Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Amor Ă© viver,
Viver Ă© amar,
Cada suspiro Ă© um encanto,
Que nos faz sonhar.
Sinta e viva intensamente,
Sem pensar no que virĂĄ,
Pois o agora Ă© o que importa,
Ă onde a vida estĂĄ.
Ame como nunca antes,
Com o coração a pulsar,
Cada gesto, cada toque,
Ă um convite para amar.
Viva sem medo ou receio,
Pois o amanhĂŁ pode esperar,
O hoje Ă© a nossa essĂȘncia,
Ă o que nos faz respirar.
Amar Ă© o nosso destino,
Viver Ă© o que nos faz ser,
Siga o amor com coragem,
E deixe o coração entender.
â NĂO Ă ADEUS NEM UM ATĂ LOGO
O amor, um rio que corre sem cessar,
Em meu peito, a correnteza a te buscar.
Mas a maré, ela muda, o curso se altera,
E a força que me guia, agora se desfaz.
NĂŁo te abandonei, nĂŁo te esqueci,
A admiração, em meu ser, ainda reside.
O sentimento, forte e intenso, persiste,
Mas a distĂąncia, a sombra, me impede de seguir.
Não é um adeus, nem um até logo, não,
Palavras falham, a dor me consome em vĂŁo.
Um silĂȘncio, um vazio, um turbilhĂŁo de emoçÔes,
Um amor que se apaga, em meio a confusÔes.
Ainda te amo, sim, Ă© verdade,
Mas a realidade, cruel, me mostra a realidade.
O que eu queria que fosse meu, agora é só lembrança,
Um sonho que se esvai, em melancolia e dança.
Então, me despeço, sem palavras, sem adeus,
Com o coração em prantos e a alma em silĂȘncio.
A saudade, uma ferida que nunca cicatriza,
Um amor que se foi, e a vida que se fossiliza.
@ANDERSON1ANTONIO
A graça sĂł pode se manifestar em quem foi quebrantado pelo amor de Deus e tornou-se humilde o suficiente para compreender que a nossa força e capacidade vĂȘm Dele e nĂŁo de nĂłs.
â "Uma esposa Ă© mais que uma companheira; ela Ă© o alicerce de força, amor e sabedoria que transforma uma casa em um lar."
Amor Ă© a palavra que vem em minha mente quando penso em vocĂȘâ .
Te amar foi a melhor escolha que jĂĄ fiz, e a pior escolha, foi todas as vezes que errei com vocĂȘ...
â O Amor Que Renasce
Ah, que o mundo nĂŁo seja o fim do amor,
Nem da esperança que pulsa em nós,
Que o sofrer nĂŁo cale a doce voz
De quem insiste em crer na flor.
Se a paz não é amor, que seja o começo,
De um renascer que cura a dor,
Pois quem se fecha ao fogo e ao calor,
Perde no peito o Ășnico endereço.
Amar Ă© querer, Ă© ousar sentir,
Ă cair nas ĂĄguas e aprender a nadar,
Ă errar, mas nunca desistir,
Que o amor renasce em seu bailar,
Pois mesmo que a dor parece persistir,
Ă no amor que a vida volta a brilhar.
â O Peso de Amar Demais
Dizes que ama e cuida, com devoção,
Mas quem carrega esse amor na mĂŁo?
Se ao outro nega o espaço e o ar,
Que tipo de amor estĂĄ a oferecer?
Ă belo querer bem, querer sempre perto,
Mas o amor precisa de um campo aberto.
Ele Ă© sutil, Ă© mĂŁo contĂnua,
NĂŁo algema, nĂŁo impĂ”e saĂda.
Cuidado e amor, tĂŁo fĂĄcil de confundir,
Mas quando o zelo aperta, faz o outro fugir.
Amor de verdade Ă© brisa e brando toque,
NĂŁo o peso de um eterno bloqueio.
Dizer que alguém é a melhor coisa da vida
Ă leve no som, mas profundo na lida.
Serå que quem ama também permite voar?
Ou teme que o outro se vĂĄ ao ar?
Reflete se o amor nĂŁo sufoca o peito,
Se nĂŁo Ă© uma forma de querer do teu jeito.
Pois amor Ă© um rio que sabe correr,
NĂŁo busca reter o que deve crescer.
â Liberdade
Amor que prende, amarra e cega,
Que quer ter para si, e nĂŁo sossega.
Confunde o zelo com a prisĂŁo,
Chama de amor o que Ă© obsessĂŁo.
Ă querer ter em jaula o passarinho,
Roubar-lhe o voo, cortar-lhe o caminho.
E quando ele chora, implora o ar,
Diz que o sufoco Ă© sĂł por amar.
Esse amor de notas, de desespero,
Ă mais temor, Ă© menos zelo.
Quem ama o outro sem opressĂŁo
Ama o mundo que hå no coração.
Porque amor real Ă© liberdade,
Ă saber que se fica pela vontade,
Ă cuidar sem algema, sem corrente,
Sem vigiar, sufocar a mente.
