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Isso Ja Nao me Pertence mais

Cerca de 769450 frases e pensamentos: Isso Ja Nao me Pertence mais

⁠Acho engraçado, hoje em dia é tão fácil viver de aparências né.

Por isso que eu digo, podemos enganar a todos menos a Deus.

Inserida por paulo_nazario

⁠a beleza do ato final é a piada de que nunca vamos vê o desfecho da historia, isso é a vida isso é a morte

-william vinicius

Inserida por william_vinicius

⁠⁠Estar ao seu lado se tornou minha melhor rotina. Espero que isso nunca acabe. Essa sensação de ser perfeito em meio a tantos erros.

Inserida por JeanAndrade12

Era isso que treinávamos todos os dias. Se a parede de escudos se romper, a morte comanda, mas se a parede de escudos se sustentar é o inimigo que morre.

Bernard Cornwell
Morte dos reis. Rio de Janeiro: Record, 2012.
Inserida por vilmar_volek

"⁠Por isso, digo-te hoje que um dos grandes objetivos da minha vida é fazer-te feliz e ver, todos os dias, esse sorriso magnifico que ti tens.

Quero ver-te sorrir para mim, sorrir de amor e de felicidade até sermos velhinhos.

Quero morrer de amor já velhinho... "

Inserida por NiceCosta

⁠"Para todas as perguntas existe apenas e só uma resposta: amor! Por isso, se te perguntarem para onde vais, o que vais fazer, como vais vencer e superar alguma fase menos boa da tua vida, lembra-te e responde sempre no final de cada frase: amor! Garanto-te que será a única resposta que acharás possível e que solucionará todos os problemas que encontres pelo caminho.

Faz com amor, vai para onde houver amor e supera com todo o amor que existir dentro de ti, se o fizeres obterás um jardim cheio de cor e ternura que te dará sempre o mesmo fruto em todas as tuas colheitas: um bocadinho mais de carinho, um bocadinho mais de amor! "

Inserida por NiceCosta

⁠Para mim somos isso, um amontoado de átomos colidindo constantemente uns contra os outros, uma reação em cadeia que deriva de um instante qualquer ao caos cotidiano que reverbera a síntese do pensamento presente.

Inserida por marcio_marques

⁠Temos vários críticos internos, geralmente, são pessoas que foram ácidas conosco. Isso inclui pais, chefes e mais. Desde que me juntei ao Facebook, mais de dois anos atrás, surgiu um novo crítico interno: eu o chamo de o “crítico de Facebook”. Seus comentários sobre meus planos e trabalhos são rápidos, ácidos, e com pouco espaço para dúvidas, sempre assertivo, sempre certo de que me conhece. Fica sempre um ar de “o que essa pessoa está falando?”, acho melhor desligar “wrong number!”

Inserida por JorgeGuerraPires

"⁠A segunda-feira, meu caro, é o melhor dia da semana, somente depois que você perceber isso você estará pronto."

Inserida por prisoumeneze

"⁠Sim, eu sei que se você está sendo perseguido por um urso, você de fato terá “medo”, mas isso serão impulsos nervosos enviados por seu cérebro para que você não morra trucidado por ele. Agora no nosso dia-dia isso não faz muito sentido, pelo menos eu não conheço ninguém que vive com a possibilidade de ser comido por um urso..."

Inserida por prisoumeneze

Eu explico quando a gente se encontrar e eu prometo que vamos rir sobre isso depois.

Inserida por pensador

⁠A vida é feita de pequenos prazeres e grandes dores, isso explica o consumo de drogas.

Inserida por Vinischuartz

⁠Ó Senhor,
Sem ti eu nada sou.
Contigo eu me fortaleço,
Por issonunca me esqueço,
De louvarmeu Criador

Inserida por CiganoRomani

⁠Confesso que, sempre tive uma certa dificuldade para lidar com despedidas.Talvez isso explique o fato de eu continuar acenando para a beleza da minha juventude, numa tentativa frustrada de retardar sua partida.

Inserida por ednafrigato

⁠Isso é uma carta?

A minha forma preferida de expressão é a escrita, sempre achei que todas as outras me trouxessem inseguranças e incertezas. Talvez por isso, escrever seja a mais usual para mim. Ainda que ninguém leia, foi a forma que eu encontrei de entender melhor os meus sentimentos. Lidar com eles, nunca foi uma tarefa fácil.

