Inspirado
Hoje acordei inspirado
Pois estou desejando um bom dia para a mulher que estou apaixonado
Para a mulher que mexeu com o meu coração
Mulher que é fogo, tempestade e paixão
Desejo que o seu dia seja de muita alegria
Pensando em mim para que você tenha um bom dia!
Hoje estou inspirado
Tô rimando urubu e meu loro
Você acha que sou poeta
Hááá.. poeta é meu ovo!
Se eu fosse poeta, pra você iria poetar
Poetando o dia inteiro... Toda hora sem parar;
Mas eu sou um cara esforçado
Palavras bonitas eu busco falar
Mas eu não tento ser poeta
Me desculpa te desapontar;
"Inspirado nos conceitos de Montesquieu sobre o equilíbrio das forças políticas. Todo poder precisa de freio"
O Jardim Interior: Uma Jornada Pessoal de Autoconhecimento e Transformação
(Inspirado por quem vive e aprende a cada instante)
Raízes da Existência
Ao refletir sobre minhas origens, percebo que cada ser abriga um terreno fecundo – um espaço repleto de memórias, emoções e aprendizados, muitos dos quais residem além da consciência imediata.
Não somos meramente os produtos de um passado fixo; somos, simultaneamente, artesãos do presente e do futuro.
Será que as cicatrizes do passado moldam nosso ser de forma irrevogável?
Embora as sombras da história deixem marcas duradouras, cada nova escolha nos permite revisitar e integrar o que foi esquecido – um trabalho contínuo, frequentemente auxiliado por momentos de reflexão (e, por vezes, apoio terapêutico).
Cultivo dos Pensamentos
Imagine a vida como um vasto jardim, onde selecionamos cuidadosamente as sementes a serem lançadas ao solo.
Em momentos íntimos, aprendi que semear afeição, empatia e curiosidade pode transformar relações e abrir novas perspectivas.
Nem toda semente, porém, surge da nossa vontade consciente, pois impulsos e conflitos internos podem emergir de recantos ocultos.
Será que o poder de transformar reside somente na nossa decisão consciente?
A verdade revela que, embora nossas escolhas informadas sejam fundamentais, é igualmente necessário explorar e compreender os aspectos submersos do inconsciente, permitindo que, ao serem integrados, desenhem um caminho mais autêntico.
A Dança com a Incerteza
A natureza ensina que nem todos os ventos sopram em favor dos nossos planos.
Em minha jornada, já me deparei com surpresas que alteraram o curso dos meus dias – momentos em que o inesperado se tornou professor.
Como manter o equilíbrio quando a vida se mostra tão imprevisível?
Ao aceitar a incerteza como parte integrante da existência e ao nos dispor a explorar os recantos desconhecidos do nosso eu, transformamos cada revés em oportunidade de amadurecimento e resiliência.
Renovação e Crescimento
Cada ciclo da natureza é uma lição sobre recomeços. Assim como podar um galho seco permite que novos brotos surjam, reconhecer e trabalhar os conflitos internos é crucial para o crescimento.
Em longas conversas com mentores e em momentos de autoanálise, descobri que até o solo mais infértil pode revelar um potencial surpreendente com o devido cuidado.
Será possível reinventar-se diante das adversidades?
Embora a transformação seja um processo gradual – permeado de recaídas e desafios –, a dedicação à autocompreensão e, quando necessário, o apoio de um terapeuta abrem caminhos para um florescimento verdadeiro.
O Despertar do Cuidador
Mais do que meros espectadores, somos responsáveis por cultivar o nosso universo interior.
Esse reconhecimento implica encarar as resistências e os recônditos do inconsciente, muitas vezes exigindo coragem para buscar auxílio quando necessário.
Como saber o momento certo de tomar as rédeas e, às vezes, pedir apoio?
Quando cada experiência – seja de dor ou de alegria – nos convida à aprendizagem, percebemos que assumir a responsabilidade pelo nosso crescimento é um ato de coragem e autenticidade, que pode florescer melhor com o suporte de quem compreende os meandros da mente.
A Jornada que Transforma
Ao final, somos simultaneamente o jardim, o jardineiro e o próprio ciclo que se renova. A verdadeira beleza da vida reside justamente na complexidade dos nossos ciclos, nos tropeços e nos triunfos que se entrelaçam de maneira surpreendente.
Existe um ponto final para a transformação?
Cada nova estação nos ensina que nosso potencial de mudança é infinito; ao converter desafios em pontes, construímos um futuro pleno e autêntico – uma viagem interior que, como disse Rilke, é a única que realmente vale a pena.
Marco Arawak
Sou um simples poeta com uma imaginação inquieta e realista, então, fico inspirado e imagino durante boa parte do meu dia, mas é durante à noite que a inspiração fica ainda mais forte, quando as minhas emoções e os meus instintos avivam os meus pensamentos, criando algumas cenas e versos na minha mente, sinceros e intensos
Tudo pode ser inspirador, entretanto, melhor será se eu puder encontrar vida, um esplendor de intensidade, uma simplicidade genuína, uma essência de muita naturalidade como um céu repleto de estrelas, a luz do luar sobre as folhas das árvores, deixando a natureza com uma aparência mais elegante, exaltando certos detalhes
E em sincronia com esta minha preferência poética, encontro em ti, bastante vitalidade, percebo que a tua sensualidade também possui hábitos noturnos e assim, permite que fiques mais à vontade, confiante, então, a tua presença consegue inspirar-me intensamente com tamanha facilidade, uma capacidade interessante que aguça a minha criatividade
Por consequência, nesta ocasião noturna, serás para mim, a poesia mais bela, arte que desperta o meu interesse de fazer uma leitura sem pressa das linhas suaves do teu corpo, cada trecho das tuas curvas, o que tem a dizer a expressão profunda e verdadeira dos teus olhos, a verdade da tua essência, que pode ser um sonho ou uma doce loucura e os beijos serem dados veemência.
