Irmão que já Morreu
A cada momento meu coração se mostra diferente um vazio sem explicação, morreu o sentimento que algum dia existiu .queria sentir só mais uma vez esse brilho que muito tempo me fez sofrer ,preciso saber onde me encontrar ou até simplesmente chorar e não conseguir resistir o meu mundo refleti em tí fico horas,messes e ano preso na escuridão sei que estou perdido mais, tentar combater esse mal que me faz ter pesadelo pois estou depressivo , o que está acontecendo comigo pouco a pouco estou perdendo o foco a visão e por vez estou cego, sei que na vida tem muitas pessoaS que tem problemas maiores do que eu e com muita fé procuro absorver os problemas da sociedade para esse mundo voltar o que um dia tinha cores e não escuridão igual atualmente e só posso ficar de joelhos e pedir perdão e segurar o fardo pesado e pagar por todas as dores do mundo e esperar por um milagre acontecer a cada dia preciso de um abraço para curar as feriadas as dores e por mais que estou sem sentimentos tenho amigos que sempre me ajudaram a me levantar e pouco a pouco. agradeço a deus por ter amigos sagrados. projov
Plantão da Globo informa: morreu assassinada a cultura popular brasileira. Uma investigação da polícia civil descobriu que o autor do delito foi o povo brasileiro. Porém, o povo não agiu sozinho, e têm como cumplíce os políticos, que deixaram de investir em educação e estão também provocando um verdadeiro cancêr de idiotice na sociedade.
Sei que tudo se acabou, mas sei que não morreu e também sei que o sentimento irá perpetuar durante tempo para alimentar as esperanças;
Eternamente esperar é minha meta para então quem sabe possamos nos encontrar para acalentar esse sentimento que ficará a chorar;
Quando tudo lhe parecer perdido e você achar que a esperança morreu tenha fé em Deus e siga sem temer a vida...
Ah, o José morreu;quanta dor!
Um dia cinzento, a tristeza da família.Por demais os prantos da despedida.Flores,coroas,e tudo fica aqui.
Que felicidade, hein José?!
O poeta não morreu
Foi ao inferno e voltou
Conheceu os jardins do Éden
E nos contou...
Mas quem tem coragem de ouvir
Amanheceu o pensamento
Que vai mudar o mundo
Com seus moinhos de vento...
Essa história de que Elvis não morreu, além de me dar nos nervos, deixa-me anisioso feito noiva "na véspera".
Será que também eu não vou morrer nunca? Mas que coisa...
Como dizia Chico Buarque...tem dias que a gente se sente,como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente ou foi o mundo então ... São dias assim que levanto a minha cabeça olho pro céu nublado e friozinho e quero voltar pra cama ...
Se aquele cara dentro de mim morreu sua parcela de culpa também existiu, mais é hora de esfriar a cabeça e deixar tudo continuar por que o show não pode parar...
Mas o seu amor já morreu uma vez e se morreu é porque nunca foi amor não tem como ressuscitar algo que nunca esteve vivo.
Esperança é a última que morre.
E a minha morreu.
Mas não pense que foi por falta dela,
E sim porque a perdi.
Eu quero te lembrar, que meu amor por você não morreu, esqueceu que eu disse que o que sinto por você é imortal ? pois é...
Morreu. Fedeu!
Lembro-me do nem tão velho avô Pacheco, que morreu nos anos 60.
Filho de portugueses, com um grande coração de homem rude, quando ouvia o comentário de que alguém havia morrido logo soltava a perola. Morreu fedeu.
Sei lá porque cargas d’água, quando eu almoçava na casa dele ele sempre perguntava:- Mais um bife? E eu educadamente agradecia. –Não obrigado. E ele retrucava: - Mais fica.
Como se vê, ficaram essas lembranças que com a aparência de rudes explicavam ao neto, as verdades da vida com poucas palavras.
Morreu. Fedeu!
