Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Gasto horas imaginando
Como poderia ser
Um amor legitimo
Entre mim e ninguém
Fantasio sobre o corpo
Analiso como seria seu rosto de perfil
Logo lembro que não sou de fazer perfil de ninguém (Amém!)
Que tipo de cara sou eu?
Ela me perguntou: "Quantos tipos de drogas
alguĂ©m como vocĂȘ, jĂĄ usou?"
Ousei amar
Ousei odiar
Expulso do jardim do Ăden
JĂĄ nĂŁo espero (sinceramente) mais nada
De minhas namoradas
â Eu nunca amei ninguĂ©m,
mas jĂĄ escrevi sobre amor.
Fingia que sentia, escrevia pra quem?
Se nem eu entendia o meu interior.
Faz um tempo que eu nĂŁo entendo,
TĂĄ difĂcil entender.
Até meus hobbies são passageiros,
Eu nĂŁo sei o que fazer.
Eu jĂĄ escrevi sobre amor,
Mas agora os meus sentimentos sĂŁo verdadeiros
Hoje sinto um sentimento tĂŁo forte,
Aquele vazio que arde e machuca o peito.
â dizem que o amor nunca te decepciona
dizem que o amor nunca vai esquecer de vocĂȘ
entĂŁo eu estou tentando me reencontrar com o amor prĂłprio que um dia eu senti
a intenção é nunca esquecer do amor
mas o processo de amar a si mesmo Ă© doloroso
mas se eu soubesse também que os meus motivos para não me amar fossem profundamente dolorosos
eu escreveria uma mĂșsica para o passado com o nome o amor nĂŁo te tortura
mas se eu soubesse tambĂ©m que a linha tĂȘnue entre amor e Ăłdio fosse uma desculpa
eu nunca me permitiria sentir medo das minhas angĂșstias
ainda bem que eu posso ser inconstante sem arrependimentos
pois eu estou em constante passagem pelo processo de metamorfose
eu nunca disse mas o propĂłsito Ă© partir a cada dia
para enfim me libertar de todos os casulos que me prendem
ainda bem que eu estou em constante passagem pelo processo de metamorfose
então estou deixando no pretérito todas as minhas inseguranças
pois a inquietude do amor me convenceu disso
quando me disse que eu precisava escrever uma carta sobre amor para mim mesma
(entĂŁo eu termino o epĂlogo desse monĂłlogo com uma declaração de amor para vocĂȘ)
(entĂŁo eu te provoco a escrever uma carta sobre amor para sim mesmo)
O amor
O amor seria como sinceras palavras nĂŁo ditas
O amor seria como cada folha de uma ĂĄrvore que a cada segundo vai-se a cair
O amor seria como pequenas atitudes vindas de tal
O amor seria como aquele finalzinho de tarde no qual tanto esperamos
O amor seria como o tempo que a cada segundo se permitisse a se passar
O amor seria como uma rosa
Pequena, delicada, Ă s vezes machuca, mas a sensação de admirĂĄ-la e senti-la sĂŁo Ășnicas.
â AtĂ© quando?
Viverei num amor de migalhas?
Terei que entregar meus amores em outros braços,
Outros corres,
E assim também corro de mim,
Na ilusão de alguém que não amo,
Inutilmente tento fugir da dor,
Mas, se alastra no peito,
No pensamento,
No desespero,
De querer tu amorosamente sĂł pra mim.
Vc Ă© a estrelinha mais bela
da minha constelação
Ă a flor mais linda do meu Jardim
à o amor mais belo do coração
â€ïžAylaâ€ïž
â Um amor inacabado
que nĂŁo ouve conclusĂŁo
Te vejo tĂŁo calado
seguindo em uma nova direção
Tenho um trecho guardado
De uma escrita que eu te fiz
Que no olhar, foi gravado
Um Sorriso largado
Que me encanta
o coração
CadĂȘ aquele amor que eu quiz
Me diz oq que foi que eu fiz
HĂĄ distĂąncia tĂĄ tĂŁo ruim pra mim
NĂŁo me diz que eo fim
Palavras que nĂŁo foram ditas
Mensagem nunca foram escritas
Nossa histĂłria nunca foi resolvida
Me parece um fim ....
â Tenho vivido o tempo das intensidades.
Entrego-me ao amor de forma plena.
JĂĄ nĂŁo aceito ser amado de forma superficial...
â Ă esse amor tĂŁo puro, que os animais nos dedicam, que ainda faz valer a pena, que nos motiva a querer ser a cada dia melhores.
â - Quando me disseram, o amor Ă© difĂcil de se demonstrar?
- Estar disponĂvel Ă© um bom começo!
- E o eu te amo?
- SĂł para os fortes!
Eu nĂŁo sabia o quanto eu podia realmente amar atĂ© conhecer vocĂȘ. E esse amor continua crescendo todo dia.
A ausĂȘncia de amor promove Ă s açÔes pecaminosas e feri em primeiro lugar o amor de Deus e ao prĂłximo. Mesmo que alguĂ©m envolvido em pecados graves, tente parecer feliz por fora, internamente Ă© infeliz, vive uma espĂ©cie de morte interior.
