Irmao Nao Va embora
Se uma pessoa que para você era especial se afastou de forma egoísta, não se lamente. Pois, afinal de contas, não era tão especial assim.
Eu quis ligar pra alguém. Contar o que tinha acontecido, e que doía. Mas não havia ninguém ali. Ninguém com que eu pudesse contar. Ninguém disposto a abrir mão do sono para ouvir minhas queixas. Ninguém que se importasse. Então eu virei pro lado e a dor veio. Rápida. Forte. Devastadora. Senti minha alma se rasgando ao lembrar daquelas palavras. E dói. Ainda dói.”
Quem não foi comunista aos dezoito anos, não teve juventude, quem é depois dos trinta não tem juízo.
Não entendo como as pessoas não dão valor ao que tem, e quando perdem choram, lamentam e tentam reconquistar. Mas como todos sabem cada ação tem uma reação e nesses momentos EU ajo com a RAZÃO. Depois não venha se lamentar, chorar e pedir perdão. Não venha dizer coisas bonitas, lembrar do passado e querer pegar na minha mão. Pois tudo que você esta conquistando é ódio e ingratidão. Pois bem, um dia a verdade vai prevalecer, e esse dia não está longe e estou feliz por isso, mas mesmo assim eu sofro, sofro em fazer tudo em vão, em ter perdido horas falando, em ter feito de tudo, de tudo mesmo pra sua felicidade e você preferir a dor e o sofrimento. Mas nós só damos valor àquilo que não temos, aquilo que é difícil. Mas todos têm coração e sentimentos, CONSIDERAÇÃO não é uma virtude não, é uma obrigação! ESCOLHAS? Cada um tem a opção de fazer a que quiser, você fez. Agora aproveite bem, aproveite muito. E, por favor, não se esqueça de tudo que um dia eu te falei, e não fui eu quem me afastei de você, foi você que conseguiu me perder.
Quando eu lembro
Você sorrindo
Não há mais nada, nada mais lindo
Sobre estar sozinho…
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência e pouco romântica por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Você não desiste do amor, você simplesmente cansa dele, pelo simples fato de que alguém lhe machucou e te fez sofrer o suficiente para você ter se tornando uma pessoa assim.
As coisas mudam, quer você queira ou não. Você só tem que escolher: Adaptar-se as mudanças ou sofrer com elas.
A vida não é como um MP3 que toca o que você quer, a vida é como um rádio e você tem que aproveitar o que está tocando.
Coitado do homem que te tinha e preferiu não dar valor, que era tudo para você e escolheu ser nada. E depois, arrependido, tenta se convencer de que nada mudou. Mas não se dá conta de que uma coisa mudou: a sua escolha, que decidiu encontrar alguém melhor.
Manipulação Não Existe, O Que Realmente Existe É A Incapacidade Do Outro De Não Visualizar O Outro Lado
