Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Se ser volĂĄtil Ă© amar incondicionalmente nas premissas da loucura,
Sem saber o caminho correto a se seguir,
Seguirei volĂĄtil, etĂ©reo e apaixonada por vocĂȘ.
Vida Ă© a propriedade que caracteriza os organismos cuja existĂȘncia evolui do nascimento atĂ© a morte. Foi o maior presente que ganhei dos meus pais e de DEUS. Amanheceu que lindo mais um novo dia!
A VIDA
O maior presente que recebi
Não hå definição suficiente para definir
Junto todos os hĂĄbitos que desenvolvi
Desde o dia que me proporcionaram o ar sentir
Um coração que bate forte todos os dias no mesmo compasso
Mas se altera nas alegrias e nas tristezas, faz parte
RazĂŁo da nossa existĂȘncia entre altos e baixos, compreenda
Alma tĂŁo franca responde pelo nĂŁo entendido
EspĂrito que transcende as designaçÔes humanas, nĂŁo entendi
Superior, sem qualificação incapaz de informar
Relevantes passagens marcam nosso interior
Prazer com muito entusiasmo de viver quero sentir
Assinalar a vocação de amar, vou frisar
Tentar dar o melhor a minha parte farei
Por quem criei neste meio ambiente em que nasci
Plantas, animais, amigos, famĂlia, esposo e filhos
A amplitude nĂŁo se pode dimensionar
Não hå narração finita, apenas infinita, um dia saberei
Quem sabe? Quando nĂŁo mais existir?
Como explicar o maior presente que recebi
A VIDA
Cassia GuimarĂŁes
Lua de um Lobo
Tergiversei cada algo
Que se quer nĂŁo fosse vocĂȘ.
Alvejar teus atos estapafĂșrdios
Era inexorĂĄvel,
AdorĂĄvel.
A cada nosso momento
EstrambĂłtico,
Estrelava, em mim
O uivo de um lobo.
Lobo meu
Que adoravas em presença tua.
Chegamos até aqui tranquilos
NĂŁo tenhamos pressa sinta-se calma
Quero apreciar seu olhar afetuoso
Que brilha ternura refletindo entusiasmo
Uma delicia sentir esse seu jeito deleitoso
Esperamos tanto tempo por esse momento
Deixa-me tocĂĄ-la suavemente sua anatomia
Cobiço varias primaveras por esse instante
Anseio tracejar de beijos suas costas macia
E mesmo assim pra mim ainda nĂŁo Ă© o bastante.
Quero senti-la bem devagar milĂmetros da sua pele
Durante esse percurso embriagar com sua fragrĂąncia
E que essa ocasiĂŁo seja inesquecĂvel que se revele
Nós dois abraçando a eternidade como nossa estùncia
Enquanto nĂŁo chega o que almejamos pra nĂłs
Beija-me com seus beijos molhados que partilha
Gozemos da gente quero sentir prazer na sua voz
Arranque de mim meu vigor me prendendo na sua forquilha.
Tem horas em que a solidĂŁo grita tĂŁo alto, mas tĂŁo alto dentro de mim que chega a ser desesperador. E nĂŁo tem mĂșsica, filme, jogo, comida, cigarro que me faça parar de ouvir esses gritos tĂŁo altos.
Gritos que só incomodam aos meus ouvidos. Por mais altos que sejam ninguém os ouve além de mim.
Ă impossĂvel ignorĂĄ-los e quanto mais eu tento, mais altos e potentes eles se fazem.
Entre o desespero da solidĂŁo e a urgĂȘncia para calĂĄ-la, lembro de vocĂȘ. De todos os momentos bons, de todas as frases bonitas que eu ouvi e li, mas que nĂŁo foram suficientes para sustentar todo o sentimento que vocĂȘ criou em mim.
Eu nĂŁo te faço bem, vocĂȘ disse.
Tudo que eu queria era te fazer bem, como vocĂȘ me fez tĂŁo bem naqueles dias. Ă uma pena que eu nĂŁo tenha sido suficiente.
