Infinito
Inutilmente
Irá anoitecer, este sol quente,
no mar frio e infinito do horizonte.
As aves candoras não mais cantarão,
e os lobos uivantes se calarão.
No silêncio da madrugada,
não farei além de mais nada,
a não ser te amar, e te amar vou viver te amando.
Com os mesmos desejos castos,
que te ofertam no altar dos altos.
Irei beber o teu sangue para que sejais o meu sangue, no pulsar de seu coração e no incomparável sabor de sua fertilização.
Inutilmente vou vivendo,
simplesmente,
com algo não sabido, porém, escondido em meu coração,
inutilmente.
Os ventos sopram o mar, o mar vai-se embora para o infinito, meu amor se abraça com o abismo, foi-se um amor que não soube amar.
A rima de minha poesia está nas palavras desarrumadas, na nobreza da espada nua e no vazio infinito da alma.
A brisa confidenciou que o horizonte desvenda o infinito, o que há de mais belo no universo, agita o mar e perfuma as flores, levanta a poeira e amanhece os amores, é o início e o fim aos gritos, escandalizando envergonhados mistérios entre montanhas inocentes e noites adornadas de estrelas.
O horizonte inventa o infinito,
Mas não homizia o sol.
Há lonjuras inalcansáveis do dourado,
Do dourado amanhecido de arrebol.
Mas o fulgor do mais bonito,
Está no infinito,
De um horizonte esquecido pelo sol.
E no horizonte os pássaros açambarcavam o infinito,
Como no beijo dos enamorados em plena lua de mel,
Nas delicadezas que se jogam ao léu,
No beijo enterno sonhado em um manuscrito.
O que tenho guardado dentro de mim é um labirinto infinito de sentimentos, tragédias, risos e poesia. Não queira conhecer se não sabe mergulhar fundo.
Nem todas as pessoas se identificarão com uma frase que lerem, cada pessoa é um universo infinito de crenças, emoções e pensamentos. É impossível satisfazer toda a adversidade que existe no mundo com apenas uma frase.
"Fluente"
Dia infinito. Rolé infinito.
Andando de bike o dia todo.
Bebendo cerva.
Fazendo os dois ao mermo tempo também.
Tô cansadão.
Mas benzão.
Peguei chuva voltando agora.
Chegando em casa meu corpo desaba.
Deságua...
O sangue bronze infinito mar-horizonte
A triste mortalidade que supera o seu poder
derrete-se diante da fúria, fúria que o dia perdura
Cuja a dor pode a cálida aragem de estio superar o meu amor
O destroços ataque dos exaustivos dias, noite dolorida seguida de madrugadas chorosas
Sólidas lagrimas são indevassáveis
portões do coração-aço poupam o tempo da ruína
Ó temível pensamento! Onde se esconderá?
A joia mais magnífica do gélido abraço do tempo
Quem promove a destruição de sua beleza
negra tinta possa resplandecer o meu amor.
Cansado de tudo isto, uma morte pacífica imploro por que não impeça que nasça tão destinado sofredor
E a virginal virtude rudemente pisoteada, erroneamente desgraçada, a força desarmada pelo vacilante, loucura controlada cativo na tenda à insanidade
afastaria o tempo ao morrer para não abandonar o meu amor
Viver sabendo da sua existência que a dor desatina no peito solidão pois que vivas e não demoras
Por Charlanes Oliviera Santos
Somente quando temos coragem suficiente para explorar a escuridão, descobrimos o poder infinito da nossa própria luz.
Sou como a brilhante estrela, que ilumina o céu dos corações, movendo-se rumo ao infinito, no espaço da Constelação Celeste de Deus!
Deus inundou meu espírito com a fortaleza da fé,com seu infinito amor fez brotar a esperança, com Sua Luz resplandeceu meu coração para que pudesse iluminar as vidas!
O universo é tão infinito em sua diversidade que se mostra extremamente simplório limitá-lo aos referenciais conhecidos, ou restringi-lo ao palpável e visível como se tudo o que se afasta disso fosse irreal. Diante do muito que não se sabe, o inexplorado pode ser no máximo improvável, ou seja: do que ainda não se tem as provas, o que não é o mesmo que “inexistente”. Em se tratando do incerto e do inusitado a dúvida será sempre a única opção inteligente. Reduzir-se toda a existência à microscópica dimensão cognitiva de nossa ciência não revela apenas excesso de pretensão: passa atestado de ignorância travestida de sapiência.
Resumir o homem ao seu universo visível não passa de uma grotesca simplificação do infinito por quem coloca um ponto no final do prólogo pra não se dar ao trabalho de ler o livro.
O universo é tão infinito em sua complexidade que se torna extremamente simplório limitá-lo aos referenciais conhecidos ou restringi-lo ao palpável e visível, como tudo o que se afasta disso devesse ser relegado à área do impossível e do irreal;
Se o universo é infinito, então nós estamos no céu, é só afastar pro lado.
_____Amor & Autoconhecimento_____
