Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

NĂŁo me distraio

Do nosso jardim.

Teço mil enredos,

Sublimes, enfim.

NĂŁo me culpo:

O desejo brotou

Bem imponente

Como um lĂ­rio.

Talvez seja delĂ­rio

Ou, apenas poesia.

NĂŁo me importo,

Registro em letras

Para que me leves,

E nunca me deixes.



Camponesa de alma,

E também de corpo,

VocĂȘ Ă© meu solo,

E eu a tua segurança,

Tenho a esperança

- da semente do amor

Que nĂŁo desiste

De brotar sereno,

E crescer contente.



NĂŁo me distraio de nĂłs,

Jamais!...

Semeio letras puras,

Versos incandescentes

Em busca dos beijos

- intermitentes -

Como um riacho em turbilhĂŁo

A tomar conta das pedras

Para amansar o teu coração.

Desvende-me em teu olhar,

Eis-me aqui para te contar:

Nos teus olhos celestes

Resolvi uma estrela buscar.



Surpresa doce e Ă­ntima,

Com o tom de revolução,

Por ti vivo a sorrir...,

Viraste a minha doce canção.



Entregue-se ao meu tocar,

Eis-me aqui para te amar:

Os nossos coraçÔes solares

Um dia hĂŁo de se reencontrar!...



Talvez no alto da montanha,

Ou na beira do mar;

Talvez, talvez, talvez...,

Quando a gente nĂŁo planejar.



Agarre-se a nossa glĂłria,

De escrever entre os beijos

A nossa histĂłria...,

Indizivelmente nossa.



Em salto e altura,

NĂŁo haverĂĄ queda livre,

Porque sinto-me tua;

Contigo estou segura.



NĂŁo vim parar Ă  toa,

Surpreendendo-te

No céu de (Bruges),

Em queda livre,

Libertando-te,

Pairando leve,

Envolvendo-te

Para que o teu coração

Nos faça (entregues).



Amar o amor faz parte

Da honra, da vida,

Da poesia e da arte;

Da nossa ida

Pensando na volta;

O amor abriu a porta...

Toco o céu com a mão

Com tanta inspiração...,

E tĂŁo puro contentamento

Vou ao sabor do vento

Em busca de alento...



Alma forte como [ventania,

Assim Ă© a alma austrĂ­aca.

Alma leve que rodopia...,

Ao som da valsa Ă© [alegria.



Artesã da palavra poética,

FilĂłsofa do tempo poema,

Amante de vida em expansĂŁo,

Escrevendo a poesia prĂłpria,

Cheia de paixĂŁo e sentimento.



Alma forte tĂŁo [alpina,

Assim Ă© a alma austrĂ­aca,

Alma doce que fascina...,

De um acorde que [harmoniza.



Sabe ser feliz ao seu jeito,

Como poesia que [valsa

Talvez nĂŁo tĂŁo perfeito,

Mas amor nĂŁo faz [falta].

Os teus lĂĄbios sedutores

Por eles morro de amores

TĂŁo lindos e doces lĂĄbios

De todos os lĂĄbios que ousei

TĂŁo meus e rĂłseos lĂĄbios

Os lĂĄbios que por eles pequei.



Ah!... esses lĂĄbios rĂłseos

TĂŁo lindos e repletos de sol

Por eles esqueço do mundo

Vejo no céu os tons mais flóreos

Todos por esses lĂĄbios de sol

Dourados e etéreos låbios...



Os meus lĂĄbios pecadores

Pelos teus lĂĄbios morrem de amores

TĂŁo ternos e repletos lĂĄbios de calor

Se eu ficar com os teus lĂĄbios

Juro, que eu sou capaz de viver

Somente de amor - e nada mais!...

Como o Sol existe para o dia,

VocĂȘ existe dentro de mim,

VocĂȘ me seduz do alto,

Como um navio que navega

Sobre a poesia,


Nada passa a vontade

[nada sublima].



A mudez e a nudez,

Falam mais do que mil

[imagens].

Tanto uma quanto a outra

Insinuam mil miragens...

