Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
CHAVE DA VIDA
Em tempos de crises, nos tempos mais difĂceis onde tudo parece escuro no mais breu dos sentidos. Quando a voz barganha no meios das pregas, quando o olhar se enche de lĂĄgrimas e os ouvidos atroa no ouvir de uma bela canção. Pode existir ausĂȘncia de pessoas e a falta de palavras. Mas nĂŁo faltarĂĄ o amor porque ele Ă© a chave da vida!
A sensação de impotĂȘncia se mostra mais forte, quando vocĂȘ ver a pessoa que ama falando com quem nĂŁo presta, fato!
SĂł quando eu puder trocar os olhares que meus olhos esperam dos seus
Sei que poderei sorrir ao te encontrar.
PauloRockCesar
Contando as horas, os minutos, e também os segundos para sua chegada...Oh, sorte! Sofrendo de saudades! Bom dia!
Carinhosamente, âDodoâ
DĂĄ-me o gosto de teus dons,
dessa sua esfera protetiva,
A pureza em ti sempre contida...
DĂĄ-me a honra de sempre vĂȘ-lo sorrir
permitindo-me assisti-lo como um eterno aprendiz.
NotĂĄvel simpatia!
Conquista espaço sem pedir licença...
Inocente servidor!
à tua chegada, me inclino à sua presença...
DĂĄ-me o gosto de vestir a tua cor,
Anjo meu!
A tua fala, que as vezes te atrapalha
cala a minha, eterno rebento, Salvador!
DĂĄ-me o teu perdĂŁo!
NĂŁo experimentei sequer um tempo ser vocĂȘ
tendo em vista, ainda assim, tĂȘ-lo sentido vivido um pouco de mim,
Eu, diante de ti, um carente de tudo sou.
Crava em mim a tua benção,
Ăntegro irmĂŁo!
Da tua natureza, provém a mais bela oração e
precede a de qualquer pregador.
- Porque nos prega testes querido e pequeno querubim, estando conosco desde sempre?
A tua sina, foi de ter nascido assim, eterna criança, emotiva e âEspecialâ
Poderia eu, ter sido assim...
Contador dos fatos e mero adivinhador do trĂąnsito das conversas.
Nos prova Ă paciĂȘncia e a quietude se esquiva de ti.
Nobre observador!
Quando da fonte partida
numa bela Marina veio atracar-se.
Fixou-se e, sustento aĂ estĂĄ.
Até do tempestuoso mar revolto que causa a agitação das marés.
Deus vos vĂȘ a todos.
DĂĄ-me sempre o gosto de sentir a tua marcante alegria,
pequenino confrade.
Meu gosto por ti vai além do além...
e para o além se estenderå.
Quando eu era jovem
Quando eu era jovem eu ouvia rumores de amores floridos, regados de beijos, encontros romùnticos, troca de olhares, noites abaixo do céu admirando as estrelas, cartas de amor perfumadas, jantares a luz de vela.
O tempo passa e a vida nos faz entender que o que parecia ser um filme romĂąntico, na verdade nĂŁo passa de ficção, longe do alcance das mĂŁos, como uma tela pintada com as mais lindas cores, intocĂĄveis e inacessĂveis, pois nĂŁo passa de uma linda tela de uma paisagem pintada a mĂŁo, imaginada por um artista sonhador de algum lugar que nem sequer existe.
O mundo te faz entender, de forma rĂspida, a olhar a vida de maneira menos emotiva e sensĂvel, levando com vocĂȘ, um pedaço de cada um que te feriu, como uma abelha que pica e deixa ali seu ferrĂŁo.
As feridas nĂŁo sĂŁo eternas, sĂŁo fisiologicamente "curĂĄveis", fecham com o tempo, mas a pele nunca mais Ă© a mesma apĂłs um trauma. Ficam as cicatrizes, essas sim sĂŁo eternas, uma forma de lembrar da dor que um dia te feriu e como o sistema imunolĂłgico te fazer resistente a esse corpo estranho chamado amor.
O Monte
Sentindo o frio na espinha,
O vento levemente sopra a face,
Os påssaros alvoroçados cantam,
Diante dos olhos, um foço de luz,
Um extenso vale molhado da névoa,
De cores, aroma e sabores...
Naquele monte escarpado,
Um tesouro Ă s escondidas,
Onde o sol não brilha, se pÔe...
Um interlĂșdio para reverenciar
Eu com minha alma em chamas,
Batimentos desalinhados,
VolĂșpia e simetria...
Tocando as pétalas desabrochadas,
A passo e passo, adentro ao vestĂbulo,
Desajuizado a explorar,
Desembainhado a dançar...
Abrandando os sussurros dos ventos,
OsculaçÔes abrasadas na cerviz,
Os pomos, belos e bem delineados,
Aprecio-os com devoção, contemplam o Ăden
Como eles, o colo embebido...
No enlace dos corpos, ofegantes,
os amantes entregam-se lascivamente,
sobre o outeiro, suspirando em brasas,
do sonho ao apogeu...
Ah, a natureza e sua beleza misteriosa...
As fĂmbrias a vascolejar
As borboletas a voar,
O deleite do poeta,
A moldura do artista...
Apego-me Ă s memĂłrias daquele Monte de VĂȘnus!
Por quĂȘ apenas podemos lamentar e chorar, por perdermos aqueles que mais amamos.
Por quĂȘ temos que repetir o erro, e culpar o amor?
Por quĂȘ fazemos tudo aquilo que nĂŁo querĂamos, para flor que amamos?
O amor, por quĂȘ, por quĂȘ, por quĂȘ...?
Por quĂȘ o adeus Ă© mais fĂĄcil de ser dito, do que o eu te amo?
Por quĂȘ o eu te amo, tem que ser uma mentira para o tolo?
Por quĂȘ o arrependimento, Ă© tĂŁo pesado.
Por quĂȘ nĂŁo voltamos atrĂĄs?
Por quĂȘ eu nĂŁo posso simplesmente, dizer que sinto sua falta?
Por quĂȘ nĂŁo podemos recomeçar?
O amor, por quĂȘ, por quĂȘ, por quĂȘ...?
Por quĂȘ tudo que amo, no fim nĂŁo floresce?
Por quĂȘ tudo que sinto, Ă© um vazio?
Por quĂȘ a unica vontade, Ă© a morte?
Porque tudo, Ă© uma mentira...
O tempo vem e passa, se escorre pro infinito. E numa fração tĂŁo pequena de existĂȘncia, tive a sorte de encontrar alguĂ©m que me dĂĄ sentido em viver, que me faz ver que o amor pode transcender a vida. De nĂłs dois, vejo que o tempo foi sĂł o cupido entre dois coraçÔes num universo tĂŁo vasto e bonito.
As estrelas brilham, encantando a noite. O sol nasce todos os dias, trazendo luz. O ar que respiro, me dĂĄ vida. .. Mas Ă© ao te ver que me sinto realmente encantado, vivo, iluminado. VocĂȘ Ă© minha inspiração diĂĄria.
Talvez num nĂvel mais profundo, nada de fato nos pertença. A imensa maioria das coisas que tentamos controlar ou possuir tendem a ser meras correntes de ilusĂŁo. Mas somos, nĂłs mesmos, âposseâ do Amor. Sair do papel de âproprietĂĄrio de ilusĂ”esâ para o de âpropriedade do Amorâ nĂŁo Ă© fĂĄcil nem indolor, mas talvez seja libertador.
