Individualismo
Temo estarmos criando uma era de gente apática e egoísta. Que confunde amor próprio com ser orgulhoso e individualista. Que são tão cheias de si que não enxerguem o outro. Que convencem-se que demonstrar afeto é fraqueza e ser intenso é defeito, enquanto veem o superficial como normal e o amor como banal. Uma era que entendeu tudo errado.
A reflexão de hoje consiste na avaliação do comportamento humano, ele se alinha a conduta coletiva e fortalece o individualismo sentimental criando abismo moral e promovendo um futuro caos que se justifica ao prazer do momento.
a máscara, o isolamento social, tomaram conta de Mim,
dos Amigos, da Família, das Pessoas...
esqueceram que precisamos sermos Felizes....
foram tantas as conquistas :
globalização - capitalismo - poder - 8G
percebe-se que o próprio Homem
é o ser mais Letal do Universo...
O Individualismo e a Ganância, destroem uma Nação .. e
reduzem-se a Insignificância...
Se dedicássemos a sermos sempre melhores, construiríamos um lugar de paz e de contínua prosperidade. No entanto, se alguns continuarem com a falsa moralidade e o individualismo, permaneceremos como estamos.
A liberdade, então, é a soberania do indivíduo, e nunca o homem conhecerá a liberdade até que todo e cada indivíduo seja reconhecido como o único soberano legítimo de sua pessoa, tempo e propriedade, cada um vivendo e agindo às suas próprias custas.
Se for ajudar alguém, faça sem esperar nada em troca...
Você terá menos decepções e aborrecimentos durante a sua vida.
Você pode ser boa pessoa, mas não espere o mesmo das outras pessoas.
O mundo de uma forma geral é individualistas e poucos espaços sobram pra gratidão
No mundo inteiro existe aquele que luta por uma sociedade mais justa e democrática, e no mundo inteiro existe aquele que luta por uma sociedade mais desigual e individualista.
Vivemos em um tempo de imensa conexão, de profundas distâncias. As tecnologias nos aproximam fisicamente, mas, muitas vezes, nos afastam emocionalmente. Olhamos para telas com frequência, mas nem sempre enxergamos o outro com empatia e atenção.
O ritmo acelerado do mundo moderno nos empurra a correr atrás de resultados, mas poucas vezes nos convida a parar e refletir sobre o que realmente importa. Estamos cercados de informações, mas a verdadeira sabedoria parece cada vez mais rara aquela que vem do silêncio, da escuta e da compaixão.
Ainda assim, o mundo de hoje também é um convite: um chamado para sermos luz em meio ao caos, para cultivarmos a gentileza onde reina a indiferença, e para lembrarmos que o amor, o respeito e a esperança nunca saem de moda.
Talvez o maior desafio do nosso tempo seja esse: permanecer humano, sensível e presente, mesmo quando tudo ao redor nos empurra para a distração e o individualismo. E, se cada um fizer sua parte, o hoje ainda pode ser o começo de um amanhã melhor.
Quando me limito à cuidar apenas da minha pessoa, sou miserável; não por ser egoísta; por não perceber que, na verdade, o outro é a extensão de mim como ser que se constrói pelo meio em que vive, que é socialmente responsável pela forma que distribuo quem sou, que influencio quem me rodeia.
A interpretação do outro é a resolução do interesse em saber, ou não, de mim, o que eu quis expressar.
Pobre não gosta de trabalhar, precisa trabalhar e finge que gosta.
Rico não precisa trabalhar, e não gosta.
Pobre defende direitos de rico, por falta de consciência de classe.
O sistema fica cada vez mais precário e maravilhoso para o bilionário.
A verdadeira prosperidade só pode ser alcançada quando o interesse individual e o bem coletivo coexistirem de forma harmônica.
Sobre a Inteligência Artificial (IA) no Sentido Lato
Consegue transformar em ato a potência da criatividade e sensibilidade estética em uma linguagem única, que é própria de nós humanos e de cada um de nós como indivíduos? Isso é válido para qualquer obra, pois, se é de um humano, deve ser, por definição, humana e única, este aspecto sendo aquilo que deriva-se a partir do autoconhecimento do indivíduo, a partir das variáveis com valores determinados, o que o define como tal.
Se não consegue, não arrogue para si o nome dos grandes, pois, apesar de suas obras serem patrimônios da humanidade, eles próprios não o são. Assim, trazer tais obras para uma discussão vulgar sobre conteúdos vulgares não faz sentido. Se você, como parte da grande massa, não produz nada de verdadeiramente humano e único, cale-se! Pois o que você faz não está em discussão, isto é, as vossas obras são facilmente substituídas por IA.
Se o faz, você tem todo o direito de demarcar o nível de depuração e de aproximação com o sublime e o belo que a IA jamais pode ter. Dado que, as suas partes constituintes não são e não haverá de ser como a nossa, humanos e indivíduos.