Como o vento persuade

as ondas do mar,

vocĂȘ existe para mim.



A tua [voz,

A tua [face,

A tua [mĂŁo,

A tua [presença,

Todas juntas sĂŁo sugestivas

Inda de mãos dadas com as lembranças.



Guardo-te como a terra prometida,

Até na memória a tua carícia

Tem o poder de deixar-me entorpecida,

HĂĄ um jardim aqui que guarda

A tua rosa mĂ­stica [rĂłsea],

E uma intenção infinita,

Eis uma malĂ­cia definida

Repleta de uma vontade bendita...

Eu deixo vocĂȘ ir embora,

O tempo sabe a hora,

- se nĂŁo for de verdade,

VocĂȘ jĂĄ pode ir agora,

Quero um aconchego

Com sabor de sossego,

- se Ă© amor de verdade,

Enfrento até o medo.

Quando se ama, se divide

Até o maior segredo,

- se vocĂȘ Ă© anjo que caiu do cĂ©u,

No meu colo

Eu te recebo.

Tenho em mim a alma

De todos os continentes,

- o meu espĂ­rito Ă© cigano

O cigano sĂł muda de lugar,

Mas o amor sempre

Leva com ele.

O amor quando acontece

É o maior dos presentes.

Talvez vocĂȘ nĂŁo conheceu o caminho

Do amor e da afeição,

- o amor quando acontece

Tem a paciĂȘncia que sĂł vem do coração.

Se Ă© amor de verdade, nĂŁo corremos perigo;

- quero te amar até na tempestade,

E também ser o teu ninho.

O amor segue os nossos passos,

- sem escravizar um ao outro,

Eu ocupo os teus sonhos,

E vocĂȘ os meus planos.

Conheça um pouco mais

Desse espĂ­rito crĂ­tico,

- amor sublime, amor....

tenha juĂ­zo, por favor!

Eu te observo desde de sempre, e ainda quero

Acreditar que vocĂȘ existe amor!

Esse sorriso quando sorri Ă© para tentar

Transformar esse mundo sombrio,

Mas nĂŁo significa que ele

Não te pertença,

Sou tua caça, e ser tua

Caçadora bem atenta.

Um anjo que brinca entre as nuvens,

Seduz, envolve,provoca e reluz,

É como um demînio que seduz,

Um anjo brincando entre as nuvens...



Sim, Ă© nesse esconde-esconde o anjo

Segue furtivamente te surpreendendo

Entre poemas e beijos alados...

Batendo as asas e dando cambalhotas,

E escrevendo os desejos mais safados...



Destemidamente levando os teus beijos

Com as mĂŁos, elevando aos recantos

Mais recĂŽnditos e cĂŽnscios...

Provocando mil miragens entre as nuvens...



Um anjo meio demĂŽnio, um demĂŽnio que Ă©

Um anjo: sou eu ocupando os teus sonhos,

Ainda incĂłgnito e suspenso nos jardins

Dos teus mais altos desejos

- sou o teu anjo -

O mais lindo e supremo encanto.



Decidi sacudir e tirar-te do teu canto,

Soprar no teu ouvido o desafio mais vadio...

Agora, o teu coração não serå mais erradio;

O amor com destino certo, eu sou o teu caminho.

Acho que vocĂȘ nĂŁo se atentou,

Que a nossa alquimia Ă© intensa,

SĂł vou dormir quando vocĂȘ,

Me libera um beijo para que ele

Chegue do jeito que eu permitir...



Querendo saber de vocĂȘ, curiosa

Pergunto como vocĂȘ passou o dia,

E escrevendo tudo sobre nĂłs dois,

Faço versos que a poesia espera,

Somos de nĂłs dois e temos um Ăłtimo

Motivo para sorrir...



Tenho um plano além da amizade,

HĂĄ uma certeza e uma vontade

De juntos não darmos mais espaço

Para a saudade - esse Ă© o meu

Jeito de te esperar de verdade.



