Irmao Nao Va embora
Se tem se permitido seguir sob a orientação de outras pessoas e os resultados não são adequados!... não insista culpando ninguém!
As escolhas foram suas!
Venha sem a tortura desta espera.
Não será preciso anunciar.... mas apareça depressa.
O açúcar sob a chuva vira água em pouco tempo.
O tempo passa e sem retrocessos.
Oportunidade ida é tempo findo.
Podemos desistir de tudo,
mas jamais de nós mesmos.
Não permita que alguém faça as escolhas que são só suas.
Invento!
Vento!
No invento do vento que não chega com o seu sopro!
Ventou!
Inventei o vento do adeus!
Uma tristeza sem tradução!
Um vazio repleto de incompletude!
Perguntas que não se respondem na definição indefinida do escoado pranto!
Antes fosse saudade, mas é literalmente lembrança da vida ida que ecoa ingratidão!
Não somente os tropeços nos provocam o repensar nesta caminhada.
Todos os movimentos ponderam a reflexão.
Alguns tropeços nos levam ao chão e nos oferecem a oportunidade de vermos o céu.
Quanta razão deverá existir para justificar um amor eu não pretendo saber... desde que eu esteja amando sem a razão que me solicit(a)(e) explicação.
Algumas vertigens anunciam sorrateiros sopros de sonhos.
Alguns não insistem, mas saltitam para nascer.
Outros nada querem, embora queiram demais o que não pode ser alimentado nas entrelinhas do ocaso.
Misturados neste eufemismo de soberba solidão... saem singrando rumo afora sem destino certo e no incerto tempo de nascer.
Não deixamos o espaço onde estamos pelo amor e, muito menos, pela dor!
Pense na exaustão!
Este é um sentido muito profundo!
Tudo é efêmero e, felizmente, passa!
Não há peso além do nosso!
Conviver não é nos transportar carregando a outra pessoa!
Na possibilidade de escolha faça a opção pela leveza de viver bem e na melhor companhia: a SUA!
Não há tempo certo além deste agora!
Qualquer ilação sobre outro tempo será a compreensão da sua escolha pela letargia de optar pela insossa vida da qual se alimenta!
No incrédulo desiderato relatado... restou-me compreender e não ficar, deixando-a seguir com a recheada história de desencontros!
Não podia me permitir ser, mera, estatística de infelicidade!
Dou sentido ao sentido recíproco da minha entrega!
Outras irrelevâncias não ocupam espaço em minha alma!
Sei me comprometer com a possibilidade da minha entrega sem, contudo, esperar o que não possuem para me oferecerem sem o preço vil do perecível!
Quero não querer o que quis por muito tempo na variável permanência desprovida da temporalidade ilusória!
Passou!.... felizmente, como brisa que fragilizou minha face, nada mais!
Películas de ornamentos frágeis que apodrecem pelo desgastar provocado pelo uso de tantas mãos que manusearam e descartaram!
