Introdução
Uma coisa, porém, precisa ficar clara: os problemas psicológicos não são feitos para os métodos; os métodos é que são feitos para os problemas. (...)
1a. aula sobre cérebro: Mentes se dividem em 2 categorias: as preparadas e as popozudas. As mentes popozudas um dia terão de ser preparadas; as preparadas jamais voltarão a ser popozudas, apenas.
A Sulamita através de seu comportamento ganha admiração - isto é: através de algo que muitas possam pensar que não possue sentido algum... Mas, se pararmos para fazermos uma reflexão vemos que há sim!!! O lugar em que nos assentamos reflete quem somos. Antes de prosseguirmos gostaria de fazer um convite desafiador a você: Vamos analisar 'assentadas' o que a Bíblia esclarece a cerca desse assunto em outras passagens e ocasiões?
Livro de Mateus Capítulo de número 5:
E se Jesus vendo aquela multidão 'não' subisse ao monte e, não se 'assentasse' com aquele povo... Será que as beatitudes teriam sido eficazes para o ensino espiritual ser praticado ainda que por poucas pessoas? Ou seja: os pobres teriam herança, os que choram possuiriam esperanças, os mansos aceitariam o domínio próprio enviado e soprado pelo Espírito Santo?
Pense nisso.
Livro de Mateus Capítulo 13: E quanto as parábolas? Será mesmo que os seus significados seriam extraordinariamente espirituais se Jesus 'não se assentasse' e falasse pacientemente e todo atencioso nos desvendasse suas ocultações? E se Ele não houvesse saído de casa aquele dia e houvesse se 'assentado' junto ao mar?
Pense novamente.
Nada de madeira boa, nada de prata, de ouro e nem púrpura. O melhor que a Sulamita possuía é o melhor que Jesus sempre possuiu e nos oferece: um interior revestido com amor. (Referências no Livro de Cantares Capítulo 3)
{Uma observação: o palanquim não era um assento comum como por exemplo um lugar à mesa do jantar, um espaço no sofá ou numa sala de espera de uma sistemática empresa, tratava-se de um 'assento reservado' que precisava de valentes ao seu redor para manter sua assentada bem visível aos que rondavam pela cidade}
Introdução ao réquiem
Venham todos e prestem atenção
Vou falar sobre uma maldição
Alguns a chamam de vida
E outros de causa perdida
Sim é sobre os amores
E tudo o que ele traz
Nobre capataz
Que floresce todas as cores
Sentido do viver
Em fim sem sentido
Devora tudo que é detido
Pelo sentimento sem querer
Constante errante
Constantemente irritante
Irreversível atroz
Comumente a nós
Se você quer me conhecer, aqui estou, nessas frases e linhas. Aqui descrevo a minha percepção das minhas relações. Aqui exponho com palavras os meus sentimentos mais confusos.
A maior parte das vezes faltam palavras que me compreendam, então o pensamento fica solto e livre podendo ser entendido apenas em sua imaginação.
O conteúdo desses versos são meus momentos de pura reflexão e liberdade de expressão, então nesse âmbito as críticas não me afetam, se você não compreende não deve ser julgado, se você acha que compreende você está enganado, porém, se você tem plena certeza que absorveu tudo e compreende esses versos completamente, você só pode ser eu mesmo, e cá entre nós, isso não é possível.
'-' Não jugue o livro pela capa, primeiro da uma lida na introdução, no contexto se o livro for bom, começa escrever sua história nele.
INTRODUÇÃO AO MEU LIVRO: "A FÉ E A RAZÃO CAMINHAM JUNTAS, MAS A FÉ VAI MAIS LONGE".
A presente obra tem por objetivo principal demonstrar a superioridade da fé sobre a razão. O título, uma frase de Santo Agostinho, deixa isso bem claro: "A fé e a razão caminham juntas, mas a fé vai mais longe". O livro nasceu de um texto pequeno que escrevi a partir de um filme chamado O Jardim Secreto, lançado em 1993, como uma adaptação do livro homônimo da autora inglesa Frances Hodgson Burnett, publicado em versão completa, primeiramente, em 1911.
Assisti ao filme faz um bom tempo, ou seja, não é de hoje que eu vinha trabalhando no texto, fazendo-o crescer até virar livro. Admito que não foi nada premeditado, mas confesso que me incomodava ter este material, ao qual só eu tinha acesso, "engavetado".
