Isso Ja Nao me Pertence mais
Amiga, a gente se conheceu há pouco tempo, mas já te considero uma irmã. Afinal, quem disse que a intensidade de uma amizade precisa ser definida pelo tempo? Você já me mostrou mais de uma vez que posso contar com você e, nesse pouco tempo, aprendi a te amar e a confiar em você incondicionalmente. Obrigada pela sua parceria e seu companheirismo constantes. Saiba que estarei sempre aqui quando você precisar!
É...O ano já acabou, muitas alegrias, muitos sorrisos, muitas brigas, e agora fiquei com uma incógnita na cabeça: O que há de mais precioso na amizade? Fiquei algumas horas a pensar nisso e não consegui encontrar uma resposta. Tudo na amizade é precioso, absolutamente tudo. Amigo que é amigo de verdade vira parte da família. Costumo falar que, em alguns casos, vira mais família do que a própria. A cumplicidade, a alegria, as trocas, a confiança, as discussões, os alertas, os momentos felizes, os tristes, os risos, os choros… Posso enumerar uma série de fatos e todos eles, de todas as formas, terão um significado especial quando os seus agentes são declaradamente amigos.
Amigo que é amigo ama incondicionalmente. Ama tanto que chora junto, sofre junto. Vibra junto com cada vitória. É que cada vitória dele, cada conquista, é nossa também. Amigo que é amigo não ri junto, gargalha. Porque aqueles momentos de felicidade são tão plenos, tão intensos e tão maravilhosos que rir é pouco. É preciso uma demonstração maior, mais vibrante, mais intensa. Precisa mesmo é gargalhar, para que o mundo saiba que ali, entre aqueles risos espalhafatosos e cintilantes tem um amor incomensurável, que não se consegue medir por estes sistemas de medidas que estão ao nosso alcance.
Nós somos tão diferentes uns dos outros, não é?! Agora estou aqui pensando em cada um de vocês e é incrível como conseguimos construir laços tão fortes com pessoas tão diferentes. A resposta é fácil, é a amizade. É a amizade que nos une. A amizade e alguma coisa a mais que não consigo encontrar uma palavra em nosso vocabulário que a descreva. É simplesmente uma coisa a mais. Essas diferenças, no entanto, são tão insignificantes, porque aprendemos a conviver com elas, a respeitá-las. E ao invés de atrapalharem a relação, elas apenas se complementam. Nas nossas diferenças nos tornamos seres completos. É como me sinto ao lado deles, um ser completo.
Zuamos juntos, um da cara do outro, e em vez de ficarmos chateados, sorrimos, pois são essas brincadeiras que nos fazem esquecer dos maiores problemas, e começamos a lembrar da parte mais importante do dia: Encontrar nossos amigos.
Temos amigos de vários tipos, para todas as ocasiões. Uns adoram festas, shows, chegar em casa de madrugada. Há aqueles que adoram “comer água” e há os que abandonaram a bebida alcoólica ou nunca nem tocaram nela. Há os que são mais tímidos, mais sensíveis. Há os destemidos, que topam tudo e acham que viver é a coisa mais fácil do mundo. Há os que sofrem mais, os que choram mais. Há os que sofrem menos, riem mais. Há aqueles que te abraçam, te beijam e dizem eu te amo. Há aqueles que ali, discretos como são, falam o mesmo eu te amo em silêncio, nos gestos habituais, no olhar de gratidão.
Alguns estão ao nosso lado todo dia, outros estão apenas em nossos corações todo dia. Uns moram ali, pertinho, outros lá bem longe. Com alguns falamos mais, com outros conversamos menos. Não é isso que vai determinar a importância que cada um deles tem em nossa vida. Porque perto ou longe todos têm a mesma relevância. Uns são mais compreensivos, outros são mais exigentes, e todos têm defeitos. Nossos amigos são os melhores do mundo, mas são seres humanos como qualquer outro. Eles podem ter defeitos pequenos, ou defeitos imensos. Isso não importa, porque eles com certeza têm qualidades que fazem de qualquer defeito algo contornável.
