Intenção
Livros abertos,livros fechados
A magia do viver
Neles manifestados
A maravilhosa intenção do dizer
Não basta apenas escrever
Quem que exteriorizar
Cada pedacinho do seu querer
Assim desejo amar
Todos os poetas
Que aqui vou descrever
São das palavras,profetas
Exímios sonhadores,vamos ver:
Jonas R. Sanches com sua forte inspiração
Jean Carlos De Andrade
Iluminando cada estrada com o coração
Trazendo a nobre verdade!
Com descrições acima da poesia
O poeta dos desenhos voadores
Reina Jakes Lano Caldas na fantasia
A sábia imaginação dos sonhadores!
Nasceu entre amigos um sábio,com a sabedoria
Critica,satiriza inventa,salta e vence
Chega sempre com brilho de poesia
Luciano Luíz Santos sempre nos convence!
Amilton Costa com sua interminável alegria
Nos contagia com coisas grandes e pequenas
Mostra-nos com sabedoria viver cada dia
Poeta consolador das almas serenas
E assim quero singelamente manifestar
Homenagem a esses poetas de ouro
Com todo orgulho declarar:
Vós sois nosso maior tesouro!
Ser afetuoso é sobre essência, não sobre intenção amorosa. Quem entende isso, enxerga o mundo com mais maturidade. Quem não entende… trava. Confundem carinho com paixão, confundem presença com desejo. E no medo de sentir, preferem se afastar do que aprender a amar de verdade.
Luz mínima, intenção máxima. Fotografar, pra mim, também é escolher o que permanece visível quando tudo ao redor se apaga. ISO alto.
As perseguições políticas e sociais que se fundamentam na intenção de silenciar a justiça feita a favor do povo, não têm qualificação, por isso, as lutas travadas em nome dos oprimidos, terão sempre um rosto.
"Plante se tens a intenção de cultivar. Em terra fértil, qualquer semeio pode fazer essa florescer ou se arruinar."
-Aline Lopes
"Muitas vezes encobrimos os olhos na intenção de enxergar com o coração. Assim, nossas percepções atingem alvos mais distantes e as respostas são mais bonitas."
-Aline Lopes
No princípio, o som não era som.
Era uma intenção tímida,
um arrepio do nada
suspeitando que poderia ser algo.
Então veio o ritmo —
não por desejo de música,
mas por saudade de ordem.
O caos teve inveja da simetria.
E dançou.
Deus ainda não era Deus.
Era apenas um ponto de interrogação
com vertigem de consciência.
Questionou-se. E isso foi luz.
Foi quando o tempo,
esse estagiário do eterno,
decidiu andar.
Um passo por dúvida,
dois por desejo,
e tropeçou — na matéria.
A primeira pedra?
Era um pensamento que esqueceu de ser leve.
A primeira árvore?
Uma ideia enraizada por engano.
O primeiro corpo?
Um gesto que ficou preso num espelho.
A carne não veio com manual,
mas veio com sono.
E o sono inventou o sonho,
só pra que o impossível tivesse um lugar onde ensaiar.
A mente surgiu tarde,
mas fez questão de parecer a autora.
Ela colecionou razões,
explicou a morte antes de entender a manhã,
escreveu manuais para sentimentos
que só se abriam com lágrimas.
Enquanto isso, o coração,
esse motor sem engrenagens,
continuava batendo como se soubesse de algo
que ninguém mais lembrava.
Veio o amor —
não por nobreza,
mas por falha no código da solidão.
Uma rachadura bem-vinda.
A gente se olhou,
e isso nos doeu.
Por isso continuamos.
Vieram as cidades.
Empilhamos medos e chamamos de prédios.
Cercamos a dúvida com concreto
e demos ao absurdo o nome de “rotina”.
Mas dentro, bem dentro,
sempre havia um pássaro —
não uma alma,
mas um instinto de verticalidade.
Você já sentiu isso?
A sensação de que esqueceram de te explicar o essencial,
mas mesmo assim você continua,
como quem sabe de um segredo
sem saber qual é?
Então, veio a poesia.
Não a que rima.
Mas a que lembra.
Veio para dizer que o invisível é real,
mas tímido.
Que o silêncio é uma linguagem antiga,
e que toda saudade é, na verdade, memória de algo
que ainda não aconteceu.
E é por isso que escrevo:
porque talvez alguém — você —
esteja à beira de se lembrar.
…o que chamamos de “eu”
é só uma assinatura mal lida,
rabiscada por um autor que escreve com luz
mas esqueceu as vogais.
Toda identidade, no fundo, é empréstimo.
Uma roupa vestida pela consciência
só pra ela poder brincar de “gente”.
Mas e se o nome que repetes todos os dias
não for teu verdadeiro nome,
mas o eco do chamado que ainda não respondeste?
E se teu rosto for apenas uma metáfora
que teus ancestrais esculpiram com medo de se perder?
E se você for mais próximo da dúvida do que da certeza?
Os deuses…
ah, esses velhos astros aposentados
que agora moram em memes e marketing —
eles não morreram.
Eles viraram neurotransmissores.
Marte é um pico de cortisol.
Afrodite, uma oxitocina bem colocada.
Hermes, um pensamento acelerado demais para dormir.
E você os invoca sem altar, sem saber.
Cada impulso teu
é um mito em versão beta.
Já percebeu?
O inconsciente é só o backstage onde o Real tira os sapatos.
Ali, o medo faz cafuné na tua coragem
e o amor veste a roupa da raiva só pra testar tua escuta.
E o tempo?
Ah, o tempo nunca andou pra frente.
Ele é circular,
como uma desculpa elegante que o universo encontrou
pra você rever suas lições com disfarces novos.
Por isso os encontros se repetem.
Por isso você sonha com coisas que não viveu.
Por isso certos olhares te dizem “voltei”
quando tudo ao redor insiste em “prazer, quem é você?”
Há uma memória antes da memória.
E é ela que este poeta tenta tocar.
Nossas boas obras, por nós mesmos, são manchadas pelo pecado, seja na intenção do coração, na pretensão oculta ou nos interesses egoístas (Is 64:6; Rm 3:10-12). Somente em Cristo, capacitados pelo Espírito Santo, podemos realizar boas obras que glorificam a Deus (Ef 2:10). Qual homem é capaz de ser sempre guiado pelo Espírito Santo? (Gl 5:17; Rm 7:18-19; Hb 4:15).
A intenção da poesia não é desnudar a alma do poeta, mas atingir com sensibilidade o espírito de quem a lê
A intenção é fundamental. Ter um propósito claro traz foco e energia, estando alinhado com seus objetivos e desejos.
“Ao pedir Reiki, a pessoa se abre interiormente e declara sua intenção de se libertar da causa de sua disfunção. Cabe a cada um querer melhorar.”
A nobreza com que proteges a natureza (não está mascarada) na suposta intenção e ou acusação dos fabricantes das crenças limitantes e manipulantes.
As fileiras nem (sempre) guardam a unidade com a eficácia de que se trata a real intenção da natureza.
Tudo brota até uma boa intenção, agora inserir combustão é, muita sacranagem, mas, se tiver àquele canto, se esbalde são.
Se estáis com a grama da formação e não sabes remover má intenção evite a sabedoria da distração o foco nem sempre é dos então.