No início, os acréscimos se deram num momento da minha vida em que eu buscava um amadurecimento espiritual. Mais do que isso, aliás: eu precisava mesmo me libertar de alguns cativeiros e me conhecer melhor. Descobri, então, um caminho maravilhoso, o qual passo a indicar: missas aos domingos, oração diária do Rosário, com cânticos gregorianos ao fundo e uso de incenso, jejum periódico, reuniões de oração e confissões semanais, leitura da Bíblia, canções e programas católicos. Sem contar as orações específicas de cura e libertação antes ou depois dos rosários.Destaco, também, o livro Moradas, de Santa Teresa D'Ávila, que, de certo modo, veio tirar dúvidas e confirmar certezas.
No processo, percebi que a alma precisava ser alimentada devidamente, com alimentos celestiais; o corpo, por outro lado, deveria submeter-se a ela, o que se dava com a prática dos jejuns, os quais eu prolongava gradativamente. Além disso, percebi, também, que não bastava alimentar a alma; eu precisava que o corpo desfalecesse para o pecado. Assim sendo, deixei de dar a ele os alimentos mundanos pelos quais havia um grande apetite.
Foi nesse período, portanto, que obtive uma libertação muito grande. Com a necessária ajuda de Deus, disciplinei o meu corpo e a minha mente, o que me proporcionou um autoconhecimento surpreendente. Nessas condições, inspirações germinavam na minha cabeça e eu as passava para o papel.
Como se vê, tal experiência — na verdade, a primeira de algumas outras semelhantes que eu viria a fazer depois —, rendeu e gerou este livro, que, espero, ajude você a libertar-se dos cativeiros que porventura o(a) prendam num estado tal que a vida parece não ter mais sentido. Com Deus, tem sentido, sim. Basta ter fé.
APOCALIPSE 7.9-17
OS MÁRTIRES NA GLÓRIA
ESBOÇO PARA PREGAÇÃO
Introdução
Estamos aguardando a vinda de Jesus.
Somente os salvos serão arrebatados.
I – Os mártires – V. 9
Após a abertura dos 6 selos e antes da abertura do 7º encontramos a visão dos mártires na glória – vs 9-17
1. - Quantos estavam presentes? > Ninguém podia contar Cumprindo a promessa que fora feita a Abraão: Gn 12.3 e 22.18 > de todas nações, tribos, povos, línguas.
2. – Como estavam vestidos? O que simboliza as vestes brancas?
Eclesiastes 9.8 // Cantares 5.3
O que tinham nas mãos? O que simboliza as palmas?
Quem está em Cristo, com dor ou alegria já tem a vitória assegurada. Amém!
II – Os anjos estavam adorando – V. 11
III – Quem são estes vestidos de branco
e de onde vieram? – V. 13
Romanos 8.31 e 35
Conclusão:
Comente o V. 16 e 17 e dê a conclusão.
Contato: abilicusvidanova@ig.com.br
abiliocarlos
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Empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços.
Talvez meu passado seja só introdução
Rascunho de um livro que ainda não li
Se o futuro é essa página que me encara
Quem sabe seja hora de escrever dali
LIVRO DE JÓ
VERDADEIRA RELIGIÃO
Introdução
O tema central do livro de Jó não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo e inocente, e muito menos o da "paciência de Jó". O autor desse drama apaixonante discute a questão mais profunda da religião: a natureza da relação entre o homem e Deus. O povo de Israel concebia a relação com Deus através do dogma da retribuição: Deus retribui o bem com o bem e o mal com o mal. Ao justo, Deus concede saúde, prosperidade e felicidade; ao injusto, ele castiga com desgraças e sofrimentos. Tal concepção arrisca produzir uma religião de comércio, onde o homem pensa poder assegurar a própria vida e até ditar normas para o próprio Deus. Contra isso, o autor mostra que a religião verdadeira é mistério de fé e graça: o homem se entrega livre e gratuitamente a Deus; e Deus, mistério insondável, volta-se para o homem gratuitamente, a fim de estabelecer com ele uma comunhão que o leva para a vida.
O livro provavelmente foi redigido, em sua maior parte, durante o exílio, no século VI a.C. Como Jó, o povo de Judá tinha perdido tudo: família, propriedades, instituições e a própria liberdade. Ora, tudo isso era garantido por uma concepção teológica vigente até esse tempo. E aqui entra a pergunta crucial feita por Satã: É possível ter uma relação gratuita com Deus, despojada de qualquer interesse? (cf. 1,9). Podemos dizer que todo o livro é uma busca para responder a essa questão. A resposta implica superar toda a teologia da retribuição, incapaz de responder à nova situação do povo, sem cair em absurdos. O povo estava vivendo uma nova experiência, e isso exigia uma nova forma de conceber Deus, o homem e as relações entre ambos.