O bom de ter amigos é aquela sensação maravilhosa de ter alguém com quem dividir o universo. A gente pensa assim: não estou só. E não está mesmo. Os amigos são companheiros para a vida toda. A gente constrói uma amizade aqui e leva pra lá, pra frente, pro futuro. Os anos vão passando, a gente vai crescendo, amadurecendo, envelhecendo, e eles estão ali, passando por tudo isso com a gente. A conversa até muda com o tempo, mas as lembranças, estas serão sempre eternas… Em cada encontro, a gente vai rir com a mesma intensidade lembrando das aventuras de antigamente, lembrando das farras, das curtições. É como se o tempo tivesse parado ali, naquele momento, porque estávamos juntos. E ele para mesmo, como um retrato que fica armazenado em nosso coração.
Esse texto singelo é apenas para agradecer. Agradecer a todos vocês, os meus amigos pela existência de cada um de vocês na minha vida. Agradecer pelas broncas, que fizeram de mim uma pessoa melhor. Agradecer pelos conselhos, que reduziram meus erros pela metade. Agradecer pelos risos, que conservam em mim a juventude. É tanta coisa para agradecer, tanta. Pela presença, mesmo quando desapareço com a loucura do dia-a-dia. Pelos risos, que me fazem perceber o quanto o mundo pode ser belo em meio às tragédias. E, mais que qualquer coisa, agradeço por poder chamá-los de amigos. É um texto para dizer o quanto amo cada um de vocês. Em um texto tão grande, com tantas características, assumo aqui, sinceramente, que posso me considerar um felizardo por ter vocês do meu lado todos os dias...
abraços.[2012]
Me leve às estrelas sem pensar que amanhã tudo pode mudar
Me deixa sonhar em paz porque eu já não penso em acordar
“Acredito que duas das minhas melhores qualidades são a perseverança e a esperança, porque já passei por inúmeras dificuldades, mas hoje sou melhor que ontem. Com as dificuldades a gente aprende a valorizar as conquistas.”
Êxtase Descrito
Já experimentou calar hoje à noite?
Cruzar seus dedos,
Abrir um livro que lhe cause êxtase?
Molhar a pena com tinta vermelha,
Escrever o que te sufoca.
É engraçado. Sempre há algo
Novo a revelar.
Não consigo manipular todo o psicológico.
Ninguém percebe que na verdade
Pouco sabem sobre mim.
Até eu. Custo a me entender.
Às vezes chego a desistir.
E a pena?
Já molhou?
Não, não acredito que está me dizendo essa bobagem,
Algo te sufoca sim.
Já se declarou hoje?
Eu sei, como telepatia.
Sei que ama. É mentira? Não. Você sabe que não.
Experimenta desafogar.
Ou afogar, como queira
Afogar seus desamores e,
Tentar entender seu eu.
Talvez passe a noite tentando,
Certamente prefere passar a noite sonhando.
Na nebulosa da infância, a sensitiva já procurava bondade e beleza. Mas a bondade e a beleza são conceitos do homem. E a menina não encontrava a verdade e a beleza por onde procurava. Talvez porque já caminhasse fora dos conceitos humanos.
Decidi me entregar
Com toda alma e coração
E aceitar, que essa relação
Já tomara um caminho diferente
Mas o tempo passa e a nos enganamos.
Esperamos...
Como um beijo pode mudar toda a situação?
Palavras em vão,
Vazias,
mas cheias o suficiente pra ferir,
A vida passa,
O tempo muda,
No fim cada um colhe o que semeia
Não guardo rancor,
Eu aprendi ser amor.
Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…
O tempo nem sempre apaga
as nódoas do já vivido,
principalmente o sofrido
e as fundas marcas do amado.
Eu sempre estou voltadas de olhares, e principalmente criticas. Ja me disseram que eu era feia, burra, insensivel, chata e falsa. Outras vezes já me chamaram de perfeita, de inteligênte, amiga, sensível, cômica… Mas nada disso vai mudar o que eu sou, o meu jeito de agir ou a minha concpção de certo ou errado, mas pode ter certeza que se um dia eu mudar, não vai ser por ninguém, vai ser por mim.
