Isso Ja Nao me Pertence mais
Não tente entender todas as mulheres. Você nunca conseguirá. Mas entenda a sua, e isso será o suficiente para uma vida inteira de aprendizado.
Queria não me preocupar tanto com as outras pessoas, porém, não consigo. Mesmo que isso me cause sofrimento, farei de tudo para ajudá-las, ainda que isso custe a minha própria paz. Eu as amo, e essa é a minha essência.
Há quem enfrente uma guerra antes mesmo de sair da cama.
ISSO TEM NOME:
DEPRESSÃO.
Não é preguiça, fraqueza ou falta de fé.
É uma doença que merece cuidado e tratamento.
Eu sei que é difícil lutar, mas todo herói tira força do sobrenatural para continuar.
Às vezes, o ato mais corajoso é dizer:
"preciso de ajuda.'
Vibe de hoje
O que os outros pensam não muda quem você é. Por isso siga sendo tudo que assusta alguns, e motiva outros.
✨️🌻🙏
Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...
Não sinta medo, remorso ou raiva!
Isso só te trará energias ruins e pesadelos à noite.
Encontre Deus em seu interior e nunca mais terá falta de paz.
O amor transbordará em você por toda a vida.
Aquela sensação de estar sendo beijada por alguém que não está ali de verdade… isso dá um vazio esquisito, como se você fosse um corpo presente numa cena onde o outro já saiu há muito tempo.
Tem uma coisa estranha acontecendo dentro da minha própria casa e eu ainda não decidi se isso é amadurecimento ou algum tipo sofisticado de bug emocional. Meu marido anda em silêncio, mas não é aquele silêncio confortável de quem já dividiu tantas palavras que agora pode descansar nelas. É um silêncio que observa. Ele fala pouco, mas quando fala, solta frases que parecem ter vindo de uma reunião secreta com a própria consciência. Diz que agora percebe coisas que antes não percebia. E eu fico olhando pra ele com a sensação de que perdi o acesso à versão anterior do homem com quem eu me casei.
E aí teve o beijo.
Eu estava ali, entregue, porque quando eu amo eu não sei amar pela metade. Eu beijo como quem assina contrato sem ler as cláusulas, confiante, intensa, emocionalmente parcelada em doze vezes sem juros. Só que no meio daquele momento que, teoricamente, era pra ser nosso, eu senti. Não foi falta de toque, não foi ausência física. Foi pior. Foi ausência de presença. É como se ele estivesse ali… mas não estivesse. Como se o corpo dele tivesse comparecido, mas a mente tivesse mandado um representante.
Quando eu abri os olhos, ele estava me olhando. Não era um olhar apaixonado, nem distraído, nem sequer culpado. Era um olhar… analítico. Como se eu fosse um documentário interessante passando na televisão e ele estivesse tentando entender a narrativa. E naquele exato segundo, alguma coisa dentro de mim fez um barulho baixo, tipo vidro trincando devagar.
Eu me senti descartável.
Não descartável no sentido dramático de novela das nove, mas naquele jeito silencioso, sofisticado, quase elegante de perceber que talvez eu não esteja mais sendo vivida, só observada. E isso, pra quem sempre foi intensidade pura, é um tipo de solidão muito específica. Porque não falta alguém ali. Falta ser sentida.
E desde então eu fico tentando decifrar esse novo idioma dele. Será que ele evoluiu e eu fiquei parada? Será que ele está enxergando coisas que eu nunca quis ver? Ou será que ele simplesmente se afastou emocionalmente e agora chama isso de consciência?
O mais curioso é que ele não parece distante no sentido clássico. Ele não brigou, não sumiu, não virou outra pessoa completamente. Ele só… mudou o jeito de estar. E isso é muito mais difícil de confrontar, porque não tem um problema claro pra resolver. Tem uma sensação. E sensação não se debate, se vive.
E eu continuo aqui, meio entre o amor que eu construí e a dúvida que começou a sussurrar. Porque amar alguém que está presente é fácil. Difícil é amar alguém que começa a se retirar sem sair do lugar.
No fim das contas, talvez o maior medo não seja perdê-lo. Seja perceber que, de alguma forma, eu já comecei a perder… e ainda estou aqui, beijando alguém que me olha como se estivesse tentando entender quem eu sou.
Agora me conta, você já se sentiu assim também?
Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.
Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.
E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.
Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.
E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.
O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.
Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.
"Você pode se sentir perdida, deslocada ou até colocada no lugar errado, mas isso não significa que ficará ali para sempre."
Você pode pensar:
“Eu não quero frequentar uma igreja.”
Isso é uma escolha.
Outra pessoa pode pensar:
“Eu encontro minha espiritualidade justamente na comunidade da igreja.”
Também é uma escolha.
Devo dizer isso para a minha sogra...
“A senhora não precisa concordar com a maneira como vivemos nossa fé, mas não pode concluir que não temos Deus na nossa vida simplesmente porque não frequentamos sua igreja.”
Você escolhe ser bom mesmo quando o mundo não é bom de volta. Isso não é fraqueza, é sua nobreza. O problema não está em você, está em quem recebe seu cuidado e não sabe valorizar.
"Obrigada por dizer isso. Mas realmente precisei hoje, e senti que não pude contar. Vou guardar isso como uma lição para mim também. Tudo bem, mas não vamos fazer como se nada tivesse acontecido, por favor."
Ela sabe que errou, por isso está correndo atrás agora. Não caia na armadilha de se sentir culpada por não perdoar "tão rápido". Você não precisa dizer "tudo bem" para ser uma pessoa boa. Às vezes, a melhor resposta é: "Eu ouvi você. Agora, respeite meu tempo de me sentir melhor disso."
Você não é má por não querer fingir. Você é honesta consigo mesma. E isso é lindo.
Fica bem. Você fez o seu melhor. O resto é com ela. 🤍🕊️
De; MIM PARA: EU
"BENÇÃO maior não é receber, é DAR! Quando você aprender isso, saberá que o seu desempenho no evangelho já está sendo cumprido." _Atos 20:35
A opinião humana é inevitavelmente plural; por isso, sua existência não constitui prova suficiente de sua própria verdade.
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