara, bem forte, sentiu? Sentiu, granito né? Tá difícil, ai? Tenta quebrar o gelo, chegar um pouco mais perto... Mas no fundo te dá um medo "danado" né? Você sempre foi covarde, daqui posso te sacar. Tá ficando sem chão, sem palavras? Quer um conselho? Continua ai, me olhando assim, de longe. Não perde seu tempo comigo não. Olha de longe ai BABACA pra tudo que um dia já foi seu, mas você não cuidou e PERDEU!
só eu sei das coisas que eu passei; só eu sei das decepções que ja tive; só eu sei dos problemas que tenho; só eu sei se vale a pena; só eu sei o tamanho da saudade que tenho; só eu sei até onde eu suporto.
Só eu sei só nos mesmo sabemos o que passamos, então não deixe ninguém falar que sabe, por que não é verdade.
Esgotada
Já esgotei todas as palavras de amor.
Hoje meu dizer diz apenas da dor.
Tristeza destes dias tão maus.
Foi-se pro fundo do mar minha nau.
Navego nesse oceano sem fim.
As estrelas do céu, alguém as roubou de mim.
O tempo passa... leva junto nossos momentos.
Tem deixado em seu lugar apenas sofrimento.
Miro o céu... que azul tão bonito.
A claridade do dia desanuvia meus pensamentos.
Singro os mares...
Velejo a favor do vento... nos dias alegres, suaves, claros e bons.
Me empurra ao contrário a noite com sua escuridão.
Abrumasse de novo meu coração.
Querido professor,
Uma sala de aula, carteira, cadeiras... filas inteiras... um quadro que já foi negro, um giz que nunca foi de cera... ou foi? Um pincel... um projetor, mimeógrafo... computador. E sempre um querido professor.
Muita coisa evolui, outras não saíram do lugar... e num futuro não muito distante como será que tudo vai ficar?
Fazer cálculos com números romanos... uma tremenda aventura. mas só assim podiam muito tempo atrás... passou um tempinho... trocar pelos arábicos!? Nem pensar... uma heresia... heresia... heresia a Igreja a gritar. 'é muito fácil, é coisa do demônio'...
Pra que simplificar se pode complicar?
Da pena de ganso à caneta-tinteiro... que avanço... a esferográfica precisou lutar pra seu espaço ganhar...
Calculadora... pra quê? Quero ver de cabeça você resolver... seu raciocínio desenvolver... é assim que você melhor vai aprender.
Proibido, proibido, proibido... tudo o que é proibido é melhor.
Um dia vence o melhor... ou: sempre vence o melhor.
Novas tecnologias a cada dia... e a escola da realidade do aluno bem pertinho tem de ficar... se não a coisa todinha vai desandar.
E agora na pauta o celular... na sala de aula pode usar? Todo mundo discutindo, permitindo ...proibindo.
Quem vai ganhar?
Texto legal aqui você vai encontrar: http://socialgoodbrasil.org.br/2013/tecnologia-social-celular-na-sala-de-aula
Desta história um grande protagonista... muitas vezes um verdadeiro artista ;)
Feliz dia do professor, meu querido professor :)
Não vá perder a hora
Já é hora,
de tomar a decisão...
não demora
já é hora
de fazer
o que decidiu há muitas horas o seu coração.
Ontem o seu hoje era futuro,
um nada, um escuro.
Agora seu hoje é um presente,
que logo, logo vai ficar ausente.
Já é hora, vai perder a ocasião?
Vai esperar seu coração
pular fora do peito
e fazer por conta própria
o que você mesmo deveria ter feito?
Já é hora
não me deixe ir embora,
parir um futuro sem você
seguir um caminho que ninguém segue sozinho..
Já é hora de nosso futuro fazer nascer...
é hora de partilharmos todo amanhecer...
é hora de deixar de fazer de conta
que uma vida está vivendo...
é hora de começar a viver nossa vida pra valer.
... é hora... não a deixe ir embora (também)
meu bem ❤😘❤
Todas as manhãs tento não te buscar.
Pois já sei que nem adianta...
Em lugar nenhum vou te encontrar.
Não sabes o quanto sonhei minha vida contigo.
Não consegui... terrível castigo.