E por falar neles, que são misturas, sensações, por vezes individuais, palpáveis, outras indecifráveis, e guardadas em lugares difíceis de acessar. Hoje, passando por alguns desses acessos difíceis que tenho em mim, e os apelidei de: "zona de perigo", existem várias portas que foram necessárias serem abertas e algumas outras que ainda venho abrindo, para ver e organizar o que tem dentro. Retirar coisas, colocar coisas, mas sempre com intuito de me conhecer cada vez mais e melhor.

No momento em que escrevo este texto, estou de frente para uma dessas portas. Uma, que eu ainda tenho relutado em abrir. Ignorei, algumas vezes fingia que não existia, outras que perdi a chave, qualquer desculpa válida para me manter longe ou para mantê-la ali. O fato é que, eu não tenho mais desculpas para usar e tem um barulho lá dentro que, vezes ou outra, é alto demais e acaba ressoando aqui fora. Entendo o medo que sinto em passar por ela e sei da sua presença lá dentro, isso me deixa inquieta. Aliás, você sempre me deixou inquieta. A porta ou o som alto que vem lá de dentro, são só sensações de tudo aquilo que eu já conheci, senti e fico me perguntando: se eu já sei o que tem lá, por que é tão difícil assim abrir? Eu também senti muito medo antes de abrir as outras (inclusive, algumas horríveis) por que essa me paralisa?

Enfim, não sei bem a resposta. Prefiro sempre usar desculpas. Só que o barulho tem ficado alto demais, e eu ultimamente tenho detestado muito barulho. Pois é, acho que é a idade. Meus lugares preferidos hoje em dia, são mais silenciosos do que costumavam ser. Desacelerei. E agora, tenho costume de falar mais do que antes e até tomo café, bem forte e sem açúcar. Novamente, acho que é a idade. Ando tendo dores no joelho também e para aliviar, uso uma pomada que chama “canela de velho”. Pois é, a idade.

Percebeu? Como mudei rápido o assunto, de novo? Pois é. Venho pensado sobre como seria entre nós, esse bate papo de "como vão as coisas, lembra de mim? Também já tem dores ou manias de velho?" Ainda que eu ache mecânico e parecidíssimas com receita de bolo todas essas perguntas, elas se fazem interessante, nesse caso.

Ainda me lembro de alguns detalhes. Os quais não faço ideia se ainda existem. Por exemplo, da sua forma de demonstrar afeto ser através do contato físico, das vezes que você ficava nervoso ou ansioso e começava a gaguejar algumas palavras. Lembro também, de como você me olhava de uma forma tão intensa, como se eu fosse alguma extraterrestre e isso fazia com que eu me sentisse especial, inquieta e especial. Recordo de me orgulhar e muitas vezes, me espelhar, na forma como você seguia os seus sonhos ou aquilo que acreditava. O problema do lembrar é que nem sempre “ele” nos traz só momentos bons.

Vivemos inúmeros e incontáveis momentos, juntos, separados, traumáticos, que afetava direta ou indiretamente a vida um do outro. As lembranças ficam, não todas, por serem incontáveis. Algumas a gente decide esquecer, outras somem e também tem aquelas que a gente esquece de esquecer.

Olhando para a porta fechada, me lembro do momento exato em que sai correndo por ela. E a tranquei, carregando uma mistura de sentimento. O primeiro deles, e o que mais me ajuda a pensar racionalmente, a raiva. Pois é. Eu odiei você. Precisei odiar. Para passar pela porta. Para voltar para mim. Ou pelo menos era o que eu achava. Em sequência, a tristeza. Seria ótimo se a gente não precisasse ter momentos tristes, né? Mas, sabemos o quanto a tristeza também tem a sua “beleza” e se faz necessária. Logo em seguida, raiva de novo. Só que dessa vez, senti raiva de mim mesma. A sensação de ter criado uma ilusão na minha própria cabeça e o sentimento inaceitável de ter me colocado ali, no parapeito. Sabendo que um dia eu poderia cair, ou você me empurrar.

