Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â "Se ainda vivo Ă© porque ainda te amo."
"Morre antes quem tem medo de viver."
"O desespero me faz acreditar no impossĂvel."
"Aquilo que nĂŁo soma nĂŁo hĂĄ de se fazer falta."
"Para muitos sobra egoĂsmo,
Para mim, faltou atenção".
"NĂŁo me importa saber tudo, quando tudo o que sei a maioria desconhece."
"Nunca pedi para que lembrastes meu nome...
apenas implorei para que nĂŁo me deixasse esquecer do seu."
â Pare de ver se aquela pessoa jĂĄ visualizou, jĂĄ respondeu ou estĂĄ online, no final vocĂȘ vai achar decepção onde procurava amor.
â Coitado do poeta....
Iludido como em seu poema
Seu poema!Se a julgar o
que jĂĄ tem escrito.
Coitado do poeta!
â Eu sĂł queria falar dessa saudade
existente nesse abismo sem fim.
Tornando meus dias ruins.
Pois isso nĂŁo Ă© sinĂŽnimo de amor,
senĂŁo antĂŽnimo de mim.
Roda um filme na cabeça,
fazendo que eu entorpeça.
Sentindo uma algema irreal.
Teu ego Ă© imoral,
e Ă© tĂŁo distante do meu ser.
Me vejo em guerra contra vocĂȘ,
jå com outro, me sinto em traição.
Essa é a minha condição,
minha ira,
minha sentença.
A mĂĄxima da abstinĂȘncia
que essa quĂmica pode me causar.
Teu sorriso,
tua voz,
teu olhar,
alteram meus cromossomos.
Assumo: sou sintomĂĄtica.
Desses instintos me tomo.
à bom te olhar nos olhos e ter a certeza de que tudo vai ficar bem, mergulhar no teu abraço para encontrar a paz e a convicção de estar vivendo um grande amor.
Aqui não é o Céu, não costure na alma a ilusão de desejos, coisas, sensaçÔes volåteis. Mas também não precisa ser o inferno.
Faça o melhor, conheça a vontade do Redentor. ELE pediu pouco.
Tem coragem de colocar -se na situação do seu semelhante? Doeu?
NĂŁo? Volte e reinicie o processo.
Caso contrĂĄrio vocĂȘ serĂĄ barrado na porta.
O Passarinho e a Lua
Dois amantes solitĂĄrios
Que em muito sĂŁo contrĂĄrios
Mas a pouca semelhança
Lhes soa como uma aliança.
Ora penso, como podes estar
Livre no céu a voar
Ou iluminando, um luar.
Mas aparecem sozinhos
Como podes tu passarinho,
Não ter alguém para amar?
Em tom suave ele me responde:
Ah como eu amo!
E a ti minha melodia deponde,
Canto pelo dia a minha solidĂŁo
E a noite com seu brilho ela corresponde.
Nos amamos desse jeito,
Respeitando nossas diferenças
Quem aprende a ser assim
Supera todas as desavenças
Pois quem ama de verdade
Aprende amar a liberdade.
Aqui no céu somos libertos
Dizes que no amor seremos incertos?
Mas em verdade que vos doa
Me responda caro humano,
Consegues amar alguém que voa?
âșLinda Estrela
NĂŁo estou conseguindo lidar
Sua ausĂȘncia estĂĄ me devorando
Meus lĂĄbios desejam te beijar
Meus pensamentos almejam te amar.
Tenho escrito tĂŁo pouco, linda
Tenho ficado tĂŁo cabisbaixo, sem vida
As estrelas perderam o seu brilho
Viver sem vocĂȘ perdeu o sentido
Desculpe se pareço submisso, abatido
Sinto apenas saudade de seu abraço,
De como era a vida sobre seu doce sorriso.
Linda, espero que esteja bem
NĂŁo irei procurĂĄ-la em outro corpo
Pois sei que jamais haverå alguém,
Que consiga me beijar como vocĂȘ
Que consiga invadir meus sonhos, apenas vocĂȘ
Que dirĂĄ palavras belas quando eu estiver prestes a chorar
Eu temo que nunca terei outra chance,
De abraçar um anjo, sentir seu aconchego.
Linda, viva feliz, pois Ă© merecedora
Tentarei viver sem ti, linda Olga
Flora, Aurora, Amora
Deixo neste pequeno papel, meu adeus
Adeus, amor meu,
Em te conhecer, agradecerei sempre a Deus.
âșEntardecer
Querida pombinha, abra sua janela
Estou aqui fora, na primavera
Veja, as flores estĂŁo voando, abra sua janela
Quero contemplar o seu sorriso, abra ela
Querida pombinha, que saudade que me deixou
Por onde vocĂȘ esteve por toda a minha vida?
Levou a minha tristeza embora
Para dar lugar a sua alegria.