Procuro por ti nas tuas coisas que por aqui ficaram...
São sombras... fantasmas... espectro que permanece ao meu lado.
Às vezes penso só quero isto: estar contigo.
Outras vezes nem quero.
Baralhas a minha mente...
Sinto-me quase o tempo todo demente.
Quem plantou em nós a semente?
Por que só em mim vingou?
Toda esperança virou fumaça...
Esperança é coisa que passa?
Olho-me no espelho.
Olho meus olhos.
Olhar cansado... magoado
Olhos que procuram o tempo todo em todo lugar por ti.
Se era pra partir tão cedo, por que passaste por aqui?
Se era pra me amar um amor tão passageiro,
por que me pediste um amor inteiro?
Meu mundo é cinza.
A aquarela de cores foi-se contigo.
Hoje sou solidão.
Sobrevivo em um mundo de fantasias...
Miragens, ilusões... só isso pra não parar de bater meu coração.
Esperança
Tanta vida pela frente,
vida já vivida,
vida repleta de esperança,
vida povoada pelas lembranças...
caminhos por descobrir,
sensação de já ter estado por aqui...
certeza de não poder voltar atrás,
escutar a voz da razão,
não se importar com a emoção...
agradecida por ter você em minha vida.
Quem poderá?
Titubeio.
As palavras já não se fazem mais.
Tudo está coberto por uma luz fraca.
Os passos vão para frente, voltam para trás.
Desencontros… descompassos.
O pulso palpita,
A alma grita.
Não há mais saídas.
O espelho reflete um corpo
alquebrado.
Olhos estatelados.
Não há mais dúvidas.
Sobraram apenas as certezas.
A calamidade da certeza me assombra.
Um corpo sem sombras.
Uma mente sem dúvidas.
Quem me poderá desanuviar a mente?
Quem me ensinará a ver a verdade em quem mente?
Bailarina
É frio.
Quanta dor já suportei.
A noite brilha foscamente com o brilho das estrelas e da lua, que volta e meia desaparece por detrás das nuvens.
Quanta dor já suportei: errei, caí, me levantei, caí outra vez... errei.
Meu corpo se aconchega ao teu.
Tuas mãos a me acariciar.
Tu forte a me tornar.
Quanta dor já suportei: caí, levantei, retornei, insisti, ensaiei, acertei.
Uma sinfonia nossa sintonia…
o melhor som no ar a espalhar.
Tua companhia tudo encanta...
Um suave sussurro a me encantar.
Bailarina: sauté, panchée... grand jetés, pas-de-deux... sou eu nos teus braços alegremente a bailar.
Escuridão fúnebre
Estava escuro como breu quando ele partiu...
E a escuridão persiste...
Já faz tanto tempo e nada muda de cor.
Nenhuma luz difusa paira sobre mim.
Nenhuma luz confusa a me ofuscar.
Tudo a se negrejar.
Há um odor a desespero em volta de mim.
Tudo jaz em uma umidade lúgubre, feral... sinistra... por onde passo.
Pálida, lívida, adoentada, derrotada, cansada... estou assim
Morra de medo...
Você já se deu conta de que cada dia é um dia a menos?
Já olhou em volta e viu os males que rondam a humanidade?
Ligou a TV e ouviu entristecid@ as notícias que bombam diariamente... são catástrofes, suicídios, homicídios, roubos, enganos, fraudes, mentiras...
Nada bom, né? E o medo que ronda as pessoas? São mil artifícios pra se proteger... senhas e mais senhas, nada está a salvo.
Um vírus qualquer no ar... um vírus no computador.
Sobre esses vírus de computador eu realmente não entendo.
Qual é a graça de querer invadir a vida tão sem graça de uma pessoa tão normal como eu? Invadir meu computador pra quê?
Maldade gratuita... Então instalei um antivírus... e meu computador bonzinho não aceita que eu baixe qualquer coisa, não... que eu abra qualquer arquivo.
Estou protegida. Do quê, meu Deus?
Mas isso de invadir sua casa, levar seus bens; invadir seu computador e você perder tudo o que tem... seus dados, sua conta bancária... sei lá... isso não é nada.