Quem ama deixa o ser alçado,
segura na mĂŁo, mas nĂŁo faz nĂł.
E entende que amor de verdade,
à laço leve, não aprisiona em pó.
â As vezes me pergunto o que Ă© o amor? Se nĂŁo Ă© apenas um fruto de uma imaginação ilusĂłria. Ou se Ă© para alguns, a realidade do que intimamente se necessita.
The Vincit (Klaus)
â Roubaram-lhe a voz, o canto, o tambor,
Rasgaram-lhe a alma, negaram-lhe o amor.
Roubaram-lhe a religiĂŁo, os deuses da terra,
SubstituĂram a paz pelo fogo da guerra.
A africana oprimida, de olhar profundo,
Carrega nas costas o peso do mundo.
Perderam-lhe a histĂłria, sua origem, seu chĂŁo,
Escreveram mentiras em sua tradição.
Negaram-lhe os orixås, os ritos, a crença,
Chamaram de errado o que era essĂȘncia.
Trocaram os altares por cruzes impostas,
E apagaram memĂłrias nas noites mais hostis e frias.
Mas dentro dela a chama persiste,
Uma força ancestral que nunca desiste.
Na dança, no canto, na terra molhada,
A histĂłria perdida nunca serĂĄ calada.
Africana oprimida, mas nunca vencida,
Ăs a raiz que sustenta a vida.
E mesmo que tentem roubar-te o destino,
Ăs a semente que floresce em seu hino.
â Tenho certeza de que eu nĂŁo existiria sem o seu amor...
Meu coração faz em ti, moradia.
Ă vocĂȘ que amo.
Nos seus olhos dĂĄ para ver tudo aquilo que sonhei...
Tudo o que sempre acreditei.
VocĂȘ me ensina o que Ă© o amor...
E ao seu lado, até o fim da minha vida viverei.
Para Eli, com amor...
â Ser Inteiro, Ser Sereno
Amor não é capa, nem mågica solução,
Ă© parceria leve, olhar com conexĂŁo.
NĂŁo molda o outro, mas deixa crescer,
um espaço seguro pra ambos florescer.
Autossabotagem Ă© medo fantasiado,
uma voz que sussurra: "Fique parado."
Mas e se vocĂȘ tentar, mesmo sem certeza?
A vida recompensa quem escolhe a leveza.
Autoestima Ă© treino, nĂŁo surge do nada,
Ă© falar consigo com fala delicada.
Solte as comparaçÔes, viva sua versão,
a grama é mais verde onde hå dedicação.
Nos relacionamentos, somos laranjas completas,
nĂŁo metades perdidas, mas almas discretas.
Juntas somamos risos, respeito e calor,
plantamos raĂzes e colhemos amor.
A vida Ă© mais leve quando malas soltamos,
carregando apenas o que nos tornamos.
Entre erros e passos, seguimos em frente,
crescendo, vivendo, sendo resilientes.
Escrevo pra tocar, inspirar e acolher,
mostrar que Ă© possĂvel sentir, renascer.
Seja na poesia, ciĂȘncia ou reflexĂŁo,
sou palavra que vive em busca de conexĂŁo.
â Tenho certeza que eu nĂŁo existiria sem o seu amor...
Meu coração faz em ti moradia.
Ă vocĂȘ que eu amo.
Nos seus olhos dĂĄ para ver tudo aquilo que sonhei...
Tudo o que sempre acreditei...
VocĂȘ me ensina, a cada dia, o que Ă© o amor.
â Eu sei que o Ăłdio existe porque jĂĄ vi muitas pessoas cheias dele, mas tambĂ©m sei que o amor existe, porque eu mesmo sou cheio dele.
â Seja luz de intensidade,
De sublimidade e amor,
Seja luminosidade,
Seja sol abrasador,
Avante, siga adiante,
Seja luz impactante,
Girassol libertador.
â De tanto amor vou falar
Pulsando sinceridade
No frio, calor, claridade
Partindo do limiar
NĂŁo quero me habituar
à devastação da flor
Ao invés de viver dor
Doce de mel, de ameixa
Amor em trança, madeixa
Deixa-me falar de amor.
Amor em linhas gerais
Amor, fazer cafuné
Amor na paz e na fé
Amor em sonhos reais
Amor, amor, muito mais
Amor a todo vapor
Amor, a força motor
Amor assim, quem se queixa?
Amor em trança, madeixa
Deixa-me falar de amor.
Expressar suavidade
Cumplicidade e leveza
Amor intenso, agudeza
Mansuetude, unidade
Quietude, amenidade
Girassol libertador
PĂŽr do sol, que resplendor
Meada em fio, nĂŁo me deixa
Amor em trança, madeixa
Deixa-me falar de amor!
â A segunda chance Ă© humana, A terceira chance Ă© cristĂŁ, dĂĄ a quarta Ă©falta de amor prĂłprio. Perdoar nĂŁo tem limite, conviver tem!
