Isso Ja Nao me Pertence mais

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⁠Está ainda por nascer quem não se adore a si mesmo.

Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus

O Olhar Revela Coisas , Que A Mente Não quer Dizer ..

A vida não tem pena de quem não luta .

Eu sou mulher e decidi viver de escolhas, não de chances, optei por ser motivada e não manipulada, ser útil e não usada, me sobressair, não competir. Eu escolhi amor próprio e não autopiedade. Eu escolhi ouvir minha própria voz, não a opinião dos outros. Eu descobri que ser mulher é ser livre, é ser líder, senhora do meu destino.

Não fazer nada é o caminho para não ser nada.

"É claro que sou imortal. Não tenho onde cair morto."

⁠Só porque continuamos vivos, não quer dizer que não dói.

Mas que porra nós éramos?
Diga-me que não éramos apenas amigos.

Chase Atlantic

Nota: Trecho da música Friends.

⁠A ideia de “ideologia” é inseparável da ideia de poder e dominação. É uma parte não destacável do conceito de que qualquer ideologia é do interesse de alguém. Os governantes fazem sua dominação segura por meio da hegemonia ideológica.

Honrar a justiça significa também ter comportamento justo nos relacionamentos e não exigir dos outros aquilo que você não faz.

Quem tem a qualidade da assertividade sabe dizer não àquilo que fere sua integridade e contraria seus valores, mas faz isso sem agredir nem desrespeitar o outro.

Podeis matar um general de um exército, mas não a ambição de um homem comum.

⁠Quando você corre, não pensa no que está atrás. Só importa o que está à sua frente. Normalmente, é a linha de chegada.

Bruxas são fadas que não foram suficientemente amadas.

Matar ou morrer.
Não há escolha.
Na gerra,o más capaz vence.
Que os jogos comecem!

Se não é o tempo do outro que te situa,
A hora certa é a sua.

Pois meus olhos não cansam de chorar
Tristezas não cansadas de cansar-me;
Pois não se abranda o fogo em que abrasar-me
Pôde quem eu jamais pude abrandar;

Não canse o cego Amor de me guiar
Donde nunca de lá possa tornar-me;
Nem deixe o mundo todo de escutar-me,
Enquanto a fraca voz me não deixar.

E se em montes, se em prados, e se em vales
Piedade mora alguma, algum amor
Em feras, plantas, aves, pedras, águas;

Ouçam a longa história de meus males,
E curem sua dor com minha dor;
Que grandes mágoas podem curar mágoas.

Não tenho vergonha de dizer que estou triste,
Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas:
Estou triste por que vocês são burros e feios
E não morrem nunca…
Minha alma assenta-se no cordão da caçada
E chora,
Olhando as poças barrentas que a chuva deixou.
Eu sigo adiante. Misturo-me a vocês. Acho vocês uns amores.
Na minha cara há um vasto sorriso pintado a vermelhão.
E trocamos brindes,
Acreditamos em tudo o que vem nos jornais.
Somos democratas e escravocratas.
Nossas almas? Sei lá!
Mas como são belos os filmes coloridos!
(Ainda mais os de assuntos bíblicos…)
Desce o crepúsculo
E, quando a primeira estrelinha ia refletir-se em todas as poças d'água,
Acenderam-se de súbito os postes de iluminação!

Eu não falo de coisas, senhor. Falo do sentido das coisas. Sento-me aqui e sinto que estou vivo.

Ray Bradbury
Fahrenheit 451. São Paulo: Globo, 2012.