De tudo o que temos realmente de nos dar conta é de que a cada dia temos um dia a menos. Nossa vida vai ficando curtinha, curtinha a cada dia que se vai, a cada noite que anoitece. E um dia: Fim. The end - se você só entende inglês.
Que esperança podemos ter?
Só uma, e isso se abrirmos nossa vida pra Cristo... aí não há ladrão, não há vírus, não há nada que nos tire o que de melhor temos: a nossa vida.
Fora disso, você não tem vida nenhuma. Aí sim, morra de medo!
O sentimento já cessou, a presença já não é constante; mas uma coisa é fato: Aqueles olhos eu não esqueço nunca mais!
"Já recebi muitas cartas; mas os tempos eram outros. Antes que uma carta pudesse atravessar a distância entre o remetente e seu destinatário, às vezes até o sentido da postagem mudava. Hoje não, pois apertamos algumas teclas na tela do celular e recebemos e enviamos instantaneamente." ( Léo Pedacci )
Dor... quem já não a sentiu? Ela vem, é inevitável.
Ela aparece quando você espera, quando menos espera... quando não espera.
Chega devagarinho ou como uma tempestade... simplesmente chega.
Invade sua alma (pior) sem pedir licença, se apossa de todos os seus momentos.
Você suplica que ela vá embora... e ela surda toma conta de todos os cantos.
Transforma-o em caquinhos, às vezes tão minúsculos que você tem a impressão de que jamais poderá juntá-los.
O tempo passa e você nota que tem de continuar... e continua de qualquer jeito... cola aquilo em que você se transformou... porque em pedaços fica muito difícil continuar... você precisa estar inteiro.
Inteiro... de qualquer jeito, mas inteiro.
Por ser de qualquer jeito, alguma coisa não se encaixa, ou fica fora de lugar, ou fica faltando... (na pressa, você esqueceu algo por aí, em algum momento).
Como não quer lembrar de onde deixou... não volta.
E lá vai você... com as cicatrizes fazendo-o lembrar continuamente.
Eu e a dor
Sei que vem... não me importo que venha.
Pode vir... vivo-a, sinto-a, aceito-a.
Ela me derruba, me arrasa, me sufoca, me estraçalha... me transforma em pó.
E eu deixo...
Espero um pouquinho (ou um pouco mais... depende do dia, depende da dor).
Daí começo... lentamente... devagarinho... bem devagarinho... a colocar tudo no lugar.
Vou juntando, vou moldando (virei pó, remember?).
Tudo calmamente, com doçura... tranquilamente.
E o tempo passando... e eu me moldando.
Sem cicatrizes... estou diferente, mas sem cicatrizes... simplesmente eu mesma.
A mesma que era antes da dor, diferente da que era antes da dor.
Sigo adiante... pronta pra outras dores...
Ah! E já percebi que às vezes a felicidade é tão grande que dói também.
Quanto tempo te esperei
já nem sei...
cruzei os mares
busquei outros ares
te encontrei.
E agora o que farei
com este mar que entre nós está?
Já sei...
sairei a velejar...
navegarei, navegarei
até em teus braços descansar.
Mais um problema...
já conheço essa cena.
Preocupação,
dor no coração.
Tristeza
sempre sua companheira de mesa...
De bar em bar,
vai tentando afogar
a dor sofrida,
pro seu problema encontrar a saída.
Ocupado, preocupado,
tentando do problema se livrar,
andou tão ocupado
que a dor que ele queria causar
parou de doer
exatamente na hora em que dele
você conseguiu esquecer...
Agora pense:
um dia ele cansa de esperar
você dele se lembrar...
e você descansa...
mas outro problema vê se não vai arrumar!
Paralisado pelo medo de falhar.
Já não consegue mais tentar,
se acomodou...
sua roupa a forma do corpo tomou.
Covarde...
uma vida desperdiçada
acha que se ficar parado
o tempo ficará congelado.
O tempo passa, meu bem,
e você com ele também.
Sabia que cada dia tem de ser saboreado
com o gosto que tem.
Então eu sou só eu...
me segura se não vou ter um troço...
me esforço
mas já não posso
o que era nosso
não continua nosso?
Me segura...
vou ter um troço
pelo menos isso eu posso?
Insegura...