ENCONTRO COM A PALAVRA
"Aqui jaz Fernando Sabino. Nasceu homem, morreu menino". A frase poética escolhida pelo autor de "O Encontro Marcado" para a sua lápide expõe de maneira sucinta, mas explícita, um pouco da personalidade, dos desejos e anseios de um protagonista da palavra. Um autor cuja pena produziu, desde a mais tenra juventude, textos fundamentados na sensibilidade capaz de captar a angústia humana como poucos de sua geração souberam fazer. Sobre ele, um dos maiores críticos literários brasileiros, Antonio Cândido, avalia: "Fernando tinha um olhar infalível para os pormenores expressivos e uma capacidade prodigiosa de invenção verbal". Com a morte de Sabino, encerra-se um tempo singular que, por um desses desígnios inexplicáveis, teve o mérito de reunir, em uma mesma época e em um mesmo cenário - a cidade de Belo Horizonte -, o famoso quarteto de escritores mineiros composto por Sabino e pelos amigos Hélio Pellegrino, Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Sabino foi o único dos quatro a chegar aos 80 anos. O único a sentir a ausência corrosiva provocada pela perda das grandes amizades. Suas dezenas de romances, crônicas, novelas, correspondências e relatos de viagem trazem em sua essência o cerne de um dom raro: o de fazer dessas histórias uma ponte entre a ficção e a reflexão. Um elo entre o eu e o outro. Entre o particular e o universal. A narrativa de Sabino instiga os leitores à realização de uma busca rumo ao autoconhecimento - virtude característica dos grandes mestres da palavra. Foi assim com o personagem Eduardo Marciano que, desde 1956, com a publicação de "O Encontro Marcado", prossegue arrebatando corações e mentes. A escrita fluente e a leveza que dava a textos de temáticas muitas vezes angustiantes nasciam de um cuidado extremista de Sabino com a palavra. O mesmo que dedicou à música. Eclético, como todos que possuem espírito inquieto, Sabino era baterista de uma banda de jazz - estilo caracterizado pelo predomínio do improviso sobre a técnica. Assim também era Sabino na literatura: artista cujo compasso ritmado era marcado pela junção da técnica e da sensibilidade. A perda do escritor mineiro já seria motivo suficiente para que o reino das palavras ostentasse luto por prazo indefinido. Entretanto, dois dias antes, o mundo das letras, da filosofia, do pensamento dava adeus ao filósofo Jacques Derrida, famoso pela teoria da "desconstrução", cujo princípio era desfazer o texto do modo que foi previamente organizado para revelar significados ocultos. Suas pesquisas apontavam que, tanto na literatura como nas demais formas de arte, é possível observar - por meio de análises detidas - numerosas camadas de significados não necessariamente planejados pelo criador da obra. Assim como Sabino, Derrida era o único sobrevivente de um grupo ímpar de personagens que ajudaram a compor a história de uma geração. Juntos, Althusser, Barthes, Deleuze, Foucault, Lacan e Derrida tornaram-se conhecidos como "os pensadores de 1968". Desde então, o filósofo contribuiu sobremaneira para o entendimento de questões essenciais à compreensão do século 20. O autor de "Espectros de Marx" não se furtava, mesmo já muito doente, o direito de viajar pelos continentes lançando luzes sobre temas variados e polêmicos como a literatura, a política, a ética, os conflitos árabe-israelenses, a luta contra o aparthaid, os últimos atentados em solo americano, a rapidez dos processos tecnológicos. Derrida era um cidadão do mundo, um homem que viveu apaixonadamente e defendeu sua ideologia e seus propósitos de todos os modos. A justiça, os direitos humanos, a conquista da cidadania e a dignidade da pessoa humana eram, invariavelmente, bandeiras que empunhava em favor da edificação de um tempo mais pacífico e igualitário para povos e nações. Foi ele, também, o criador, em 1983, do Colégio Internacional de Filosofia, a que presidiu até 1985. Sem dúvida, as vidas de Sabino e de Derrida são exemplos de entusiasmo e de dedicação. Convites a uma existência mais pró-ativa, passional, conectada à nossa verdade interior e à procura da felicidade individual que se expande para o coletivo. Foram-se dois grandes homens. Ficam duas grandes lições. Que todos tenhamos sabedoria para apreender os ensinamentos que deixaram em seus livros e que os manterá, para sempre, vivos. Afinal, como afirmou Derrida em uma das tantas entrevistas que concedeu: "(...) a vida é sobrevida. Sobreviver no sentido corrente quer dizer continuar vivendo, mas também viver após a morte".
Publicado no jornal Diário de S. Paulo
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