Canto XI: O Eco do Cosmos e a Máscara do Tempo
Por Emanuel Bruno Andrade
Inspirado no Tomo II d’Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas (10 de Junho de 2026)
Rasga-se o céu do velho mundo não por raios de Júpiter ou tempestades de Baco, mas pelo ferro ardente que os homens inventaram. Em continentes distantes, os mísseis cruzam o firmamento como estrelas cadentes da morte, deixando atrás de si um rastro de sangue derramado, infraestruturas reduzidas a pó e corações permanentemente sobressaltados, destroçados pela perda cruel dos tempos e das vidas. O eco dessas explosões viaja pelo mar que Camões outrora cantou, batendo nas praias de uma pátria que assiste, impotente, ao luto do mundo.
Em Portugal, terra de brandos costumes e fados antigos, não reina a infâmia das bombas, mas sim uma guerra silenciosa e invisível: a consequência da inflação que corrói os lares, gerando uma fraqueza que se estende do bolso à alma, e uma preocupação constante que nubla o olhar do povo. Os tempos mudaram, e mudaram muito. As almas dos homens pedem agora um socorro urgente, um grito mudo que ecoa nas cidades e nos campos, enquanto noutros cantos do peito reina apenas a saudade daquela paz interior que parece ter partido sem aviso.
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", dissera o velho mestre. Mas hoje, o clamor é por abrigo na tempestade da existência.
À margem do caos, os pensantes — poetas, filósofos e loucos — falam alto. Erguem as vozes nas praças e nas redes da grande teia global, denunciando sem medo as feridas abertas dos amantes, os laços rompidos pela distância e a frieza de uma era hiperconectada, mas profundamente isolada. No Olimpo moderno, as Deusas já não descem à terra para guiar os navegadores. Guardam-se num código sigiloso, trancadas a sete chaves nos seus segredos mais íntimos, com medo da entrega total. Contudo, o sopro do céu não as esquece: eleva-as, coloca-as num plano sagrado, divino e intensamente desejado, onde a arte e a beleza permanecem puras, intocadas pela barbárie humana.
Na ágora da civilização, fervem as discórdias pelo tempo fora. São as razões discretas e solenes das políticas do método, encenadas numa democracia que se veste de gala, mas que surge mascarada pelo capitalismo feroz — aquela promessa idealizada onde cada cidadão deveria poder constituir a sua riqueza livremente, sem nunca prejudicar terceiros, mas que tantas vezes se perde na ganância. Cada político ergue-se como um artilheiro de contradições, disparando promessas falsas de um palanque de ilusões. Sob as suas ordens temerosas, correm logo os soldados da engrenagem social, marchando cegamente rumo ao desconhecido.
E enquanto a Terra sangra e se debate nas suas próprias amarras, o homem olha para cima. Numa audácia que faria empalidecer os marinheiros da Carreira da Índia, sobe o foguetão rumo à Lua! Os novos navegantes cruzam o éter, procuram conhecer Marte, decifrar os segredos de um cosmos infinito. É a eterna e desesperada procura da origem, a busca pelo primeiro sopro de vida no vazio estelar. Navegamos pelos oceanos de estrelas, estendendo as telas da inteligência e da tecnologia, com um único e supremo múnus: expandir a consciência humana e desvendar o infinito, sem nunca deixar que o próprio universo nos engula na sua imensidão escura.
Lisboa, 10 de Junho de 2026
Na fusão do traço, da palavra e do infinito.
E vejo o meu olhar
assim...
perdidamente inspirado
nesse encontro poético
do meu ser
com a paisagem outoniça
da Serra da Tiririca.
E vou caminhando
entre a Serra
e os meu versos ...
🖋@MiriamDaCosta
"É mais fácil amar o mundo do que amar o seu vizinho."
— Inspirado no pensamento de G. K. Chesterton
📖 1 João 3:16
"Há quem colecione aplausos, mas nunca encontre tranquilidade."
— Inspirado em Epicteto, filósofo grego
" 'Inspirado' no Fernando, 'criei' essa: 'Tudo vale a pena quando a pessoa não é pequena'. Eu disse pequena, de pequenez. Eu não disse baixinha, Hum!"
Texto Meu No.1004, Criado em 2021
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"O Evangelho que eu conheço, que eu prego e que eu amo não foi inspirado por Alguém que condenava pessoas, mas por Alguém que as restaurava. Jesus distribuía segundas chances com a mesma facilidade de um pai que distribui sorrisos a um filho - Basta lembrarmos de Madalena, de Zaqueu e de Pedro e aprender do exemplo que Ele mesmo deu quando os aceitou e lhes devolveu a benção da esperança.
Pregar o Evangelho ignorando que a graça de Deus reabilita e repara aquele que errou, que caiu ou que simplesmente foi enganado ao longo da vida é inútil se não assumirmos em nosso íntimo que as pessoas realmente podem mudar pela graça de Deus e pelo compromisso que o amor impõe, pois como pregou meu irmão Eduardo Silveira durante as férias de julho: JESUS TRANSFORMA!"
A explicação pra um homem inspirado pode ser a paixão vivida... Muitas das vezes por alguém, ou talvez somente pela vida!