VocĂȘ calou a voz da solidĂŁo sem esforços mas hoje, olhe para nĂłs, o que sobrou foram sĂł destroços. Todos os momentos foram com o vento, era tudo "de momento" vocĂȘ nĂŁo me olha mais, vocĂȘ com certeza me deixou para traz. E eu te vendo na frente na esperança de um dia caminhar do teu lado.
Vivemos num mundo em que ideias são algo praticamente saturado, se não és capaz de criar uma estude história!
Case-se com alguém que faça teus dias interessantes e não entediantes. Felicidade não esta nos bens, mas no querer.
"Quando a aurora parou de ameaçar a manhã nasceu, assim como sua opinião: mudou como se nada fosse".
Culpa Ă© a atitude ou ausĂȘncia de atitude de que resulta, por ignorĂąncia ou descuido, dano, problema ou desastre para outrem. Se houver culpa peça desculpa se nĂŁo houver peça tambĂ©m, mas ninguĂ©m Ă© culpado sem que haja comprovação. E sem culpa vou descansar pois mereço tambĂ©m. Uma excelente noite a todos!
A CULPA
Desculpar é sublime, conclusÔes apressadas muitas vezes se enganam
Hå muitas interpretaçÔes, não julgue antes de conversar
Esclarecer sempre Ă© preciso antes de condenar
Ă necessĂĄrio ter a certeza, entĂŁo explanar
Se houver dĂșvidas se informar, vamos confirmar
Se nĂŁo existir Ă© muito pior, Ă© imprudente pode crer
Seja um ser iluminado, não hå culpa até que prove o contrårio
Desculpar é sublime, conclusÔes apressadas muitas vezes se enganam
Culpa pode causar um efeito lesivo
Pecar pela falta Ă© um grande delito
Se existir teremos que pagar, penas irĂŁo surgir
Faz parte deveras se realmente for condenado
AĂ nĂŁo hĂĄ saĂda, jĂĄ hĂĄ respostas concluĂdas
Por peritos muito bem informados
SĂł a eles cabem o discernimento para julgar
Desculpar é sublime, conclusÔes apressadas muitas vezes se enganam
IgnorĂąncia e descuido nĂŁo se deve ter
Não se faça omisso, o descaso machuca, se não é culpado
NecessĂĄrio Ă© admitir e nĂŁo ser negligente. SĂł hĂĄ ganhos se os fatos elucidar
O afeto com certeza voltaremos a conquistar e por fim os conflitos terminar
Desculpa por favor nĂŁo foi intencional, neste caso hĂĄ o perdĂŁo
Perdoa se eu tive Culpa. âTĂ PERDOADOâ
Cassia GuimarĂŁes
âCulpar Ă© muito fĂĄcil, nĂŁo seja apressado. O mais difĂcil Ă© desculpar. EntĂŁo peça desculpas e seja desculpadoâ.
CONSCIĂNCIA
Os problemas que passo
As profecias que penso
SĂŁo parte do que nem se quer sofri
Exitei tantas vezes
Em fazer diferente,
Tudo o que Ă© reprimido
Quando supernova
Demais demonstra
Faz machucar
Minha consciĂȘncia, minha memĂłria
Conhece o bom de amar, mas teima
Continua a errar e a exitar
Eis o medo de pedir perdĂŁo
Ajoelhar-se Ă© ato tĂŁo nobre
Que para mim deixou sua nobreza
Tornou-se cena de novela clichĂȘ
O que me resta Ă© nĂŁo fazer.
Se vi passar o tempo,
Vi que passa devagar quando sĂł
Sem amor tudo Ă© pior
E os joelhos exigem os chĂŁos
E a alma clama por misericĂłrdia
MedĂocre a consciĂȘncia que fez reis
e escravos dos sentimentos.
Aqueles que calculam
Esquecem que da humildade
Surge a divindade além das fronteiras da razão.
