Ja Chorei de tanto Rir
A dor é inevitável, alguma hora da sua vida ela aparecerá, e pode ser tanto quanto dor física ou emocional. Nenhum ser humano escapa, você pode viver séculos de felicidade, mas certo momento a angústia bate na sua porta. Encontrar a felicidade é uma forma de encontrar a dor. Pessoas intensas sentem demais e sofrem demais com isso. Mas em algum momento você também encontra a sua verdadeira felicidade.
O Retorno ao Essencial
No meio de tanto barulho moderno, algo curioso tem acontecido.
Enquanto o mundo corre, apita, notifica e exige respostas imediatas, há gente fazendo o caminho inverso.
Desliga o excesso.
Desacelera o passo.
E volta.
Volta para o campo.
Volta para o simples.
Volta para aquilo que não precisa de explicação sofisticada para fazer sentido.
O campo não tem pressa.
Ele não compete com ninguém.
Não disputa audiência.
Não busca curtidas.
Não precisa provar nada a ninguém.
Ali, o dia nasce devagar, como quem respeita o tempo das coisas.
O sol não acelera.
A chuva não pede licença.
O vento apenas passa, como sempre passou.
E a vida segue um ritmo antigo, quase esquecido pelos que vivem entre telas e notificações.
Curiosamente, muitos que viveram anos na correria das cidades estão começando a perceber algo que sempre esteve diante deles, mas nunca foi ouvido com calma:
a paz não está na velocidade, mas na ausência de pressa.
E assim, aos poucos, surgem histórias de pessoas que trocam o excesso pela essência.
Trocam o trânsito pelo silêncio.
Trocam a disputa pela convivência.
Trocam a necessidade de estar certo pela vontade de apenas estar em paz.
No campo, ninguém pergunta se você está vencendo ou perdendo na vida.
Pergunta-se se você dormiu bem.
Se a chuva veio na hora certa.
Se o milho nasceu.
Se o café está bom.
Se a tarde está tranquila.
A modernidade, por outro lado, parece ter transformado tudo em competição invisível.
Quem sabe mais.
Quem fala melhor.
Quem aparece mais.
Quem se destaca mais.
Quem responde mais rápido.
Quem produz mais.
Quem vive menos.
E no meio disso tudo, o ser humano vai se desgastando tentando acompanhar um ritmo que não foi feito para ele.
Talvez por isso o campo esteja chamando novamente.
Não com gritos.
Mas com silêncio.
Um silêncio que não cobra desempenho.
Um silêncio que não exige explicação.
Um silêncio que simplesmente acolhe.
Há algo profundamente libertador em não precisar estar certo o tempo todo.
Em não disputar cada opinião.
Em não transformar cada conversa em batalha.
No campo, a vida ensina outra lógica.
A terra não discute.
A semente não questiona.
A chuva não negocia.
Tudo apenas acontece no tempo certo.
E isso, por si só, já basta.
Enquanto isso, lá fora, a inteligência artificial responde perguntas, organiza ideias, escreve textos e resolve problemas em segundos.
Mas não conhece o cheiro da terra molhada depois da chuva.
Não conhece o som de um galho estalando no silêncio da manhã.
Não conhece o descanso de olhar o horizonte sem pensar em produtividade.
E talvez por isso, mesmo cercado de tecnologia, o ser humano comece a sentir falta de algo que nenhuma máquina consegue simular:
a simplicidade de existir sem ser avaliado o tempo inteiro.
No campo, as pessoas estão voltando a valorizar o que não se mede.
O café feito devagar.
A conversa na varanda.
O pôr do sol sem fotografia obrigatória.
O trabalho que cansa o corpo, mas alivia a alma.
A presença sem pressa.
A paz sem explicação.
Não se trata de fugir do mundo moderno.
Mas de não ser engolido por ele.
De usar a tecnologia sem ser usado por ela.
De viver conectado ao mundo, sem se desconectar de si mesmo.
Talvez o maior luxo da atualidade não seja ter mais.
Mas precisar de menos.
Menos barulho.
Menos disputa.
Menos aparência.
Menos urgência.
E mais vida de verdade.
Aqueles que voltam ao campo não estão necessariamente desistindo da modernidade.
Estão apenas escolhendo o que ela não conseguiu oferecer:
tranquilidade.
Equilíbrio.
Presença.
E uma forma mais leve de existir.
No fim, não importa tanto estar certo ou errado.
Nem vencer ou perder.
Nem aparecer ou desaparecer.
Importa apenas viver com o coração em paz.
E talvez seja isso que o campo, com sua simplicidade silenciosa, ainda ensina melhor do que qualquer outro lugar:
a vida não precisa ser uma disputa constante.
Ela pode ser apenas um lugar de descanso para a alma.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O loucos estão lá fora se matando
Os daqui são só vítimas do sistema.
Eles sofrem, sentem tanto
E os de fora não veêm problema..
Na pele eles deveriam sentir
Como é viver preso sem poder sair
Ser dopado de medicamento
Ter hora obrigatoria pra dormir
A liberdade é tomada a força
Não se pode mais agir tranquilo
Não se sabe o que pode ruir
É melhor aqui em meu cantinho.
Aqui dentro tomam-se remédios
Dizendo que é pra testamento
A humanidade toda precisa disso
Pra ver se curam esse mal tratamento.
Quem não é visto não é lembrado.