Para conseguir sua intenção, o autor usa uma antiga lenda sobre a retribuição (1,1-2,13; 42,7-17), omitindo o final (42,7-17) e substituindo-o por uma série de debates que mostram o absurdo da teologia em voga, incapaz de atender à nova situação (3,1-42,6). Além de pretender condenar o homem para salvaguardar a justiça de Deus, essa teologia pode ser usada para condenar a Deus, a fim de salvaguardar a justiça do homem. Como sair desse impasse? A esta altura, percebemos que o livro de Jó é uma crítica de toda teologia que se pretenda definitiva e universal. Essa teologia pode se tornar um verdadeiro obstáculo para a própria experiência de Deus. E aqui o autor dá o seu recado: É preciso pensar a religião a partir da experiência de Deus e não de uma teoria a respeito dele.
Aspecto importante do livro é que Jó faz a sua experiência de Deus na pobreza e marginalização. Experiência que ultrapassa todas as explicações, tornando-se ponto de partida para uma nova história das relações entre os homens e deles com Deus. A confissão final de Jó - "Eu te conhecia só de ouvir. Agora, porém, meus olhos te vêem" (42,5) - é o ponto de chegada de todo o livro, transformando a vida do pobre em lugar da manifestação e experiência de Deus. A partir disso, podemos dizer que o livro de Jó é a proclamação de que somente o pobre é apto para fazer tal experiência e, por isso, é capaz de anunciar a presença e ação de Deus dentro da história.
O livro é um convite para nos libertar da prisão das idéias feitas e continuamente repetidas, a fim de entrar na trama da vida e da história, onde Deus se manifesta ao pobre e se dispõe a caminhar com ele para construir um mundo novo. Tal solidariedade de Deus se transforma em desafio: Estamos dispostos a abandonar nossas tradições teológicas para nos solidarizar com o pobre e fazer com ele a experiência de Deus?
INTRODUÇÃO À POESIA
Peço a eles que peguem um poema
e o segurem à luz
como um negativo colorido
ou que aproximem o ouvido contra sua colméia.
Digo jogue um rato dentro do poema
e observe-o procurar a saída,
ou caminhe na sala do poema
tocando as paredes à procura do interruptor.
Quero que eles esquiem
sobre as águas do poema
acenando para o nome do autor à margem.
Mas tudo o que querem
é amarrar o poema a uma cadeira
e torturá-lo até obter uma confissão.
Eles começam a bater nele com a mangueira
para descobrir o que ele realmente significa.
Todo aprendizado é digno de ser sofrido, toda conclusão deixa dúvida na introdução.
O fato é verídico, tato é perceptível, e onde houver ignorância estará a diferença entre os alunos bons e os alunos baratos.
NASCIMENTO VIRGINAL DO ETERNO FILHO DE DEUS
INTRODUÇÃO: Texto Bíblico principal: Mateus 1:1-25
1. O primeiro capítulo do livro de Mateus tem a finalidade de apresentar o Messias que deixou o Céu e veio nascer na Terra.
2. O primeiro capítulo de Mateus esclarece a natureza única, peculiar e exclusiva do menino que nasceu numa humilde estrebaria para ser o Salvador e Libertador de toda humanidade.
3. O primeiro capítulo de Mateus apresenta um Rei eterno, Divino e Majestoso Universalmente sendo motivado pelo amor a fim de salvar o mais terrível pecador.
I. JESUS COMO FILHO DO HOMEM DAVI POSSUI NATUREZA HUMANA – Mateus 1:1-17
A genealogia escrita por Mateus apresenta Jesus como filho do rei Davi, com direito ao reino (Mateus 1:1).
A genealogia apresenta Jesus como filho de Abraão, o descendente que abençoaria toda a terra (Mateus 1:1).
A genealogia mantém uma ordem importante, pois o Messias deveria se apresentar primeiramente como Rei, depois como Salvador (João 1:11-12).
II. JESUS COMO FILHO DE DEUS JEOVÁ POSSUI NATUREZA DIVINA – Mateus 1:18-25
O relato da concepção virginal pelo poder do Espírito Santo apresenta Jesus como Filho de Deus (Mateus 1:20).
O relato da concepção virginal pelo poder do Espírito Santo apresenta Jesus como o Emanuel, Deus conosco (Mateus 1:23).