Querida tulipa, desculpe pelas rosas
Tentarei conquistar seu coração de outro jeito
Mas tenho receio de me apaixonar mais, ora
VocĂȘ me enfeitiçou, tulipa, com certeza sonharei contigo
Em navios titĂąnicos me afundarei, em seu bel-prazer.
Ah, mal sabe o quanto desejo sentir seu aroma
Seu perfume, que minha mente tanto ama
Pudera eu ser capaz de explicar, o quanto eu quero
Como quero abraçå-la, beijå-la, torturå-la
Com vĂĄrios mimos, chamegos, em arrepios
Sua pele vibrando e vocĂȘ sussurrando
Chamando pelo meu nome, enquanto digo que te amo
Enquanto assistimos, lĂĄ de longe, o sol se pondo.
Entre o céu e seus olhos?
Escolheria aqueles que castanhos sĂŁo.
olhĂĄ-los-ia todos os dias, todo o dia.
Jamais me cansaria de tanta perfeição.
Dissera-me, vermelho Ă© a cor do amor.
Naquele momento, troquei-a para o castanho sem nenhum pudor.
Pudera eu...
Olhar para aqueles olhos sempre que desejar.
Mas posso olhar para o céu...
Admirar todo seu fascĂnio, o azul que de tĂŁo encantador.
Do castanho me faz lembrar.
Quisera eu, ter esse encanto todos os dias.
E aqueles que castanhos sĂŁo, me apaixonar sempre que puder.
Mas poder nĂŁo tenho...
Encontra-los-ei um dia, se Deus quiser.
CONFISSĂO
Confesso-te todos os meus pecados
Aqueles que cometo em teu nome
Pelas labaredas que consomem minha carne
Os anseios mais profundos
... arcaicos
mundanos.
Confesso-te guardar o cheiro da tua pele
Na boca, ainda o sabor da tua saliva
Na cerne o ardor das tuas ĂĄvidas mĂŁos
Na Ăąnsia que meu corpo te acolhe
No amor que a tudo assente.
Confesso-te meus poemas
Cada palavra bordada na estrofe
A razĂŁo... os porquĂȘs
Alforriada dos meus equĂvocos
Dos meus eus divididos
... pertencendo-te na totalidade
no desejo confesso
na poesia rendida
contida
em cada verso!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados)
SENTIR...
NĂŁo saberia dar nomes ao que sinto por ti
Ă um vivenciar arrebatado
Uma sangria desatada
Um querer alucinado
Uma Ăąnsia, um langor
... entorpecimento.
Quando a terra e o céu se tornam um só
Os planetas completam a rotação
E as estrelas explodem
Um irradiar de anos luz
De entregas Ăntegras
De silĂȘncios profundos
E gemidos gritantes.
NĂŁo meu bem
NĂŁo sei nomear o que sinto
Apenas consinto todo este sentir
Que nunca senti mais imenso
Como o amor que rogo por ti!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados)
SINCERIDADE
NĂŁo Ă© nada
Ou quase nada
Ainda nĂŁo sei.
Ă sĂł essa vontade de ti
De te beijar em silĂȘncio
Acariciar te o rosto
Como algo sagrado
Que se quer tocar
Mas teme.
Um desejo enorme
Quase infame
De adentrar pelas portas
Escancarar as comportas
E se render. ..
...sem caos algum
Sem explicaçÔes
Se doar
E que lĂĄ fora a vida siga seu curso.
Apenas um pensamento ambĂguo
Um querer bem
Mas nĂŁo Ă© nada
Ă quase nada
Sinceramente
Eu nĂŁo sei!
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados )
A falta que me fazes. ..
Faz me falta.
NĂŁo uma falta qualquer
Tenho por ti Ăąnsias de abstinĂȘncia ...
DĂłi me as entranhas
Desassossega me o ser
Convulsiona me a alma.
Ăs a visĂŁo que meu olhar almeja
O sabor pelo qual meu paladar saliva
A musicalidade perfeita à minha audição.
Ăs a razĂŁo das minhas filosofias
A cura para minhas manias
A tranquilidade para o meu ser.
Por tudo e por tanto, faz me falta
NĂŁo uma falta qualquer!
Tenho por ti Ăąnsias de abstinĂȘncia.
E quando nĂŁo vens
Sou sĂł solidĂŁo
Meu sol jĂĄ nĂŁo brilha
NĂŁo floresce a margarida
A lagarta nĂŁo metamorfoseia em borboleta
As estrelas nĂŁo cintilam no cosmo e o poeta nĂŁo transcreve o verso.
...Ăs todo meu universo!
EntĂŁo amor
Apressa te à correr para os meus braços
Para preencher meus abraços
Para tomar para si meus beijos de cereja
E curar me desta doença que é a saudade abismal que sinto de ti.
Elisa Salles
