Ja Chorei de tanto Rir
Preconceito... Já não se sabe o significado dessa palavra, o preconceito já está se igualhando com o Amor, hoje em dia essa palavra é utilizada por muitos para realizar questionamentos, essa palavra e usada por todas, mas eles agem de boca para fora sem nenhum tipo de remoço, hoje já não se sabe se existe pessoas dignas, ta um pouco complicado ser quem você é, hoje em dia pessoas fracas procuram agradar o amigo ou amiga ou quem quer, que seja, só posso optar a dialogar uma coisa o que devemos fazer é só procurar agradar o realismo, ou seja a nós mesmos, até por que todos vivem para si mesmo e não para os outros, o minimo que eu posso questionar é que, o Preconceito é utilizado por todos, discutidos por muitos e entendido por poucos, então faremos "os poucos" se multiplicar em todos, até que "todos" se transforme em um grande vácuo de preconceito entre eles próprios, até que eles mesmo derem conta de que ninguém pode viver para agradar e sim "viver para viver".
Todo mundo já teve um amor. Ou quase. Porque amor mesmo não é assim, tão fácil, simples e básico, apesar de ser tudo isso e mais um muito. O amor é simples, é básico, mas de vez em quando usa roupa de gala. E ele é fácil, bem fácil, pois não tem mistério, nem é jogo de xadrez. Amor não é jogo, ninguém perde, empata ou é vencedor. Todo mundo se doa por opção, por querer. Na verdade amar é se ganhar de novo. Ao longo da vida a gente se perde, se encontra, se ama, desama, reama. E quando a gente encontra o amor, o amor mesmo, a gente se ganha mais uma vez.."
Você já quis estar em outro lugar, em outro corpo, em outra vida ou simplesmente perder a consciência?
Ás vezes tenho atitudes de quem não cresceu, outras de quem já envelheceu, e aí me divirto e choro como quem nunca viveu.
Já não sei mais se para ser feliz precisa-se de tantas mudanças, não sei mais se pra evoluir é preciso ir tão longe... Já não sei mais de onde eu venho, nem pra onde quero ir...
Talvez apenas para algum lugar, ou aquele lugar, onde eu possa rir.
Sentar, conversar... Ir no dito"mundo da Lua" depois voltar.
Não, Senhor... Por favor deixe-me por lá
tem anestésico de graça, café e comida na praça
tem até amor... se quiser inventar...
mas com os pés nessa realidade o suspiro vem avisando: voltei para este canto, sem mais amor, sem mais encantos...
Que pena terra de gente ingrata, você um dia foi morada de flores.
Hoje até os pássaros tem horrores em voar sobre estes ares,
tem humanos que matam humanos, mais cabarés do que santidade.
E se eu for continuar com minha indignação vou morrer do coração, pois hoje fui revestida de sentimentalidade.
Não que seja a primeira costa que me marca - pelo contrário, já residi na beira de uma belíssima, porém mais nova costa por quase três anos de calor - entretanto algumas peculiaridades me causam estranheza, posto que migro de um oásis de três décadas pra um anfitrião de tsunamis de quase meio século.
Óbvio que cansei de me cortar com as pedras pontiagudas empurradas pelo mar. Mas, ainda assim, me encanta imaginar todas as histórias e personagens que já perambularam pela velha costa - até as que figuram no meu próprio enredo, simultaneamente e não mais ou menos perto de serem protagonistas que eu. Veja bem, não me importo em dividir meu pequeno território na costa com outras viajantes, porém me perturba quando penso na possibilidade de ter que coexistir com outra construção. Sonho eu em ser o único porto em meio às diversas ruínas dessa costa, por mais que as águas do mar, de fato, nunca sejam as mesmas; o mar é transitório, não tem raiz, não para nem seria possível. Ainda assim, nas madrugadas em que tropeço acompanhada de uma garrafa de vidro pelas bandas da costa, eu alimento a utopia de que esse meu mar de ressaca, após inundar outros portos e cruzar todos os oceanos e praias recém-inauguradas, volte a bater a espuma no meu porto, que continua de pé.
Irrompem na mídia tantas "personas-gratas" desonestas que a desconfiança já tempera todas no mesmo tacho.
Aquele que entra numa disputa, planejando vencer com falcatruas, já se posiciona, moralmente, derrotado.
"Meus sentimentos se tornaram maiores que o orgulho e já são capazes de mover estruturas de uma forma que me levam a pedir pra conversar, olhar nos olhos."
