Irmao Nao Va embora
Eu realmente queria entender qual é o prazer que os calvinistas têm em defender que a Graça não é para TODOS, sendo que essa seria a pior notícia que poderia existir para um ser humano nesse mundo caído.
O calvinismo não requer uma fé viva, amor e nem sacrifício. Aliás, o calvinismo prega contra tudo isso, pois ele é uma religião seca, estéril, que cultua um deus criado a imagem e semelhança de suas doutrinas e confissões de fé mortas.
Quanto aos Pentecostais:
Primeiro, não confunda new-pentecostal com Pentecostal!
Segundo, não é porque há excessos e limitações entre os Pentecostais, que o movimento é antibíblico.
Terceiro, como qualquer ramo do protestantismo, os Pentecostais possuem grandes desafios na caminhada de fé. Tenho observado muitos jovens Pentecostais e líderes abandonando sua tradição para abraçar o calvinismo ou outros ismos; isso além de ser um erro histórico é também uma imensa ingratidão com os seus antepassados.
Quarto, para os que pensam em desertar da fé pentecostal digo: Não deem ouvidos as falácias e difamações dos calvinistas. Fiquem e ajudem no crescimento da tradição (que remonta ao movimento holiness do Metodismo) Pentecostal, pois se não fossem os Pentecostais o Cristianismo no Brasil já teria levado o mesmo fim da Europa e USA que abraçou as doutrinas heterodoxas do calvinismo.
Para finalizar, assim como não se deve jogar o bebê junto com a água suja do banho, não se pode demonizar ou minimizar a importância do Pentecostalismo para o Cristianismo.
Entenda: o falso não tira o valor do verdadeiro.
Pense Nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Certa vez alguém me perguntou por que não sou calvinista. Minha resposta foi: Eu leio as Escrituras Sagradas diariamente e também leio os pais da Igreja até o 3º século, antes da Constatinização da igreja e sua posterior paganização.
Como disse Roger Olson certa vez: “ninguém se torna calvinista lendo a Bíblia”.
Quem sai murmurando que não gostou do culto, ainda não entendeu que o culto não é para homens, mas para Deus.
(Salmos 95.6-7)
Ninguém pode negar que a reforma foi importante em alguns temas, mas a reforma não foi uma volta ao espírito e aos ensinos do cristianismo primitivo do primeiro ao terceiro século, antes da Constatinização da igreja e a entrada de superstições dentro dela. A reforma foi uma volta ao cristianismo de Agostinho de Hipona, um ex-maniqueísta convertido ao catolicismo romano e que depois se tornou bispo da igreja católica romana.
O que interessa para Deus não é sua performance na igreja, mas sua vida de comunhão no lugar no secreto e seu testemunho na sociedade.
Nenhum pregador pode ser verdadeiro, se aquilo que ele prega não está fundamentado na palavra de Deus. É anátema o pregador que distorce o que as Escrituras afirmam.
Não desista quando os tempos difíceis chegarem, pois serão eles te prepararam para o teu propósito.
O mundo não se sente atraído pelo Evangelho porque ele anuncia uma cultura que confronta a sua cultura caída. A cultura do Reino de Deus ensina que é preciso morrer para viver, perder para ganhar, não buscar os melhores lugares, dar a outra face, pedir perdão quando for ofendido, perdoar 70x7, tomar sua cruz, amar seus inimigos, diminuir para crescer, etc... Essa cultura ofende a cultura do mundo.
A única Graça que não pode ser resistida é a Graça Preveniente que veio sobre todas as criaturas, dessa forma, nenhuma criatura pode se esquivar de recebê-la. Quanto à salvação depender do homem, sim, ela depende do homem, mas não no sentido de trazer a salvação, mas no sentido de resistir a essa oferta graciosa de Deus, pois ela está disponível a todas as pessoas. Nesse sentido, o salvador é Deus, e o homem não passa de um ser agraciado.
Fato Histórico:
A exegese que os teólogos calvinistas fazem do texto de Romanos 9 não é derivada do Apóstolo Paulo e nem da ortodoxia cristã até o 3º século antes da constatinização da igreja, mas do Bispo católico e ex-maniqueu Agostinho de Hipona.
Não brinque de ser cristão, pois Deus não brinca com a sua salvação e nem o diabo brinca de ser diabo.
