Isso Ja Nao me Pertence mais
Mude sua frequência, não seus argumentos.
Isso significa alinhar emoções, pensamentos e ações com o que você quer viver. O salto acontece quando você vibra no que ainda não se manifestou — e age como se já fosse real.
Quem diz que não tem muito a oferecer, na verdade, te dá o melhor: amor, lealdade e paz. Isso sim é o que vale.
A gente sempre pode ser melhor. Mas não deixe isso te impedir de se portar como uma campeã. Se você não acredita que é a melhor, ninguém vai acreditar.
Ela se foi...
E não, isso não é algo ruim.
As vivências nos moldam.
Sinto falta daquela que fui,
Mas hoje carrego em mim outras versões, mais inteiras, mais reais,
mais minhas.
A antiga eu?
Saudades...
Mas aprecio quem me
Tornei.
– J.
Deus está acima de qualquer debate — para quem crê, isso não é objeto de opinião, mas uma convicção inabalável. Tal afirmação não nasce do dogmatismo irracional, mas de uma percepção refinada da realidade. Assim como o artista sente a arte no mais íntimo do seu ser, e o cientista compreende a harmonia nas leis naturais, só reconhece a presença de Deus quem desenvolveu sensibilidade espiritual. A fé não é ausência de razão; ao contrário, é percepção aguçada, visão que transcende o imediato. Como afirmou C.S. Lewis: “Acredito no cristianismo como creio que o sol nasceu: não apenas porque o vejo, mas porque vejo tudo à sua luz.” Esse tipo de fé não é fantasia, é fundamento.
A existência de Deus e a encarnação em Jesus de Nazaré não se restringem ao campo simbólico ou mitológico. São verdades documentadas por registros históricos confiáveis, que atravessaram os séculos e desafiaram as críticas mais severas. Autores romanos como Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, assim como o judeu Flávio Josefo e registros do Talmude, fazem referência à figura de Jesus, confirmando que ele viveu, foi crucificado sob Pôncio Pilatos e impactou profundamente sua geração. Como afirmou o filósofo francês Jean Guitton, “a figura de Cristo é tão grande que só há duas atitudes possíveis: ou Ele é o Filho de Deus, ou foi o maior impostor que já existiu.” O Evangelho de João, de forma poética e profunda, nos lembra que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1), e que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (João 1:14). Não estamos diante de alegorias fantasiosas, mas da afirmação de um fato que alterou o curso da história.
Reconhecer a atuação da Igreja em uma sociedade democrática e justa é reconhecer também sua função civilizadora, muitas vezes ignorada ou subestimada. Ao longo dos séculos, as igrejas cristãs fundaram universidades, hospitais, orfanatos, e participaram ativamente de lutas sociais, reformas e movimentos abolicionistas. Mais recentemente, continuam atuando como verdadeiros agentes de transformação nos rincões esquecidos do país, preenchendo lacunas deixadas pelo Estado. A Pontifícia Academia de Ciências, por exemplo, é composta por diversos ganhadores do Prêmio Nobel, provando que fé e razão não se excluem, mas se alimentam mutuamente. E mesmo aquela igreja considerada incômoda pelo som que emite aos domingos pode ter sido o espaço onde um ex-detento foi acolhido, ressocializado e reintegrado à sociedade — algo que o Estado muitas vezes negligencia.
Contudo, é necessário refletir também sobre a fé em tempos de hiperinformação e banalização da verdade. Vivemos uma era em que o sagrado é reduzido a conteúdo viral, e a Bíblia é frequentemente interpretada sem critério, contexto ou reverência. Em meio à profusão de vozes digitais, muitos são conduzidos por discursos que manipulam, distorcem e promovem escândalos — resultando não em conversões genuínas, mas no esfriamento de corações. Jesus já alertava: “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12). Diante desse cenário, urge recuperar a postura dos crentes de Beréia, descritos em Atos 17:11, que não aceitavam qualquer ensinamento sem antes confrontá-lo com as Escrituras. A fé cristã, portanto, não é fideísmo cego. É racional, histórica e profundamente ética. Desde Agostinho e Tomás de Aquino até Pascal, Kierkegaard e Chesterton, vemos que o cristianismo verdadeiro nunca teve medo do pensamento, da filosofia ou da dúvida honesta. O Evangelho não é produto para consumo — é chamado à vida transformada.
E nós, que atuamos no campo do direito penal, sabemos com clareza que justiça não se constrói apenas com códigos e tribunais. Ela nasce da dignidade reconhecida, da restauração possível, da esperança cultivada. É nesse sentido que o papel das igrejas se mostra indispensável: elas reabilitam onde o sistema apenas pune, acolhem onde o Estado abandona, oferecem amor onde só havia rejeição. Defender a liberdade religiosa, portanto, é defender um dos pilares da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
Por isso, reafirmamos com firmeza: Deus existe — e isso muda tudo. Como disse Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido.” Mas Ele existe, e por isso tudo tem sentido. Reconhecer sua presença, respeitar as instituições que o servem com verdade, e exercer uma fé crítica e fundamentada são atos não apenas de devoção, mas de responsabilidade histórica e ética.
amigos.
só amigos?
seu olhar não diz isso
meu olhar não diz isso
seu toque não diz isso
meu toque não diz isso
mas seu coração diz isso
o meu não..
Muralhas
Vivo dentro de muralhas...
isso não pode estar acontecendo...
até há pouco tempo,
por bobagens eu estava
me debatendo.
Eram coisas tão bobas, triviais
que me incomodavam...
hoje é questão de sobrevivência
um coquetel único de anomalias...
tudo foge à norma, tudo é diferente do normal...
do habitual...
Saudades de quando tudo era tão normal e eu pouco caso fazia.
Não, eu não perdi.... nós perdemos.
De tão apavorados, preferimos viver uma vida vazia
de nós...
Eu não sou um deus. Nunca criei a vida... mas vivi . Isso basta. Então, lutarei para preservar essa mesma oportunidade — de amar, sonhar , voar entre as estrelas — para todos aqueles que ainda virão. Muitas vidas serão perdidas na batalha que temos pela frente — mas seus esforços garantirão que algumas permaneçam para se lembrar de seus feitos. E, como os deuses, eles viverão verdadeiramente para sempre... mesmo depois que se forem.
Você acredita que mudou. Você quer ser uma boa pessoa. Você tentou. Mas isso não resolve nada do que você fez.
Não me venha com meias palavras, mea culpa, pura insubordinação...
O amor valeu, e se isso ocorreu, que cessem as infâmias, as lamúrias e as injúrias...
Tudo é quando deve ser e acontece quando tem que acontecer...
Cuidado para não engrandecer os problemas com aquilo que você diz - isso pode abrir espaço para o medo e o desânimo tomarem conta de você.
Ser intenso assusta, mas viver pelo raso… ah, isso eu não sei viver. Eu sou emocionado. Quero explodir, explodir de amor. Porque o raso… ah, o raso… é nojento demais para viver.Quem sente pouco nunca vai entender quem transborda.
Recomeçar não exige beleza, exige coragem. Tem guerra que só a alma entende. E você venceu e isso, ah… isso te faz imenso.
É normal que você queira que as pessoas gostem de você, mas isso não quer dizer que você deve ficar tentando agradar a todos. Não deixe que o medo da rejeição, julgamento ou critica assuma o controle das suas escolhas.
Ser intenso é tua marca, ninguém tira isso de ti. Não é exagero, é intensidade demais para um coração fraco. Seja intenso, seja indesejado, seja um veneno para quem não te merece.
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