Às vezes tenho medo

Que vocĂȘ me esqueça,

Por isso escrevo versos intimistas

Para que eu não saia da tua cabeça;

Que chegue logo o real dia,

Que vocĂȘ virĂĄ

Para que a gente se aqueça

Até a hora que a noite adormeça.

NĂŁo que vocĂȘ

não mereça

eu te querer,

VocĂȘ em pouco

tempo povoou

a minha fantasia

Elevando a minha

vaidade feminina.



NĂŁo posso ficar

onde sei que nĂŁo

tenho como

emocionalmente

sustentar;

NĂŁo preciso

prever o futuro

porque sei que

entre nĂłs tem

tudo para dar errado.



O amor pede de nĂłs

profundos cuidados,

Da forma que vocĂȘ

estĂĄ acostumado,

NĂŁo sou eu Ă© que

farei impossĂ­vel

para te modificar.



NĂŁo, nĂŁo hĂĄ nada

de errado comigo,

E nem contigo;

Apenas temos

expectativas

diferentes,

SĂł nĂŁo quero

colocar o meu

coração mais

sob o teu perigo.

Cruzou uma

borboleta

amarela,

e entre meus

seios repousou;

o rumo tomou

e algo inspirou

que o amor

estarĂĄ surgindo.



NĂŁo perco

o meu olhar

sobre vocĂȘ,

e por ti nĂŁo

irei deixar

de esperar.



Fui plantar

as rosas

do destino

para quando

a vida

nos colocar

no mesmo

caminho.



Longe irei,

se precisar

com a condição

de nĂŁo deixar

o amor se perder,

e eu nĂŁo voltar.

No silĂȘncio desta

noite nos prevejo

no giro do carrousel

dos teus abraços

e adorando os seus

beijos no melado

doce dos teus lĂĄbios.



Na galĂĄxia dos teus

olhos profundos

navego ao ponto

de perder horas a fio

nos teus castanhos

e sublimes mistérios

de nossos desidérios.



É a lembrança do

que nĂŁo vivemos,

porém sentimos

como jĂĄ nĂłs nos

conhecĂȘssemos,

e silenciosamente

nos pertencemos.



De maneira mĂ­stica

a sua presença

e a ausĂȘncia capto

como estivesse diante

das minhas vistas,

Não fazes nem idéia

de cada sonho que

venho embalando

e reinaugurando

o Ano Novo a todo

o romĂąntico instante.



A verdade nĂłs dois

sabemos o quĂȘ jĂĄ

estĂĄ escrito sobre

tudo aquilo que

nos faz a cada

dia mais unidos

e mais absolutos.

A praia pode
estar deserta,
VocĂȘ nunca
estarĂĄ sozinho,
No coração
sou presença
que nĂŁo
se ausenta
nem quando
o olhar
se distancia.

Eia a indecĂȘncia
que te aquece
como o sol,
aos teus lĂĄbios
Ă© sal e oceano
que te intensa!...

O silĂȘncio Ă©
a proposital
forma de
trazer a tona
o que arrepia,
e para vocĂȘ:
sou o sublime,
o apelo,
o que levita
e a tua fantasia.

NĂŁo nos

conhecemos,

E como

conhecidos

fĂŽssemos,

Tu me trazes

para ti abrindo

espaços,

Com esse

jeito atrevido

Forte como

um raio,

Intenso como

um oceano

E com uma

pele igual

ao sol

acendendo

o amanhecer

caribenho.



Sem dar

chance de

pensar nas

consequĂȘncias,

E de surpresa

me levou

para um

rumo impensĂĄvel

ao paraĂ­so

e impenetrĂĄvel.



O teu carisma

apaixonante

me fez absoluta

e rendida,

Ao permitir

escrever em ti

um ousado

poema sobre

o teu corpo

que Ă© um em si,

Reconheço-me

mĂĄgica e divina,

e celebrante

do incontĂĄvel,

Assim me vejo

nas mĂŁos

do imensurĂĄvel

sob o jugo sedutor

deste teu calor.

Apreende na tua

sede os teus

lĂĄbios aos meus.