O relato da concepção apresenta Jesus, o Verbo Eterno, o Divino Criador que dependeu de uma criatura para salvar Sua criação do pecado e suas consequencias (Mateus 1:21).
CONCLUSÃO:
1. JESUS é o homem-Deus, que teve um começo como humano; mas como divino jamais teve começo e nunca terá fim.
2. JESUS é o descendente da mulher (Gênesis 3:15), o Libertador divino-humano, que veio para resgatar a humanidade da tragédia do pecado.
3. JESUS é o único ser que legalmente tem condições de salvar o pecador, pois Ele é totalmente homem e totalmente Deus; e, sendo Deus, se fez homem para vencer no lugar da humanidade.
APELO:
1. JESUS veio para apresentar o amor e os planos divinos à humanidade: É importante que você os conheça.
2. JESUS veio para ser Rei e conquistar os pecadores do reino das trevas, para o reino da luz: É importante que você entenda isso.
3. JESUS veio resolver o problema do pecado na vida humana: É importante que você deixe de submeter-se ao pecado e submeta-se a Jesus. Pr. Heber Toth Armí
Préludio
Teus olhos
São um exercício prévio
Dá introdução e precisão na canção.
Preeminentes em cada nota
Sol bemol ou sol de verão
é polissilabo, policromia, plurilateral.
É também agonia, alegria, ventania em qualquer estação.
Mais ainda é prematuro, produtivo, inseguro é profusão.
É as flores de abril, fadados a desabrochar e predestinado a mim.
PRIMEIRA CARTA AOS TESSALONICENSES
FÉ, AMOR E ESPERANÇA
Introdução
Redigida em Corinto no inverno de 50-51, esta carta é o primeiro documento escrito do Novo Testamento e do cristianismo.
Atingido pela perseguição, Paulo teve que deixar às pressas a cidade de Filipos. Dirigiu-se a Tessalônica (At 16,19-40), grande cidade comercial e ponto de encontro para muitos pensadores e pregadores das mais diversas filosofias e religiões.
Paulo anuncia o Evangelho e forma aí um pequeno grupo. Mas, perseguido, tem que fugir (cf. At 17,1-10) e seu trabalho corre o risco de se esvaziar diante das inúmeras propostas dessa grande cidade. Então, de Atenas, ele envia seus colaboradores Timóteo e Silas para visitarem e trazerem notícias dessa comunidade perseguida. Timóteo e Silas encontram Paulo em Corinto. Ao receber deles a notícia de que a comunidade de Tessalônica continuava fervorosa e ativa, ele escreve esta carta para comunicar a sua alegria e estimular a perseverança da comunidade.
Nesta carta, Paulo também procura responder a algumas questões que preocupam a comunidade de Tessalônica. Uma é o problema da vinda gloriosa de Cristo. Os tessalonicenses pensavam que essa vinda se realizaria logo, e se perguntavam: Os que já morreram, será que não vão participar desse grande acontecimento? Paulo mostra que no fim da história, tanto os mortos como os vivos estarão reunidos para viverem sempre com Cristo ressuscitado. A esperança é para todos, e todos participarão da vitória de Cristo sobre o mal e sobre a morte.
O Apóstolo relembra que a vida cristã é espera ativa do Senhor. A espera, formada de fé e perseverança, leva a construir a comunidade no amor. Ela faz olhar para o alto e para o fim da história, mas também leva os fiéis a se empenharem com todos os outros homens nas realidades terrestres, como o respeito ao corpo e o trabalho. Uma espera que não deixa de reforçar a fidelidade ao Senhor, porque o céu nada mais será do que a plena manifestação da realidade que os cristãos já começam a viver no presente da história: a união com o Senhor para sempre.
TEXTOS RELEVANTES DESSA CARTA:
Pregamos o Evangelho a vocês trabalhando de noite e de dia, a fim de não sermos de peso para ninguém.
o Evangelho que pregamos não foi apresentado somente com palavras, mas com poder, com o Espírito Santo e com plena convicção. Vocês sabem o que fizemos entre vocês, para o bem de vocês mesmos.
Queríamos tanto bem a vocês, que estávamos prontos a dar-lhes não somente o Evangelho de Deus, mas até a nossa própria vida, de tanto que gostávamos de vocês.
Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, acreditamos também que aqueles que morreram em Jesus serão levados por Deus em sua companhia.
Deus nos achou dignos de confiar-nos o Evangelho, e assim o pregamos, não para agradar aos homens, mas a Deus, que sonda os nossos corações.
