Instantes

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⁠" Momentos...apenas instantes perdidos no tempo...silencio profundo...escolhas e arrependimentos...vagas certezas...incertezas...caminhos...encruzilhadas...começo...recomeço...ilusões...sonhos...espectativas...realidades...imperfeição...dualidades...contradições...profundidade...superficialidade...momentos...movimentos...direcionados ou sem direção...sem noção...confusão...tempo perdido...momento esquecido...momentos...vagos e confusos...abstratos...momentos...pinturas de um tempo...cores de um momento...pincel nas mãos confusas...pessoas sem estrutura...falta de caráter...momento...triste...momento..desolado...alienado...pelado...nudez de sentimento...atordoado...acabado...humilhado...momento...final."💥

Inserida por KadudaFreitas

Destes instantes que juntos estamos se conhecendo virtualmente

Não há tempo a economizar do amor da vida e da brisa do mar

Do aroma das lavandas flordejantes onde há

Amar é o sumo da vida que transcende a qualquer medida, possivelmente

Do tempo em que o amor se brotou como uma flor até a desventura do âmago da eternidade.

Inserida por matheushruiz

A Flor Sombria que Desperta na Fenda da Existência.

Há instantes em que a alma, surpreendida por um fulgor íntimo, compreende que a dor essa matéria austera e indomável não é apenas ruína, mas semente oculta em territórios onde a luz parece inapreensível. Nesse reconhecimento silencioso, o espírito percebe que o sofrimento, longe de ser mero martírio, opera como lapidário inexorável, desvelando zonas adormecidas da sensibilidade e convocando energias morais que, sem a fricção do padecimento, jamais emergiriam.

A angústia, quando atravessada com lucidez, gera uma espécie de clarividência crepuscular. Ela não redime por si mesma; contudo, instiga o sujeito a perscrutar regiões profundas do próprio ser, onde repousam conflitos ancestrais, expectativas mortas, culpas silenciosas e afetos soterrados. Nesse mergulho introspectivo, a consciência experimenta um choque ontológico: descobre que nenhuma dor é totalmente estéril quando o indivíduo se permite interpretá-la, enfrentá-la e integrá-la ao seu itinerário de aperfeiçoamento.

A dor, assim compreendida, não é finalidade, mas catalisadora. Ela convoca a renúncia do orgulho, a diluição das ilusões, a revisão dos apegos e a refundação das crenças que sustentam a identidade. Por vezes, aquele que sofre percebe que a existência não se estrutura sobre garantias, mas sobre travessias. A vida floresce precisamente no ponto em que o coração dilacerado renuncia ao desespero, mesmo que ainda sangrando, e aceita a possibilidade de uma nova tessitura interior.

O florescimento advindo da dor é discreto, quase clandestino. Ele se insinua no recolhimento, na maturação silenciosa, na sobriedade de quem já olhou o abismo sem ceder ao aniquilamento. A beleza desse processo não reside no sofrimento em si, mas na metamorfose ética que dele pode brotar: uma consciência mais compassiva, uma visão mais ampla do drama humano, uma humildade que não se submete à fragilidade, mas a transcende com extrema dignidade.

Assim, quando o espírito reconhece que algo vivo brota da zona sombria da experiência, não celebra a desventura, mas a capacidade humana de transmutar o indizível em significação. É nesse instante lúgubre e luminoso que a existência revela seu paradoxo mais profundo: o de permitir que, mesmo entre escombros emocionais, surja uma flor silenciosa, feita de resistência, entendimento e serenidade moral.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Sim existe amor de alma... amor de carne , amor de instantes ... amor que passa e vai embora ..amor que fica eternamente ...amor que multiplica , amor que corrói..amor que odeia tanto ..ou ama demais ..mais amor é amor em todas as línguas em todas as formas em todos os tons ...

Inserida por bebelia2000

⁠Somos poeira , somos vento ..que a vida sopra pra onde quer ... somos instantes , somos estrelas , fragmentos , pó, poeira..somos poesia , poema , somos vida , mas também esquecimento... somos tudo hoje..somos NADA amanhã ...tudo depende muito da importância que nos dão!

Inserida por bebelia2000

⁠As vezes eu queria ser o vento ...por alguns instantes tocar os seus lábios, beijar sua boca.. tocar o seu rosto ...e ir embora assobiando baixinho , baixinho eu te amo...eu te amo ...eu te amo...

Inserida por bebelia2000

⁠Um dia eu beijei sua boca com tanta vontade... toquei seu corpo por poucos instantes...mas sedenta de sede ... ansiava por ti .. sem que tu soubesses .. eu bebi da fonte , eu experimentei o toque da tua alma , da tua carne , desejei tanto isso que parecia um sonho . E vc feito anjo adormeceu nos meu braços..por um instante achei que fostes meu ... só que eu acordei no dia seguinte.. e do meu lado apenas saudade ...sussurrando teu nome..

Inserida por bebelia2000

⁠⁠"... nos instantes de volúpia quando, no êxtase do g0zo, o homem perde consciência do mundo exterior e, na expressão popular, "morre no outro". Isso significa que a morte e o amor têm uma estreita semelhança."

Inserida por MarcioAAC