Porque nĂŁo

sei nem por

onde começar...



Apreende na tua

fome o meu

corpo ao teu.



Porque longe

de mim

querer me

salvar de ti.



Apreende o meu

peito bem

unido ao teu.



Em ti nĂŁo

serei mais eu,

seremos

o infinito.

Entre as passagens,

repletos de esperas,

os olhares se moveram

como bailam os planetas,

eles se reencontraram

para acertar os ponteiros,

os aromas dos entremeios

entre perfumes e a plateia,

como fĂŽssemos cometas,

para fugir da alcateia,

e abrir novos caminhos.



Navegar nos teus olhos

me fez outra pessoa,

das esferas dos anseios

tu me viste e veio

com poéticos enleios.



Atração irreversível

dos coraçÔes a aurora,

paixĂŁo irrepreensĂ­vel.



Meu espĂ­rito a gosto,

nas mĂŁos de novembro

bem naquele momento

que o mundo parou,

a tua pele me arrepiou.



Encanto irremediĂĄvel

das histĂłrias o poente,

paixĂŁo incontrolĂĄvel.



Por nĂłs tu interveio,

porque sabes de mim

e do tĂ­mido silĂȘncio.



Ainda nĂŁo tivemos,

nem a glĂłria do tempo,

entrecruzadas passagens:

dĂĄdivas do bom amor,

vocĂȘ me disse e repetiu:

- VocĂȘ tem valor!

SĂł o tempo irĂĄ dizer

se sou eu o teu amor.

Gire com força a roda do destino,

Vire a pågina com determinação,

Segue com coragem e valentia,

Admire o horizonte e a paisagem;

Torna o teu peito mansa paragem.



Cuide bem do teu coração,

Ele nasceu doce e perfeito...,

O outro amor nĂŁo teve jeito,

O novo virĂĄ sem nenhum freio.



Dizer que amor menor existe:

- É uma enorme (covardia)!

Sorria se o amor se deu por findado,

Nenhum amor Ă© (errado),

SĂł porque nĂŁo foi correspondido;

Ele te deu Ă© uma nova chance

Para que venha o amor infinito.



Trace um trajeto para o amor,

Ele precisa conhecer o teu candor.

Tire o passado do teu peito,

Assim o novo amor ganharĂĄ jeito.

NĂŁo brinque com o meu fogo,

Sei brincar com a tua fantasia,

NĂŁo intente com o meu juĂ­zo,

Sei assumir com a grandeza

De ser diferente: sou poesia.



NĂŁo evite os meus beijos,

Sei buscar o melhor de ti,

NĂŁo invente [escapar...,

Sei farejar-te e irei atrĂĄs

Do aroma que eu senti.





NĂŁo disperso o desejo,

Sei salsear com a tua alegria

NĂŁo experimente esquecer,

Sei abraçar-te com jeito

De causar toda a energia.



No meu corpo tenho a sina,

Serei a tua sublime alcova,

Sou muito mais [alma

Do que vocĂȘ imagina:

Sou a loucura que fascina.



Sou gemido, sussurro e grito,

O incĂȘndio mais elevado.

Eia, vulcĂŁo atrevido!

O meu corpo bem macio

É que te faz ainda menino.



Danço e rasgo o verbo,

A liberdade que me deste,

Peguei como um [laço,

Abraço com a vontade

De ter qualquer possibilidade.



Darei o meu melhor riso,

O meu inefĂĄvel paraĂ­so,

A liberdade que recebi;

O teu corpo terei a qualquer custo,

Na intensidade que me [atrevi].

⁠Boa tarde, é quase Natal!
Que nada te impeça
de se ficar em paz com
si mesmo se reconciliando
mesmo com aquele que
nĂŁo te permite diĂĄlogo,
a oração é a chave desta
e de qualquer situação.

⁠Eu espero por vocĂȘ
como o cair da noite
segue ansioso
pela companhia das estrelas.

⁠Não sei por onde começar,
mas sĂł sei que o carinho
serĂĄ o inĂ­cio de tudo.