E é assim que somos esquecidos
Passamos de um lindo retrato
A um papel velho,rasgado, sem brilho
"O Peso dos Pensamentos"
Eu não penso tanto quanto pensava antes.
Com o tempo a gente descobre que pensamento pesa. Pesa nos ombros, pesa no peito, pesa na noite que não dorme. No começo é bonito pensar demais. Parece que se você pensar o suficiente, resolve o mundo. Resolve a vida. Resolve a dor.
Mas chega uma hora que a cabeça cansa de correr em círculo.
Aí você para.
Não é que pare de sentir. É que para de gastar energia tentando entender tudo de novo. O que já doeu, já doeu. O que já entendeu, já entendeu.
E é aí que começa o outro movimento: você para de pensar e começa a lembrar.
Lembra do que pensou há dez anos, há vinte. Lembra das conclusões que já tirou e esqueceu. Lembra das coisas simples que a pressa fez você jogar fora.
Talvez seja isso envelhecer: trocar a busca por respostas novas
pela coragem de olhar de novo pra resposta velha.
Marcio Melo
"Mostre o que você sabe fazer, antes que o tanto aparecer, ofusque aquilo que você pretende ser".
Otávio Mariano
Só você conhece a profundidade da sua própria história, então por que dar tanto peso à opinião de quem nunca a viveu?
Ah, se você soubesse o quanto
eu te amo.
Te amo tanto. Não consigo
explicar o meu sentimento por ti,
Eu estava num dia tão ruim quando te conheci.
Nunca vou cansar de falar que te amo.
Eu te amo.
Te amo daqui até a eternidade....
Quando não existe perdão, é porque não era amor....Sofremos tanto com a indiferença do outro que nos esquecemos de olharmos ao nosso derredor e vermos que há tantos olhares de amor só esperando uma oportunidade.
Escolher fazer o bem às pessoas é uma escolha e tanto.
Neste mundo de ruínas humanas, que possamos cultivar flores nas rachaduras do asfalto. Escolher não piorar as situações e tentar oferecer sorrisos leves. Sem julgamentos, sem pesos desnecessários.
Há pessoas cuja alma é delicada e forte, mas que, por não se sentirem seguras entre as ruínas, acabam se desumanizando a ponto de desistirem da própria vida. Que o amor ao próximo nos lembre da importância de olhar para o outro e abraçá-lo, independentemente de qualquer coisa.
Às vezes, o mundo de alguém somos nós. Por isso, devemos escolher nos tornar mundos melhores.
Que possamos educar a nós mesmos e aos nossos filhos para combater as dores que infligimos ao outro.
Pela preservação da vida.
' FLOR DE MARACUJÁ'
Esqueça o passado que tanto lhe fez chorar,
Acredite no amanhã, nele Deus proverá !
Dias melhores virão, o qual o Senhor te dará:
Paz para teu sorriso e para você amar .
Que no silêncio do anoitecer
O amor venha te abraçar
Como as ondas do mar que se vão
Sem se cansar de tornar.
Lembrando que o amor é contigo
Que os braços do Senhor é seu único abrigo
Com o tempo, a dor passa , você esquece
Pois o tempo te ensina de novo a sorrir
O dourado do sol você merece
e o amor volta novamente a florir
Você é flor especial, única...
Linda como uma flor de maracujá !
Sua vida não será regada com lágrimas,
mas sim com água de chuva ,
água de alegria, pois água é vida
Que cai do céu e rega terra, as flores....
Rosas Marias e Margaridas !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Você ficaria surpreso com o tanto que uma pessoa pode se tornar imbecil apenas para defender uma ideia.
Depois de muito martirizar, percebi que não a amo, o que gosto tanto é a possibilidade inexistente de sentir posse sobre ela. Queria estar morto para não ver minha posse imaginaria se perder.
A pandemia passou pelo corpo, mas ficou no coração.
A gente aprendeu a se proteger tanto — do toque, do outro, da perda — que muitos não conseguiram voltar.
Não é que as pessoas ficaram más.
Elas ficaram cansadas, desconfiadas, com medo de sentir de novo.
Antes:
a conversa era ponte
o café era desculpa
a visita era afeto
Depois:
o silêncio virou hábito
o celular virou escudo
a distância virou conforto
O coração não esfriou de repente.
Ele foi se fechando devagar, para sobreviver.
Mas ainda tem algo bonito nisso tudo:
quem percebe essa frieza… ainda sente.
Quem se incomoda com a falta de conversa… ainda tem calor por dentro.
Talvez agora a gentileza precise ser reaprendida.
Como quem volta a falar depois de muito tempo em silêncio.
A outra estória
Percebo, que o mundo seria bem melhor se não se preocupassemos tanto com a outra estória.
Grandes potenciais seriam desenvolvidos e o lado bondoso de muitas pessoas, seria exposto.
Não faz sentindo pensar nessa outra estória, a qual não está sobre nosso controle, não temos ingerência alguma, nada podemos fazer, além de supor.
A outra estória é algo que não tem nada a ver conosco.
- Não ajude essa instituição, o direitor desvirtua parte do dinheiro
- Mas essa é uma outra estória.
- Não sei porque você insiste neste trabalho, nada vai mudar.
- Mas essa é uma outra estória
- Não adianta você falar para essas pessoas, elas não te ouvem, não mudam.
- mas essa é uma outra estória
Portanto, faça a sua parte, dê o seu melhor e não se preocupe com a tal da outra estória.