Depois do turbilhão de sentimentos na saída, a porta fechada também me trouxe outras sensações, as quais, eu me permiti conviver até hoje. Dentre elas: indiferença e incerteza. Ao mesmo tempo, o alívio de que não me importava mais o que você achava, se você também sentiu tudo isso, ou não. Mas sim, a validez dos meus próprios sentimentos e somente eles me importavam. E depois disso, me afastei da porta, deixando lá dentro uma bagunça. Será que é dessa bagunça que eu tenho medo? Eu também odeio bagunça hoje em dia e me tornei metódica.

Entendo que o amor transmuta, transforma e bagunça a gente, mesmo aqueles que não gostam de bagunça. O que eu sentia era amor, puro, intenso, marcante, e foi se transformando a cada atitude tomada, por mim, ou por você. Mas, amor não é sempre amor? Amor acaba? Às vezes me pego pensando nestes questionamentos. Tenho a sensação de que nunca mais vou sentir nada com tamanha pureza, somente fragmentos desse sentimento que já conheci em sua forma inteira. A vida polui a gente, né? Mas ela também é legal e generosa, às vezes.

Hoje, eu venho tentado entender e respeitar o meu destino. Tudo aquilo que chega, o que fica e o que se vai. E mesmo ao lado de fora da porta que eu mesma fechei, consigo ter a certeza de que você é extremamente especial, fez e sempre fará parte de mim. Me pergunto se de fato existe a ligação espiritual, e se a mesma se encaixaria nesse caso. Me sinto ligada de alguma forma, e meu desejo é que você esteja sempre bem. E quando não estiver, que a dificuldade venha e passe logo te ensinando o que veio ensinar. Desejo também, que você esteja se conhecendo cada vez mais. Abrindo, organizando e fechando portas. E mais um dos meus desejos é que as suas não sejam, nem de longe, difíceis como as minhas.

Eu ainda não decidi se vou entrar, mas consegui descobrir enquanto escrevia, alguns dos meus receios em abrir a porta. Depois de organizada pode ser que ela suma, e o que preencheria o lugar dela? O que viria depois? Será que eu me esqueceria dos itens lembrados e citados aqui? Mais uma vez, não tenho respostas para essas perguntas. A minha única certeza, é a de que se não entrar, eu nunca vou saber. De fato, escrever me faz entender melhor o que eu sinto.

Andei lendo sobre uma expressão muito interessante e digna de tatuagem (por falar em tatuagem, eu ainda não tenho nenhuma). “AMOR FATI” segundo a filosofia, fala sobre amar o destino, não querer nada diferente do que é, nem no passado e nem no futuro. Aprender amar a vida, amar os fatos, os detalhes e os fardos, desfrutando do presente. E lendo sobre isso, entendi que os meus pensamentos são parecidos, e venho tentado colocar em prática o significado dessa expressão. Entrar por essa porta, pode ser considerada uma dessas práticas. Não ter mais medo de porta alguma, entender que a organização de todas elas se faz necessária. Aceitar e enxergar a bagunça já é um primeiro passo. Em sequência, aprender a lidar com que for encontrar dentro dela. É a beleza do destino.


Se cuida!

Inserida por santoscontarini

⁠Ciúmes

Ciúmes sou imune
Acho quanto ao Amor
Para este seja um crime
Talvez por isso me ame
Muito mais que imagine.

Jorge Jacinto da Silva Jr.

Inserida por JorgeJacinto

⁠⁠É torturante o jeito que você afasta todo mundo, fico enigmática ao pensar se isso é algum tipo de autossabotagem caótica ou uma inflexibilidade suja ao lidar com os seus próprios sentimentos, tento achar maneiras de me autoafirmar, para sei lá me senti melhor com a insaciável sede de uma figura materna, chega até ser sarcástico, não posso te chamar de narcisista pois pessoas narcisistas se livrão daquilo que lhes atrapalham, ao contrario delas você falhou miseravelmente, mas você se esforça eu admito, pena que com o passar dos anos eu me acostumei com os seus jogos psicológicos, e pro seu azar não quero que a parte do trabalho sujo seja meu

Inserida por estrelitli

⁠Tenha domínio sobre os desejos; feito isso, você eliminará quase todos os problemas de sua vida.

Inserida por Rafael00

"⁠Talvez a vida seja isso mesmo: um posta e reposta de stories e ninguém vive porra nenhuma. Que bosta, né?"

Inserida por usuario1010036

⁠ A beleza é uma matéria em desconstrução, quem se apega a isso .Se enruga sozinho.

Inserida por Janinekelle