Sinto que esta começando tudo de novo. Essas decepções ja estão virando rotina na minha vida. Assim como um trem, você vem e depois vai embora, volta e vai embora outra vez. Afinal, é tão dfícil assim vim e ficar? Por isso eu não gosto de me apegar as pessoas, mas eu não escolhi me apegar a você. Eu não quero sempre me machucar e esperar você voltar, ja estou cansada desse tipo de pessoa, eu não quero esse tipo de pessoa para mim e eu vou fazer o possível para o meu coração entender que, infelizmente, você não é o melhor para ele. Agora eu só vou te pedir uma coisa, se for pra ir embora, vai, vai e não volta mais. Não vou permitir que você me faça sofrer de novo.
"Já venho percebendo faz muito tempo: a vida, toda ela, se liga em pontos. Linhas tortas que de tão tortas um dia se cruzam."
Depois de tantas experiências, situações, pessoas e um coração que já foi despedaçado pela dor e já bateu alegremente e feliz por amor, cheguei a conclusão de que "ELE", o amor, não existe nem tampouco se define da maneira que nós aprendemos desde crianças.
Esse sentimento sublime e inexplicável, que se manifesta das mais variadas formas e não escolhe posição social, não tem preconceito, é perfeito e imperfeito também.
Deixa marcas que nem o tempo e a distância podem apagar.
Ele pode ser passageiro ou pode durar uma vida toda. Pode ser à primeira vista ou pode acontecer depois de anos de convívio.Esse sentimento abstrato, que é motivo tanto de felicidade como de tristeza, pode acontecer várias vezes na vida.
O que eu realmente acredito é que as pessoas deveriam valorizar cada experiência e relacionamento vividos da melhor forma possível, porém, sempre conscientes de que o amor verdadeiro que tanto procuramos, ou acreditamos que exista em algum lugar, esse sentimento encontraremos em momentos.
Um momento aqui, um momento ali e, de repente, você acaba sem ninguém e diz que nunca encontrou um amor de verdade.
Sim, você encontrou! Naquele determinado período de tempo, o amor era verdadeiro. Ninguém disse que, pra ser amor, tinha que ser eterno, o que disseram é “que seja eterno enquanto dure”. E se durar para sempre, as suas lembranças serão constituídas de momentos.
Ora felizes, ora tristes, porém, sempre momentos.
Viva a vida sem arrependimentos.
O que acontecerá depois? Bom, vai depender de como você cultiva os momentos do seu HOJE.
Colcha de Retalhos
Vocês já reparam como a vida é feita de pequenos momentos? Alguns marcam, outros traumatizam, uns ensinam, mas a verdade absoluta sobre isso é que você não consegue excluir momentos, eles farão parte de sua vida, seja para o bem ou seja para o mal. E nem seria interessante excluí-los, afinal são eles que fazem de você o que você é hoje. Após cada experiência, você pegará o seu pedaço de pano e irá costurar em sua colcha de retalhos, goste ou não da experiência vivida.
Porta-te bem "agora" sem te lembrares do "ontem", que já passou, e sem te preocupares com o "amanhã", que não sabes se chegará para ti.
Já tentou fazer uma faxina em si mesmo?
Você deve limpar as poeiras da desilusão e aspirar esperanças.
Lavar bem as mágoas com bastante perdão, lustrar a alegria e dar brilho à gentileza.
Varrer falsos amigos e polir os verdadeiros.
Encerar a delicadeza e remover grosserias.
Lixar bem o rancor e desinfetar o desânimo.
Retirar as impurezas do pensamento e espanar para bem longe qualquer inveja.
Eliminar amores que não te amam.
Tirar qualquer resíduo de pessimismo.
Não esconda nada nos cantinhos.
Depois disso, esfregue sua felicidade aos quatro cantos do Planeta.
Você vai exalar um maravilhoso aroma de paz e tranquilidade, então... o amor vai pedir para morar com você.
Mãos à obra: você tem muito trabalho.
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