Inteligência
A inteligência por si só não Caminha sem a moral .
Sem a moral a inteligência é semelhante a um aleijado sem suas muletas.
A inteligência por si só é desonesta, egoísta, auto suficiente, corrupta, e obscena, mesmo diante de tanto conhecimento.
A inteligência é o mecanismo pelo qual o Homem consegue fazer uma leitura mais apurada do mundo que o cerca.
Quanto mais ele avança no que diz respeito ao conhecer, sua visão amplia-se para além das fronteiras que ultrapassam os caminhos do conhecimento.
Agora, o que ele irá ou não fazer com sua inteligência dependerá de sua perspicácia.
INTELIGÊNCIA, SABEDORIA E CONHECIMENTO.
Digamos que a inteligência possa ser comparada a uma lente de aumento.
Quanto maior é o seu poder de ampliação maior capacidade terá de interpretar um objeto.
O conhecimento é proporcional ao grau de inteligência do indivíduo.
Cada um enxergar o mundo através das lentes que possuí. Daí se origina as diversas interpretações sobre um mesmo assunto:
A vida e morte, o amor e ódio, os sentimentos e emoções, enfim, o mundo que nos cerca.
Ninguém está errado e nem totalmente certo, tudo é uma questão de perspectiva.
Já a sabedoria, transcende a inteligência e o conhecimento, não é algo que vem de fora para o homem, mas da " força que o espírito faz para se apoderar da verdade."
Digamos que a inteligência possa ser comparada a uma lente de aumento.
Quanto maior é o seu poder de ampliação maior capacidade terá de interpretar um objeto.
O conhecimento é proporcional ao grau de inteligência do indivíduo.
Cada um enxergar o mundo através das lentes que possuí.
Já a sabedoria, transcende a inteligência e o conhecimento, não é algo que vem de fora para o homem, mas da " força que o espírito faz para se apoderar da verdade."
A inteligência tem por dom o saber construir, mas sem a moral que adorna o ser, ela torna-se egoísta.
Sem a moral ela trabalha, mas por interesse próprio.
Os que inteligentemente se importaram com o todo, que seguiram firmes em seus propósitos de esclarecer e fazer o bem, colocando a humanidade em outro patamar do conhecimento, foram condenados a abjuga de suas teorias, e ainda a outras ultrajantes condições.
É uma total inversão de valores, que até hoje se ver nos meios sociais.
Ser inteligente é bom só quando agrada a maioria, devido aos interesses egoístas de muitos.
A Inteligência faz com o ser humano se adapte as mais diversas condições, e o contrário também é verdadeiro.
A Inteligência nos dá a capacidade de desatar o mais complexo dos nós, mas também nos dá o necessário para elaborar o Nó mais complexo de todos.
A inteligência da mente me fascina mais do que sorrisos bonitos, fico assustado com a escuridão do quarto ao acordar vejo a luz entrando pelas frestas das janelas, sinto que ela não é o bastante para iluminar minha face. É que prefiro passar a noite na escuridão para esconder meu rosto, do que viver na luz e revelar minhas lágrimas.
Um felizardo sonhou com a realização de um sonho: a “IA” (inteligência artificial) disponibilizou a máquina do tempo. Poderia escolher a data, mas somente para o passado, uma única vez e por apenas 5 minutos. Antes de acordar, ainda no sonho, se viu velhinho e que felizardo era literal, pois no balanço da sua vida a conclusão que foi feliz, pela oportunidade e privilegio dos iluminados 5 minutos.
Desafio, tanto para o ser humano ao longo dos milênios quanto agora para a ‘IA – Inteligência Artificial’, não é explorar o cosmos, as profundezas dos oceanos, as partículas atômicas, a genética molecular e bioquímica, mas sim entender, explicar e controlar: o amor!
O que eu acho sexy é ter inteligência emocional.
Ser modinha de rede social é no mínimo uma realidade longe de ser vivida.
É inteligência suprema, na fragilidade humana, despertar em tempo o objetivo de acumular riquezas espirituais como único valor que leva à Eternidade. Enquanto que, é admirado a inteligência racional, status quo da hipocrisia engrandecida pela sociedade, que escraviza o homem, cidadão honorário, às conquistas materiais q não poderão ser hipotecados como garantia da salvação da alma, tristemente, presenteada com a definitiva morte.
